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terça-feira, 5 de agosto de 2025

Em Inglaterra, quem critica publicamente o governo socialista vai parar à prisão

A figura jurídica criada pelo primeiro-ministro socialista, Keir Starmer (também conhecido por Keir Stalin), é a da “Comunicação Maliciosa”.

Vemos aqui em baixo um vídeo em que sete polícias (7 policias !) prenderam um cidadão inglês por causa de uma eventual “Comunicação Maliciosa”, por este ter publicado um vídeo no YouTube, no qual criticava o facto de o governo socialista albergar imigrantes ilegais em hotéis de luxo e a expensas dos contribuintes britânicos.

O governo do Reino Unido não tem legitimidade para criticar, por exemplo, o “cabeção” brasileiro que mandou prender o Bolsonaro. E a União Europeia vai pelo mesmo caminho.



sábado, 10 de setembro de 2022

Carlos III e a sujeição indigna à agenda política da plutocracia judaico-globalista


Vemos, na imagem abaixo, aquilo que nunca veríamos com a Rainha Isabel II: a humilhação da monarquia inglesa aos desígnios puramente materialistas e mundialistas do Grupo dos Trezentos.

carlos&rothschild web

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

Carlos III, o precursor da república inglesa


carlos III web

Ao contrário da rainha Isabel II, que nunca deixou de se referir publicamente ao Deus cristão e a Jesus Cristo, o seu filho Carlos III professa uma “religião” imanente e monistao ambientalismo radical malthusiano e anti-humano, o novo culto da Mãe-terra —, por um lado, e adoptou o ocultismo maçónico como filosofia pessoal, por outro lado. Tanto no primeiro caso como no segundo, estamos em presença de monismos e, de certa maneira, as duas formas “religiosas” são complementares.

Na nova realeza britânica, a influência cultural directa do Cristianismo chegou ao fim.

E, por isso, Carlos III será o precursor da república inglesa e da implosão do conceito de “Reino Unido”. Em consequência, a Commonwealth, enquanto instituição, tem os dias contados.

Com a morte da rainha Isabel II, chegamos, de facto, ao fim de um ciclo histórico — porque os líderes políticos actuais (incluído o seu filho Carlos) perderam já referências culturais simbólicas fundamentais e basilares da civilização europeia.

terça-feira, 22 de setembro de 2020

A existência de pessoas de raça branca personifica o próprio “Mal”


A maioria da população de Londres (e de Birmingham!) já não é inglesa — a maioria já é composta pelos chamados “britânicos” imigrantes, mas que não são ingleses autóctones.

Weißen Vernichtung  web

Porém, os globalistas (apoiados pela extrema-esquerda marxista!) ainda não estão satisfeitos: querem estender o processo político de Vernichtung do povo autóctone, a todo o território inglês.

A grande inimiga do globalismo Neocon e do internacionalismo da extrema-esquerda, é a existência das culturas autóctones da Europa. Os brancos serão erradicados da Terra e a sua cultura de origem cristã será destruída — como preconizou o comunista Gramsci, com a bênção de George Soros.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

A boa vizinhança islâmica no Reino Unido

 

Um monge budista em Burma descreveu assim os muçulmanos:

“Os muçulmanos são como as carpas africanas : destroem o ecossistema em que vivem, e depois devoram-se uns aos outros”.

 

Londres, de manhã, à hora de ir para a escola

 

O vídeo fala por si; ¿palavras para quê?!

 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

O enriquecimento cultural e a diversidade étnica em Londres

 

Em plena luz do dia, os imigrantes praticam a diversidade e o enriquecimento cultural em Inglaterra, dentro de um McDonalds e em plena luz do dia, utilizando facas para cortar os hambúrgueres uns dos outros.

 

terça-feira, 29 de maio de 2018

Londres, Inglaterra. A polícia política prende por delito de opinião.

 

Uma mulher inglesa, que passava pelo Speakers Corner (Hyde Park) em Londres, chamou a polícia porque os Maomerdas estavam a berrar pelo Alá no Speakers Corner (o que vai contra a lei: não é permitido por lei a realização de cerimónias religiosas no Speakers Corner).

No dia seguinte, logo de manhã, foi presa em sua casa pela polícia política inglesa pelo simples facto de ter apresentado queixa contra os Maomerdas.

 

sexta-feira, 23 de março de 2018

O politicamente correcto diz que “Jesus era gay”; ¿e se fosse o “Alá Gay”?

 

É normal que a Esquerda radical e o grupo LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] diga que “Jesus era gay”, invocando a liberdade de expressão. E os cristãos engolem em seco (que remédio!). ¿E se fosse o “Alá Gay”?

