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quarta-feira, 24 de junho de 2026

Um carro eléctrico é um IPAD com rodas

O meu filho comprou um Toyota Yaris “híbrido”. “Híbrido” significa que não é carne nem é peixe; é assim “uma coisa a modos” que uma quimera... porém, por ser da Toyota, o meu parecer foi neutro, ou seja, não fui contra a escolha. A Toyota é como Brandy Constantino: tem uma fama que vem de longe...

Além disso, o motor a gasolina deste carro (Toyota Yaris “híbrido”) tem 1.500 Centímetros Cúbicos (ou 1,5 litros), embora apenas com 3 cilindros em linha. O novo Toyota Yaris “híbrido”, que irá ser comercializado ainda este ano em Portugal, também um motor a gasolina com 1.500 Centímetros Cúbicos, mas com 4 cilindros.

Portanto, eu não considero este “híbrido” da Toyota como sendo um carro eléctrico: é um carro com motor a combustão a gasolina com 1.500 Centímetros Cúbicos, embora com assistência eléctrica.

Carro eléctrico é outra coisa. É um IPAD com rodas.

ipad com rodasNão consigo entender as pessoas que compram carros eléctricos. Essas pessoas estão fora da minha capacidade de compreensão. Eu devo ser muito burro, porque não as compreendo. Não sei como é possível uma pessoa gastar um balúrdio de dinheiro na compra de um carro novo apenas para seguir a moda. O carro eléctrico está na moda... e vai daí, pumba! lá vão 40 mil Euros pela janela fora...!

O novo IPAD com rodas da BMW tem assentos aquecidos, mas tens que pagar 18 Euros por mês para desfrutar do aquecimento do teu traseiro. Se te esqueces de pagar os 18 Euros mensais, a BMW corta-te remotamente o aquecimento dos assentos através do IPAD instalado na viatura.

Nos novos modelos dos IPAD com rodas da Tesla, quase tudo o que consta do ecrã do IPAD terá um custo mensal. Ou seja, compras um IPAD com rodas à laia de automóvel, pagas e não bufas, mas o carro não é teu: continuas a pagar mensalmente pelo software e pela utilização das comodidades. O IPAD com rodas tem cerca de 1 milhão de linhas de código (software) que servem para perpetuar o controlo do fabricante sobre um produto que já pagaste com língua de palmo...

Os novos IPAD com rodas significam o fim dos mecânicos de bairro, aqueles que nos resolvem pequenos problemas. Qualquer problema com os IPAD com rodas, e terás que te dirigir obrigatoriamente a um concessionário que te cobrará “couro e cabelo” (isto é uma metonímia) pela manipulação de algumas linhas de código de software sob autorização do fabricante. Nos diagnósticos e reparações, acabou a concorrência. Deixamos de procurar o melhor mecânico e o mais barato: é a marca que nos obriga a pagar e a “chorar baba e ranho” (outra metonímia).

E depois, com o advento dos novos IPAD com rodas, temos o “Kill Switch”. Por exemplo, se excederes o máximo de velocidade permitido, pimba!, desligam-te o IPAD remotamente. Ficas parado na estrada à espera do reboque.

Compraste um IPAD com rodas, convencido que era teu, mas a verdade é que não é tua propriedade.

E não tens um mercado automóvel de segunda mão que valha a pena... os IPAD, findas as baterias, deitam-se fora — porque a substituição da bateria do IPAD custa quase tanto como o IPAD novo.

Pagaste um balúrdio por um aluguer vitalício de um bem que te pode ser retirado a qualquer momento. E os políticos de Esquerda (por exemplo, o Carlos Moedas) estão caladinhos que nem ratos, à espera que o modelo político chinês das “cidades 15 minutos” se instale definitivamente...

terça-feira, 7 de abril de 2026

O carro eléctrico e o jornalismo mercenário

vigarice merdiatica

Está montada a maior fraude ao consumidor europeu de que há memória, que pretende (essencialmente) duas coisas: a sinificação da Europa, e a limitação de liberdade de locomoção do cidadão.

O argumento segundo o qual “o carro eléctrico é mais ecológico” faz parte da maior vigarice que as elites incutiram no povo. O processo de fabrico do carro eléctrico (desde a produção das baterias) é extremamente poluente.

