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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Donald Trump financiou a invasão de Ceuta por parte de Marrocos

A recente invasão de Ceuta por mais de 50 mil marroquinos foi directamente financiada pelo Partido Republicano de Donald Trump, segundo informação do ex-congressista republicano Thomas Massie.

“Republicans paid $40 MILLION of your tax dollars to Morocco to invade Spain,”Greene posted on X.”

O Partido Republicano controlado por Donald Trump ofereceu 40 milhões dólares a Marrocos para a organização da invasão de Ceuta e Melilha.

Os Estados Unidos de Donald Trump — com a colaboração próxima de Israel — são hoje um enorme problema para a segurança internacional — ao nível da Rússia de Putin. Existe pouca diferença entre Trump e Putin.

A União Europeia deveria imediatamente suspender o estatuto de Marrocos como parceiro privilegiado da União Europeia, por um lado, e, por outro lado, Espanha e Portugal devem renunciar à organização conjunta, com Marrocos, do mundial de futebol de 2030.

Finalmente, a União Europeia deveria apoiar financeiramente a independência de Porto Rico, denunciando a ocupação americana desse território; apoiar a libertação da Venezuela do jugo americano; apoiar a libertação das Ilhas Guam da ocupação americana; e propôr um referendo independentista nas Ilhas da Samoa.

sábado, 1 de agosto de 2026

O Observador é um jornal de Esquerda

Ao que se passou nos últimos dias em Ceuta, o jornal Observador chama de “crise migratória”. Por isso (entre outras razões) é que o Observador é de esquerda — uma Esquerda fofinha.

Aquilo a assistimos nos me®dia foi uma invasão não-armada em Ceuta de mais de 50 mil jovens do sexo masculino em menos de 24 horas, promovida pelo governo de Marrocos que assim tira partido do ressentimento da sua população islâmica em relação a uma cultura estrangeira não-islâmica — ressentimento enquanto postura existencial: quando o ressentimento islâmico se torna abstracto e vira-se contra as sociedades europeias de raiz cultural cristã.

O jornal Observador faz parte do processo de transformação da linguagem da política que, através da etiquetagem fictícia dos factos, acredita que é possível mudar a realidade através da mudança das palavras. Assim, torna-se possível descartar as realidades com que convivemos como sendo “ilusões” (ou "fake news"): é a afirmação do poder sobre a realidade através da linguagem.

O Observador, na linha da Nova Esquerda, conjura o triunfo das palavras sobre as coisas e/ou factos.

O conceito de “crise migratória” tem o condão de tentar reduzir a importância política da entrada simultânea de mais de 50 mil homens em idade militar na cidade espanhola de Ceuta, a mando de um regime autoritário islâmico. A novilíngua da Esquerda — que o Observador adoptou — desenvolve a sua própria sintaxe especial no sentido de evitar encontros com a realidade dos factos.

Assim, aquilo que foi claramente uma invasão não-armada, é apodada pelo Observador de “crise migratória” — é o triunfo da ideologia esquerdista vigente sobre a realidade.

Nota: é tempo de Portugal ponderar a organização conjunta do Mundial de Futebol de 2030 com Marrocos.

quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Mariana Mortágua quer proibir o consumo de carne de porco nas escolas públicas de Lisboa

A Ministra da educação espanhola do governo socialista radical de Sánchez, Pilar (com) Alegria, mandou proibir o consumo de carne de porco nas cantinas das escolas públicas de Ceuta. Além disso, a carne consumida nas ditas escolas terá que ser de animais abatidos segundo a norma islâmica Halal, ou seja, sangrados calmamente até à morte.

A notícia supracitada é verdadeira.

Agora vem a notícia que, por agora e para já, é falsa:

Mariana Mortágua pretende seguir o exemplo da Ministra do radical Sánchez e proibir o consumo de carne de porco nas escolas públicas lisboetas, para não ofender os islamitas que se põem de cu para o ar no Martim Moniz. Ademais, as duas leitoas (a Mariana e a Alexandra), por razões privadas, aplaudem a iniciativa da Mortágua.