A canadiana Lauren Southern armou uma tenda em uma rua da cidade inglesa de Luton com um cartaz “Alá é gay”. Resultado: a polícia inglesa mandou retirar o cartaz com ameaça de prisão. Mas se fossem cristãos a reclamar o “Jesus é gay”, no pasa nada, hombre!

domingo, 21 de junho de 2015

Algumas cidades inglesas já são governadas pela lei islâmica

 

O Islão rege-se segundo a noção de “singularidade”: quando a percentagem da população muçulmana atinge um determinado valor em relação à população total (entre 10 a 15% da população total) , inicia-se um processo de singularidade islâmica: abre-se uma espécie de “buraco negro” político, social e cultural que vai destruindo paulatinamente tudo à sua volta.

Na singularidade islâmica, as leis do Estado de Direito deixam de ser aplicáveis. E quanto mais aumenta a população islâmica, mais aumenta a aproximação da sociedade do ponto de singularidade.

Se a população muçulmana de Lisboa fosse hoje de 15% do total, começaríamos a assistir a fenómenos deste tipo: bombas, assassinatos, etc. E quanto mais aumentasse a população muçulmana em Lisboa, mais se manifestaria o fenómeno da singularidade islâmica.

No vídeo abaixo vemos a atitude da população islâmica da cidade inglesa de Luton.

 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Londres, uma cidade da Ásia; e Podemos em Espanha; e o marxismo na Grécia

 

A maioria da população da cidade de Londres é asiática. Na última década, cerca de 620 mil ingleses autóctones (brancos) deixaram a cidade de Londres; a capital de Inglaterra tem já os verdadeiros ingleses em minoria.

Em Espanha, o partido Podemos — ou Esquerda Pré-armada — protesta contra um polícia assassinado por um delinquente com cadastro glorioso, alegando que o polícia foi morto porque lhe pediu a identificação, e por isso foi justamente assassinado porque não tinha nada que lhe pedir a identificação.

Na cidade mourisca espanhola de Granada, a Esquerda Pré-armada do Podemos protesta contra a celebração oficial da reconquista histórica da cidade pelos cristãos contra os muçulmanos.

Na Grécia, o economista-mor do partido Syriza pretende um segundo perdão da dívida, desta vez de 50%.

Não vejo lura por onde saia o Coelho.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O pânico está instalado na Europa em torno da islamização da cultura

 

Islamic-England-1-webO medo instalado nas elites políticas inglesas em relação às famílias numerosas, na sua maioria de imigrantes de países islâmicos, está a conduzir a Inglaterra a uma versão estatal não-oficial de uma política de filho único. Por um lado trata-se de uma política de sinificação que é já comum a alguns países da Europa, mas por outro lado trata-se claramente de uma política de desincentivação de nascimentos entre as famílias islâmicas.

O governo “conservador” de David Cameron prepara uma lei que retira qualquer apoio social às famílias a partir do quarto filho. Toda a gente sabe que, em Inglaterra, a esmagadora maioria das famílias com mais de quatro filhos são famílias islâmicas.

Muslims-in-the-UK-webA nova lei do “conservador” David Cameron é dialéctica (joga em dois carrinhos): por um lado, é uma lei neoliberal porque pretende separar a sociedade e o Estado, e também no sentido em que segue as premissas ideológicas neoliberais de exigência de diminuição da população a nível global (ver, por exemplo, as posições políticas de gente como Bill Gates ou George Soros) — e aqui, os neoliberais estão em consonância com a novas religiões políticas “ecologistas” que culpam o ser humano por um aquecimento global em relação ao qual não existem provas científicas propriamente ditas.

E, por outro lado, a nova lei do governo do "conservador" David Cameron pretende travar a taxa de natalidade da população islâmica imigrante em Inglaterra.

Mas os “conservadores” ingleses parecem não querer ficar por aqui: já pensam em cortar qualquer apoio às famílias a partir do segundo filho, e já se fala mesmo em cortar os apoios às famílias a partir do primeiro filho — o que tornaria real, embora por vias menos totalitárias, uma política de filho único em Inglaterra.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Os raptos de crianças pela SS (Segurança Social) de Inglaterra

 

Existe uma casta de funcionários da SS (Segurança Social), aqui como em Inglaterra, que tem que arranjar números e estatísticas para poder continuar a justificar o seu salário a expensas do Estado. Em Portugal tivemos o caso de Liliana Melo; em Inglaterra tivemos o caso da família Pedro. Agora temos um novo caso.

“Este ano, uma mãe portuguesa de 29 anos, a viver no país há cinco, ficou sem a filha de cinco meses, quando a levou ao hospital de Southend-on-Sea. A bebé tinha caído de uma cadeirinha de embalar em casa e apresentava um hematoma na cabeça.