O único argumento válido e a favor do carro eléctrico é o incremento da autonomia em relação Médio Oriente e aos seus produtos petrolíferos — mas, ainda assim, não podemos dispensar o diesel: imaginem, por absurdo, um camião TIR com baterias eléctricas, carregado com 20 toneladas de mercadorias, a viajar 2.000 quilómetros por essa Europa fora... uma viagem Lisboa / Copenhaga demoraria, no mínimo, 20 dias... ou um avião eléctrico de passageiros a fazer a viagem Sidney / Nova Iorque...

A notícia acima é própria de um jornalismo fraudulento, e de jornalistas vigaristas e mercenários (a maioria deles), inimigos do povo — desde logo porque ignora o mercado de automóveis usados que são esmagadoramente de motores a combustão. E isto até faz sentido, porque o carro eléctrico não terá jamais um mercado de usados que seja digno desse nome.

O carro eléctrico é automóvel de rico: ao fim de 7 anos (no máximo), deita fora o carro e compra um novo; ou então substitui as baterias exaustas, o que vai dar praticamente no mesmo.

Em contraponto, um carro com motor a diesel pode durar décadas (eu falo por experiência própria). Por exemplo, o Volkswagen Golf TDi dura há 25 anos, sem problemas. Esta é a principal razão por que os fabricantes de automóveis querem acabar com os motores a diesel: os carros a diesel não são bom negócio para os fabricantes cada vez mais ávidos de lucros — o carro a diesel é inimigo da obsolescência programada.

Quem ler aquela parangona e não viver em Portugal, pode pensar que 70% dos carros em circulação em Portugal são eléctricos. A parangona é mentirosa, própria do jornalismo de merda que temos.

Por outro lado, as marcas europeias de automóveis já não vendem carros com motores diesel, e já estão a limitar a produção de carros com motores a gasolina — isto é, a indústria automóvel obedece à ideologia da actual política que pretende a sinificação da Europa e a limitação da liberdade de circulação dos cidadãos.

Se 70% de carros novos vendidos em Portugal são eléctricos, é porque já não se vendem carros novos com motores a combustão, porque estes desapareceram (propositadamente) do mercado de carros novos.

E isto significa que, dentro de poucos anos, apenas as elites económicas poderão ter automóvel privado — e é isto que a elite política (de Esquerda, acolitadas pela maçonaria) pretendem: transformar a Europa numa espécie China, com câmaras de vigilância a cada esquina, com “Cidades 15 Minutos” e limitação drástica de locomoção em automóvel privado.

sábado, 9 de agosto de 2025

A Ministra Maria da Graça Carvalho ou tem um défice cognitivo, ou é desonesta


Durante o último e recente apagão eléctrico e “ecológico”, eu tomei banho com água quente e cozinhei — porque tenho gás canalizado em casa.




Diz a Ministra (Maria da Graça Carvalho) que “os equipamentos eléctricos são mais eficientes”. Eu não vejo mais “eficiência”, coisa nenhuma: o défice tarifário (por conta das “renováveis”) já vai em mais de dois mil milhões de Euros, e a subir.

Se isto é “eficiência energética”, vou ali e já venho!

A “elite” política está a enganar o povo. Vou mais longe: a “elite” (entre aspas, porque, de elite, tem nada) política está a roubar o povo. Estamos em presença de roubo descarado e à má-fila.

Ao mesmo tempo que a Ministra defende o fim do gás canalizado (o gás não convém ao lóbi político dito “ecológico”), e em nome da “eficiência energética”, a Ministra intelijumenta vai assinar um acordo de ligação energética com Marrocos — país este onde a energia é maioritariamente gerada a partir do carvão.



Caro leitor: a Ministra está a fazer de si um estúpido!

Por um lado, fecham as centrais de carvão portuguesas, alegadamente em nome da “eficiência energética” e da “ecologia”; por outro lado, pretendem importar energia gerada a partir do carvão marroquino — tudo isto em nome da “eficiência energética” e da “ecologia”!.

Puta que os pariu!

sábado, 5 de julho de 2025

Carro-a-pilhas: não se trata de “ecologia”; é, em vez disso, um ataque político à liberdade individual


Não se trata de “ecologia”:
trata-se de eliminação gradual das liberdades individuais. A União Europeia está a construir paulatinamente um novo tipo de totalitarismo e de controlo social seguindo o modelo chinês (sinificação).