A Esquerda radical portuguesa — que inclui Mariana Mortágua, o Rui Tavares, e/ou o jornaleiro Daniel Oliveira — é de opinião de que o Islamismo não tem rigorosamente nada a ver com o Islão, e portanto acredita que é possível pegar num cagalhão pela sua parte mais limpa. politicamente correcto web66

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

O Polígrafo alardeia “verdades” manhosas, seguindo o exemplo do seu guru, o monhé manhoso


poligrafo vox web

O Polígrafo invoca uma sondagem, de meados de Janeiro de 2022, para dizer que o partido espanhol VOX só tem 14,7% das intenções de voto em Espanha — e que, portanto, André Ventura mente.

O Polígrafo “esquece-se”, ou faz de conta que não sabe, que as intenções de voto não se cristalizam no tempo — as sondagens são dinâmicas e praticamente diárias.

Uma sondagem de 28 de Janeiro de 2022 dava o VOX com 17%, e o Podemos com 11%.

Portanto, se o André Ventura exagera (ou seja, mente) quando fala em 20% para o VOX, o Polígrafo também mente mas de uma forma manhosa, à moda do monhé manhoso.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Em Espanha, o negócio da eutanásia já vai de vento em popa


A eutanásia em Espanha foi normalizada no ano passado, mas o negócio do tráfico legalizado de órgãos humanos já começa a mexer. Não há nada como a legalização da eutanásia para dinamizar a economia espanhola (que está no charco), e pôr o PIB a crescer.

eutanasia espanha web

E nem de propósito: uma conselheira socialista na área da economia, e autarca na zona de Madrid, escreveu seguinte no Twitter:

elena munoz web

“A economia espanhola cresceu uns 5%, mas não nos esqueçamos que partíamos de -10%. Ora isto leva a um crescimento económico de 15%, o que é algo histórico.”

O socialismo também é isto: aproveitamento da eutanásia para negócios de órgãos humanos, e teoria económica que faria corar de vergonha um aluno do ensino secundário.

terça-feira, 3 de novembro de 2020

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Os filhos-de-puta socialistas em acção, desta vez em Espanha


O governo socialista espanhol está a tributar as empresas que fornecem telemóveis e computadores aos seus empregados, considerando a dádiva desses instrumentos de trabalho como “salário em espécie”.

Mas não fica por aqui: os “bloquistas de Espanha” consideram também, como sendo “salário em espécie” sujeito a tributação especial, as cadeiras e as mesas que as empresas fornecem aos seus trabalhadores!

pablo-iglesias-coleta-web

Por “coincidência”, a lei dos filhos-de-puta socialistas — tributando o fornecimento, por parte das empresas, de telemóveis e computadores aos seus empregados — vem no momento em que os ditos filhos-de-puta preparam uma lei sobre o “tele-trabalho”.

O que se está a passar em Espanha é uma perseguição governamental em relação às empresas privadas.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Cientistas africanos recém-chegados à costa espanhola

 

Vemos na imagem alguns cientistas africanos altamente qualificados, acabadinhos de desembarcar na Costa Del Sol em Espanha, e que vieram para enriquecer a cultura espanhola.

 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Invasão dos amigos da Angela Merkel na fronteira espanhola de Melilha


Estas imagens não aparecem nos me®dia.





Os amigos da Angela Merkel e do Macron “atropelam” a fronteira espanhola de Melilha na véspera de ano novo, e os polícias a soldo da geringonça espanhola fazem de conta que correm atrás deles.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

A Esquerda é uma anedota !

 

Da Esquerda espanhola já vi muita coisa absurda — como, por exemplo, a defesa de largar cadáveres humanos nas montanhas para alimentar as aves de rapina, em vez de lhes dar um funeral católico.

A última anedota da Esquerda espanhola vem de Madrid, pela mão da respectiva alcaidessa Manuela Carmena (na imagem), eleita com o apoio do partido Podemos (o Bloco de Esquerda de Espanha).

Com o fim de evitar aglomerações no centro de Madrid por ocasião do Natal, a Manuela Carmena teve uma brilhante ideia: criar ruas de sentido único para peões!

Esta parece uma medida digna de António Costa e da geringonça! Se o Merdina sabe disto, vamos ter sentido único para peões no Rossio!

manuela-carmena-web

sábado, 4 de novembro de 2017

Um português ou espanhol mediano já não consegue distinguir o radicalismo político

 

Muitas vezes não compreendo o raciocínio do Pedro Arroja. Eu bem tento, mas não chego lá.