No mesmo dia em que a criança foi observada no hospital, os serviços sociais e a polícia desta cidade (a 60 quilómetros a Leste de Londres) foram imediatamente alertados, como é habitual no Reino Unido quando existem dúvidas sobre as razões que levam a criança a ser observada. Um processo foi aberto contra a mãe, por suspeita de agressão. ”

O raciocínio é o seguinte: “¿A mãe é portuguesa? Então presume-se que dá maus tratos à filha, e por isso justifica-se que o Estado rapte a criança para a dar a adoptar a um par de gays ou de lésbicas.”

Por cada criança raptada às famílias biológicas para adopção gay, os serviços locais ingleses da SS (Segurança Social) recebem uma soma avultada do Estado. Ou seja, o sistema é incentivado a raptar crianças das famílias biológicas para as entregar aos invertidos.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

O parlamento inglês é controlado por invertidos

 

Uma candidata inglesa ao parlamento europeu, pelo partido English Democrats, afirmou publicamente que existe um excesso de invertidos no parlamento inglês. Julia Gasper disse que existem centenas de fanchonos no parlamento, em todas as posições importantes e prestando favores uns aos outros.

homo-fascismSendo que os fanchonos constituem cerca de 1,5% da população — denunciou Gasper —, a proporção justificaria eventualmente cerca de 10 deputados; no entanto, existem centenas de panascas no parlamento inglês, o que constitui uma violação da democracia.

Este fenómeno de estiolamento da democracia inglesa — através da crescente influência de um partido homofascista não declarado e que não concorre abertamente às eleições, e que se mantém como eminência parda do sistema político — já não é só um fenómeno inglês: países como o Canadá, os países anglo-saxónicos em geral, os países nórdicos da Europa, parecem sofrer do mesmo tipo de estiolamento. E até em Portugal começam a aparecer sinais de alarme: se contarmos os deputados e deputadas invertidos, e se compararmos proporcionalmente em relação à população portuguesa, verificamos que existe já essa tendência em Portugal.

domingo, 23 de março de 2014

A família Pedro e o novo fascismo suave britânico

 

O Reino Unido, do “conservador” David Cameron, é o exemplo do sincretismo entre a Escola Económica de Chicago, na economia, por um lado, e, por outro lado, o politicamente correcto (ou marxismo cultural) na cultura antropológica imposta a partir do Direito Positivo (engenharias sociais). Aliás, o Reino Unido é o paradigma do Partido Social Democrata de Passos Coelho: o Estado deve ser mínimo na economia e na área de apoio social, mas deve ser máximo no controlo e policiamento dos cidadãos, tanto na sua vida privada como pública.

gay-police-sml-webEste sincretismo é uma nova forma (mais suave, por enquanto) de fascismo, porque pretende conciliar o igualitarismo de esquerda na cultura antropológica (o politicamente correcto), com a imposição de uma desigualdade exacerbada na economia — não nos podemos esquecer que o fascismo de Mussolini foi também um sincretismo entre o socialismo/igualitarismo italiano não-marxista, por um lado, e, por outro lado, uma espécie de corporativismo nacionalista que servia quase exclusivamente os interesses dos grandes latifundiários italianos e de uma elite proprietária da grande indústria.

A Inglaterra actual pode ser reduzida ou sintetizada da seguinte maneira: a preponderância absoluta dos interesses económicos e financeiros da City de Londres, na economia, por um lado, e, por outro lado, pela imposição, na cultura antropológica e por via do Direito Positivo, de uma ética e de uma moral arbitrárias e discricionárias que segue o igualitarismo politicamente correcto e de esquerda, e que depende absolutamente da vontade exclusivista e discricionária de uma certa elite judiciária — os juízes e a polícia, apoiados pelo compromisso parlamentar (o tal “sincretismo”) entre a esquerda fabiana de Edward Milliband e a “direita conservadora” de David Cameron.

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É neste contexto que surge o caso da família Pedro, uma família portuguesa de Almeirim cujos cinco filhos foram retirados à mãe e ao pai, de uma forma absolutamente irracional e arbitrária, e foram entregues pelo Estado para adopção e/ou a cuidados de outras famílias de acolhimento, que, em maioria, são “famílias gay”. A Inglaterra é o único país do mundo onde uma família cristã não pode adoptar uma criança, por ser cristã e assumir-se como cristã, mas um qualquer par de gays já pode adoptar.

¿E o que fazem as autoridades portuguesas, no caso da família Pedro? Até agora, nada. E não fazem nada porque o governo de Passos Coelho e a Esquerda, em geral, chegaram também a um compromisso sincrético “neofascista” à moda inglesa: à laia de analogia, e não de comparação: o caso de Liliana Melo revela que o novo fascismo suave inglês foi também adoptado pelo regime da “direita” de Passos Coelho.

O drama da família Pedro pode ser seguido aqui.