Aconselho a leitura do livro de Mattias Desmet, "The Psychology of Totalitarianism". Infelizmente este livro não foi traduzido para a língua portuguesa — penso eu que a tradução não foi realizada propositadamente. Este livro é considerado perigoso pelas actuais elites políticas, e atentatório contra a construção do leviatão esquerdopata europeu.

Para o reforço desmedido do Poder político, a União Europeia conta (entre outros meios) com a eliminação gradual do automóvel individual, com a consequente socialização comunistóide e massiva dos transportes públicos obrigatórios, por um lado, e com a cidade 15 minutos, por outro lado.



Dizer que um carro-a-pilhas é mais “ecológico” do que um carro a diesel moderno, é pura demagogia. Você está a ser enganado!

Aliás, e melhor dizendo: o carro-a-pilhas só é mais “ecológico” porque não será jamais possível dar um auto-a-pilhas a cada cidadão: as classes baixas e médias-baixas serão desprovidas de transporte individual, e por isso perderão mobilidade e liberdade; apenas as classes mais altas e ricas terão direito a um automóvel individual (a pilhas) – o que já está a acontecer na China.

Se, em vez de termos 1 milhão de automóveis a circular numa cidade, tivermos apenas 200 mil carros a pilhas em circulação, então, e só neste caso, poderemos dizer que o carro-a-pilhas é mais ecológico do que o carro a diesel. O carro-a-pilhas será mais “ecológico” porque será objecto de privilégio social na posse.

O automóvel está a ser atacado pelas elites políticas de Esquerda porque é um símbolo de liberdade individual.

No meu condomínio existem apenas 15 carro-a-pilhas numa garagem com várias dezenas de automóveis, e a electricidade do condomínio é interrompida / cortada sistematicamente por incapacidade de abastecimento eléctrico; e, embora a lei diga o contrário, as obras de aumento de potência eléctrica do condomínio irão ser pagas por todos os condóminos.

O automóvel está a ser atacado pelas elites políticas de Esquerda porque é um símbolo de liberdade individual (embora não seja o único símbolo de liberdade). Todos os símbolos de liberdade individual serão inexoravelmente atacados na União Europeia, seguindo o modelo político chinês.

Concomitantemente, a limitação de acesso do povo ao automóvel individual será complementada pela cidade 15 minutos que transformará o cidadão das classes mais baixas em uma espécie de habitante de um zoológico. Se juntarmos, ao carro-a-pilhas, a cidade 15 minutos, e as milhares de câmaras de vídeo-vigilância públicas, teremos uma hipostasia do modelo político chinês na Europa.

quarta-feira, 10 de abril de 2024

Ursula von der Leyen vai ter que ir para casa (dela)



Existe claramente uma aliança estratégica entre a plutocracia globalista, por um lado, e a esquerda radical, por outro lado — uma aliança de conveniência, como a que existia, por exemplo, na Idade Média entre o rei feudal (representando o Poder global do país) e os senhores feudais (os governos locais).

Desta aliança sui generis e mesmo contra-natura, surge um neo-feudalismo, que consiste na estratificação rígida das classes sociais, a abolição da classe média, e a restrição de elevadores sociais — ou seja, significa que tudo aquilo que foi defendido pela Esquerda depois do 25 Abril de 1974 e até ao fim do milénio, é hoje combatido pela actual Esquerda aliada aos mais ricos do mundo.

A Esquerda já não é a mesma; a actual Esquerda é fascizante; ou, pelo menos, é claramente contra a liberdade política.

Ursula von der Leyen representa a plutocracia globalista.

Enquanto a União Europeia começou já, oficialmente, a perseguição política aos criadores de gado holandeses, Macron foi ao Brasil garantir as importações de carne, deste país para a União Europeia. Isto tem menos a ver com ecologia do que com política, pura e dura.

A ideia segundo a qual o azoto polui, é das maiores mentiras veiculadas pelos plutocratas globalistas apoiados pelos internacionalistas radicais de esquerda. O azoto (ou nitrogénio) faz parte do ar natural que respiramos.

Para obviar à mentira inicial, os eco-fascistas inventaram argumentos alternativos: os alegados malefícios dos óxidos de azoto, e da amónia que é um derivado do azoto.