Por exemplo, neste poste: Pedro Arroja parece querer sustentar o caso da legitimidade da independência da Catalunha caso existisse em Espanha uma independência do poder judicial em relação ao poder político.

Vamos comparar o caso da independência da Escócia, por um lado, com o caso da independência da Catalunha, por outro lado.

A diferença é que, no caso da Catalunha, o processo de independência foi conduzido e orquestrado por radicais marxistas — ao passo que o referendo da independência da Escócia realizado há pouco tempo (ganhou o “não”), por exemplo, manteria a rainha de Inglaterra como chefe-de-estado da Escócia (tal como acontece ainda hoje com o Canadá, com a Austrália e outros países) se o “sim” ganhasse.

Em contraponto ao que se passa na Escócia, os radicais marxistas catalães pretendem não só uma ruptura total com a história de Espanha (implantação da república), mas vão ainda mais longe: não se importam de levar a Catalunha à bancarrota (a Catalunha já perdeu cerca de 22% do seu PIB) só para tomar o Poder político de assalto.

Se os independentistas catalães defendessem a incorporação da Catalunha independente no reino de Espanha (ou seja, se não fossem radicais marxistas), talvez tivessem tido mais aceitação dos povos de Espanha.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

O tempo da Catalunha independente já passou

 

Por princípio, sou a favor da independência das nações, quanto mais não seja porque Portugal é uma nação independente desde 1143 Anno Domini, e é o país que tem as fronteiras definitivas mais antigas da Europa (desde o Tratado de Alcanizes em 1297).

A Catalunha foi outrora um reino independente, o Reino de Aragão, com capital em Barcelona.

Quando se casaram as dinastias com as do reino de Castela, a capital passou para Madrid, e a Catalunha passou a província. Uma coisa parecida aconteceu com Portugal entre 1580 e 1640, com a diferença de que o território português é maior do que o da Catalunha (e com mais população) e Portugal tem fronteiras naturais (rios, montanhas) que tornavam muito mais difícil a penetração dos exércitos castelhanos.

Ao longo de séculos, a nacionalidade catalã teve as suas oportunidades para vingar, mas nunca foi suficientemente forte para se impôr ao centralismo de Madrid. A partir de finais do século XVII iniciou-se a colonização da Catalunha por parte de gente de outras regiões de Espanha, e com a industrialização da Catalunha temos hoje já uma grande percentagem de população que não é etnicamente catalã e não fala catalão.

A independência da Catalunha é hoje uma tarefa quase impossível, porque a sua legitimidade está ferida de morte.

Eu não aprecio as ideias de Unamuno, mas ele estava certo quando escreveu quea religião faz a pátria e é a pátria do espírito”.

Enquanto a Espanha (incluindo a Catalunha) foi católica, os independentismos espanhóis ficaram mais ou menos adormecidos — até que os ateus marxistas resolveram iniciar uma sangrenta guerra civil que Franco ganhou. Hoje, a independência da Catalunha volta a ser uma iniciativa dos novos marxistas e ateístas, que não perceberam que a independência de um país pertence à nação, e não a uma ideologia política qualquer.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

A classe política espanhola falsificou as estatísticas da violência doméstica

 

A classe política espanhola falsificou os números estatísticos para justificar uma “lei de violência de género” em que só a mulher é vítima.

“Y como la cifra real de víctimas no correspondía a ese esquema (había casi empate técnico de muertes masculinas y femeninas en el ámbito doméstico) se falsearon las cifras y se amañaron las estadísticas, eliminando las muertes de menores, ancianos y hombres, de suerte que apareciera únicamente la mujer.

Era preciso justificar que se iba a hacer una Ley de Violencia de Género y, sobre todo, era preciso justificar el maná de la Unión Europea del que se iban a beneficiar consejerías, expertos, psicólogos sociales, despachos de abogados y asociaciones feministas.”

A chave da vigarice da “lei de violência de género” é... 24 mil milhões de Euros!, para alimentar uma série de chulos e putas politicamente correctos que se abotoam com o dinheiro “dado” pela União Europeia.