Para que o leitor tenha a noção do radicalismo totalitário dos eco-fascistas e globalistas: só a recente erupção vulcânica na Islândia emitiu mais amónia, óxidos de azoto e partículas para a atmosfera do que emitiriam 2.000 anos de criação de gado na Holanda.

Isto tem pouca relação com ecologia: tem a ver com dinheiro (plutocracia globalista) e Poder político (caciques locais de Esquerda). Juntou-se a fome com a vontade de comer. E o povo é que paga a factura.

segunda-feira, 5 de junho de 2023

Chibar é fixe


oficial naziNo princípio da década de 1980, foi notícia na televisão pública (ARD) da então Alemanha Federal, um caso de um senhor idoso, ex-oficial nazi, que passava o seu tempo como reformado no telhado do edifício onde vivia, munido de um telescópio, “cuscando” os carros mal estacionados na cidade de Düsseldorf; e depois telefonava para a polícia.

Naquela época, a televisão e a opinião pública alemã em geral criticaram o espírito de “bufo” do ex-oficial nazi — mas vindo, este tipo de acto de bufaria, exactamente de um nazi, praticamente ninguém lhe deu grande importância.

Nunca me passaria pela cabeça que este tipo de comportamento de “chibo” fascizante se tornaria hoje não só moralmente aceite, como até incentivado pela lei vigente.

Hoje, “chibar é fixe”.

carro mal estacionado web


As pessoas que irão certamente utilizar esta APP pertencem ao lóbi político anti-automóvel; são os eco-fascistas, que coincidem maioritariamente com a Esquerda social-fascista (a ala radical do Partido Socialista, Bloco de Esquerda, PAN – Pessoas-Animais-Natureza, LIVRE, Partido Comunista), apoiada pelos gurus globalistas do "World Economic Forum" e do grupelho de Bilderberg.

Está aberto um precedente que vai permitir, por exemplo, ao Viktor Órban criar uma APP que permita ao cidadão húngaro comum “chibar” os beijos gays em locais públicos: dois gays juntinhos — liga a APP e pimba! “Vão dentro”. E depois não se queixem, os esquerdistas...

Antigamente, no tempo do “fassismo”, os “bufos” eram criticados pela maioria silenciosa, embora à boca pequena; hoje, os chibos são glorificados, alto e bom som, pelos me®dia e pelos seus donos — a plutocracia globalista que nos pretende governar totalitariamente.

sábado, 31 de dezembro de 2022

A consequência do controlo da Esquerda neomarxista sobre a “Direita liber(an)al”: a desindustrialização da Europa


Os fabricantes europeus de automóveis estão já a reavaliar os seus futuros investimentos, devido aos altíssimos preços da energia.

A desindustrialização da Europa é real, e os moinhos de vento e os painéis solares da utopia não irão resolver o problema — e tudo isto graças à acção política eficaz dos neomarxistas (que incorporam, na ideologia, o utilitarismo, conforme conselho de Peter Singer) acolitados pelos liber(an)ais [de tipo IL (Iniciativa Liberal)].

wv-web

agenda 2030 webA questão é a seguinte: ou adoptamos o nuclear, a prospecção do gás natural (incluindo o “fracking”), e as hidroeléctricas — ou vamo-nos f*der todos!

Ora, é isto que a Esquerda neomarxista pretende: que nos f*damos todos ! — para que, perante uma crise extrema, exista a real possibilidade de um assalto revolucionário e totalitário ao Poder; e, entretanto, os liber(an)ais [tipo IL (Iniciativa Liberal)] fazem aquilo que sabem fazer melhor: dar o ânus. São os “idiotas úteis” de Lenine.

A ler: “The energy crisis risks dooming the electric car” (em alternativa, ler aqui em PDF).

A Esquerda neomarxista, e os “eculogistas liber(an)ais” — apresentaram (absurdamente) o automóvel eléctrico como solução (abstrusa e milagrosa) para a invenção (globalista e internacionalista) do “veneno do CO2”; mas é precisamente a “solução” que a Esquerda apresentou que inviabiliza a sua própria solução, porque aumentam os preços da energia que irá alimentar os automóveis eléctricos.

Entretanto, o número de pessoas que poderão comprar um automóvel eléctrico aproxima-se do limite possível: andar “montado” em uma viatura, no futuro da utopia eculógica, será uma realidade apenas reservada à elite neomarxista — e quiçá, para alguns liber(an)ais —: o resto do povo irá a pé ou de bicicleta (à boa maneira da China da década de 1960), obrigado à distopia da “cidade 15 minutos”.

Ou seja, a estratégia dos neomarxistas (ajudados pelos liber(an)ais) é a de limitar a mobilidade do povão — mantê-lo controlado dentro dos “15 minutos” da cidade; e mesmo a elite que tiver automóveis eléctricos não irá muito longe, uma vez que as redes públicas de abastecimento eléctrico tornam-se cada vez mais caras e não-confiáveis. Vão ter que carregar a bateria do carro em suas próprias casas e a preços astronómicos.

No último ano, os preços dos automóveis eléctricos novos aumentaram em média 36%, e a oferta (no mercado) de automóveis eléctricos usados é já superior à procura: o automóvel eléctrico constitui apenas cerca de 3% da procura retalhista de automóveis.

Votos de um Bom Ano Novo.

domingo, 21 de agosto de 2022

E os “progressistas” ainda dizem que os motores a combustão não são ecológicos


Uma bateria vulgar para um carro eléctrico pesa cerca de 450 kg.

A mesma bateria contém 11 kg de lítio, cerca de 14 kg de cobalto, 27 kg de níquel, mais de 40 kg de cobre, e 50 kg de grafite — mas também cerca de 180 kg de aço, alumínio e plásticos.

Agora imaginem as escavações mineiras necessárias para produzir carros eléctricos em série e em escala.

E os “progressistas” ainda dizem que “os motores a combustão não são ecológicos”.

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

segunda-feira, 4 de julho de 2022

domingo, 5 de junho de 2022

A RTP e o alarmismo escatológico e soteriológico do “Arrependei-vos!, vem aí o fim do mundo!”, alegadamente devido ao Aquecimento Global Antropogénico infanticida


É uma questão de tempo. Os actuais responsáveis pela RTP terão que ser julgados pelos tribunais; e se já não estiverem vivos, serão julgados pelos manuais de História, e serão a vergonha dos seus próprios descendentes.


“A estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular.”

— Nicolás Gómez Dávila 


pordata fraude

E o mesmo se aplica à PORDATA, fundada pelo malogrado Alexandre Soares dos Santos que apoiou sempre e explicitamente a agenda política e ideológica da extrema-esquerda portuguesa, em uma aliança contra-natura entre a Esquerda Neanderthal e o grande capital.

Na PORDATA, as estatísticas conduzidas pela Esquerda Neanderthal são feitas propositadamente para enganar o povo português: a ideia propalada pela PORDATA segundo a qual as temperaturas em Portugal são hoje mais altas em 2,1 graus centígrados do que em 1970, é uma manipulação estatística escandalosa. E ninguém tem a coragem de vir a terreiro denunciar a desinformação que a PORDATA (assessorada pela RTP) veicula.


ecotop-web


Fascist Ecology: The "Green Wing" of the Nazi Party and its Historical Antecedents


Recordo que a PORDATA e a Fundação de Alexandre Soares dos Santos promoveram, em um passado recente, publicações de ideólogos da extrema-esquerda que defendiam a eutanásia, a legalização do infanticídio (na sequência das ideias de Peter Singer: por exemplo, Pedro Galvão que publicou um livrinho na Fundação do Alexandre Soares dos Santos, com o título “Ética Com Razões”, em que o autor do opúsculo defende a legalização do “aborto de uma criança já nascida”), o eugenismo, etc.


Um exemplo de manipulação estatística: a NASA diz que o continente antárctico está a perder 147 Gigatonnes de gelo por ano :
(1 Gigatonne = 1 mil milhões de metros cúbicos).

Naturalmente que esta notícia alarma os povos do mundo; e o Carlos Fiolhais (do Rerum Natura)  fica orgulhoso por (alegadamente) ter razão.

Porém, acontece que a Antárctida tem estimados 27 milhões de Gigatonnes de gelo — o que significa que a actual perda anual de gelo é de 0,0005%, e o que significa que a Antárctida ficará sem gelo daqui a 200.000 anos...! — e isto se o misantropo Carlos Fiolhais tiver razão quando diz que o Aquecimento Global Antropogénico é inevitável e perene, enquanto existirem seres humanos no planeta!