Ley de Violencia de Género / Así falsearon PP y PSOE la cifra de mujeres maltratadas

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Uma candidata a número 2 do Senado em Espanha

 

Loreto Amorós Rotger está na posição nº2 na candidatura ao Senado espanhol pelo partido radical de esquerda “Sobirania per a les Illes”. Podem ver o Twitter dela aqui. A foto abaixo foi retirada do blogue dela.

Se um político (homem) tivesse uma conta no Twitter daquela natureza, ou/e um blogue pornográfico, seria censurado pelas feministas. Mas sendo uma feminista radical de esquerda, não só não é censurada pelo politicamente correcto, como é até chique e progressista.

amoros

quarta-feira, 6 de abril de 2016

O Twitter político em Espanha

 

A política portuguesa, comparada com a espanhola, é pudica e puritana; ou é uma política politicamente correcta, bem comportada à maneira lisboeta. Em Espanha, a política é feita à moda do norte de Portugal, em que o vernáculo linguístico é normalmente usado, por exemplo:

“Maruja Torres se ha sumado a la furibunda reacción de la extrema izquierda por las declaraciones de Félix de Azúa sobre Ada Colau -"debería estar sirviendo en un puesto de pescado".

O escritor espanhol Félix de Azúa (de direita) referiu-se a Alda Colau (extrema-esquerda) dizendo que esta “deveria ser servida como uma posta de pescada”. Em relação à declaração de Félix de Azúa, a escritora Maruja Torres (extrema-esquerda) afirmou que "con la alergia que tiene Félix de Azúa al pescado, nunca se habrá comido un buen coño" (com a alergia que o Félix de Azúa tem ao peixe, nunca terá comido uma boa cona).

Poderá o leitor dizer que este tipo de troca de galhardetes em vernáculo traduz a radicalização da política espanhola. Mas em Portugal essa radicalização também existe: a diferença está nas culturas dos dois povos: os espanhóis são mais violentos do que os portugueses.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Pablo Iglesias do Podemos espanhol: “devemos estar preparados para pegar em armas”

 

Cada vez mais me convenço que acontecerão guerras civis regionais de baixa intensidade por toda a Europa. Por um lado não é mau: trata-se de uma oportunidade de se erradicarem as ervas daninhas.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Agora, em Espanha, é tudo considerado “terrorismo”

 

Você peidou na via pública? Tenha cuidado, porque em Espanha pode ser acusado de terrorismo.

Por exemplo, organizar protestos políticos em Espanha através das redes sociais passa a ser delito de terrorismo:

« Gestionar protestas online y en redes sociales será un delito castigado con penas de terrorismo. Según el artículo 30 de la Ley de Seguridad Ciudadana “se considerarán organizadores o promotores [de las protestas] quienes por publicaciones o declaraciones de convocatoria de las mismas, por las manifestaciones orales o escritas que en ellas se difundan [...], pueda determinarse razonablemente que son directores de aquellas”. »

Ley Mordaza: Las 5 Cosas Que No Podrás Hacer En Internet

Por exemplo, o conceito de “alterar gravemente a paz pública” também é considerado terrorismo. ¿Mas o que significa “gravemente”? A lei não diz. Depende da vontade circunstancial da elite política (depende da vontade geral).

E para os que pensam que o governo espanhol é de esquerda, convém lembrar que alegadamente se trata de um governo da direita “liberal”.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

A decadência da democracia

 

Um candidato socialista espanhol às próximas eleições aparece nu nas redes sociais e em painéis de rua (outdoors), apenas com uma rosa a tapar as partes pudibundas.

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“Este miércoles han aparecido colgados por las calles del pueblo carteles con una fotografía de Luis Alberto totalmente desnudo y con sólo una rosa roja tapándole los genitales. El candidato aparece señalando con el dedo al frente y sobreimpresionado puede leerse el siguiente lema: "Soy mejor que tú y lo sabes". Además, ha publicado otra versión del cartel en el que aparece de espaldas (de nuevo una rosa le tapa el trasero) y señala su espalda donde se puede leer: "No cuentas en Suiza, ni en Andorra, ni tarjeta black, ni me tocó la Lotería de Navidad del feriante".”


Não tarda nada vamos ver nas ruas das cidades portuguesas painéis com uma versão estática do “Bearback Mountain”, com o Sampaio da Névoa a montar o Monhé das Cobras.