Nos Estados Unidos, ¼ dos casais sem filhos diz que não tem filhos por causa do Aquecimento Global Antropogénico — e o misantropo Carlos Fiolhais esfrega as mãos de contente!

Estes ideólogos radicais não são pessoas de bem, e terão que ser julgados em juízo de Direito, por fraude e alarme social.

quinta-feira, 14 de abril de 2022

Vem aí uma recessão económica na zona Euro. E quem se lixa é o mexilhão.


Com uma recessão económica na zona Euro, toda a gente vai perder — incluindo os países da OPEP.

O aumento do preço do petróleo já vinha de antes da invasão da Rússia à Ucrânia: a Esquerda, na União Europeia (que inclui os partidos sociais-democratas e mesmo o partido da “direitinha” de Angela Merkel ), conseguiu guindar artificialmente o preço do Brent para os 100 US Dollars o barril — este é o preço “fetiche” do petróleo preconizado pelos antónios guterres deste mundo...

O Brent teve um aumento de 28% desde há três meses (ainda não havia guerra)... um aumento de 61% no último ano (ainda não havia guerra)...e apenas 1% no último mês (depois da invasão russa da Ucrânia). Portanto, os grandes aumentos do crude já se verificavam antes da guerra na Ucrânia.

Os actuais preços dos combustíveis (nas bombas) são artificiais, ou seja, foram criados e fomentados pela elite globalista que controla os Estados.

Por outro lado, a chamada “bazuca” da União Europeia (mais "Quantitative Easing" na zona Euro) soma-se à inflação natural causada pelo aumento artificial dos preços dos combustíveis. A elite globalista está a f*der o nível de vida dos povos da Europa, causando propositadamente uma inflação cujas consequências são difíceis de quantificar neste momento, e com o intuito de potenciar mais-valias e sacar da economia à fartazana.

O resultado da sobreposição da inflação causada pelo aumento artificial dos combustíveis + a inflação propositada causada pelo "Quantitative Easing" brutal (a “bazuca” europeia), é uma recessão que se aproxima.

Tomem nota. Vem aí uma tempestade perfeita. E quem se lixa é o mexilhão.

sexta-feira, 25 de março de 2022

O futuro rosa e os “amanhãs que cantam” da energia verde: o ecologismo esquerdopata que demonstrou ser ruinoso para a sociedade


O Henrique Sousa escreve acerca “Da traição alemã com a Rússia”, que serve de premissa para este verbete.


Esquerda Neanderthal web

Perante uma falsa emergência climática, que alegadamente pretende “salvar o planeta” mas que, em boa verdade, apenas pretende acabar com a liberdade económica (e com a liberdade em geral), os políticos de quase todos os países europeus adoptaram uma política energética demencial, penalizando as energias nuclear e fóssil, mentindo aos seus povos acerca de uma putativa “energia verde” que não só é mais instável e prejudicial para os interesses geo-estratégicos do continente europeu (que se vê, assim à mercê de tiranos como Putin), mas que é também muitíssimo mais cara.

A sociopatia ecologista de Esquerda tomou a política, a sociedade e até o mundo empresarial ocidental (os idiotas úteis da “direitinha”), e caracteriza-se por uma irresponsabilidade escandalosa porque impõe a toda a sociedade uma grande pobreza e carestia de vida, por um lado, e por outro lado transporta consigo uma intoxicação massiva de informação promovida pelos me®dia.

E são estes mesmos filhos-de-puta — sociopatas ecologistas de Esquerda, que dizem que a oposição às intenções da Rússia de Putin na guerra da Ucrânia é a causa de carência alimentar no mundo — que defendem a imposição “ecológica” de uma progressiva e “progressista” pobreza e carestia de vida em nome de um Estado “achinesado” cada vez mais todo-poderoso e da limitação da liberdade económica.

Mentiram aos povos da Europa sobre as suas (deles) verdadeiras motivações ideológicas (sempre liberticidas: a liberdade económica é a inimiga da “Nova Ordem Mundial” ou da aliança entre a Esquerda Neanderthal e a plutocracia globalista), sobre o estado real do meio-ambiente, e sobre as características de cada tipo de energia.

Chegou o momento de começarmos a ostracizar (politicamente) os ecologistas sociopatas de Esquerda — como é o caso, por exemplo, do Aiatóla que vemos na imagem em baixo, que se caracteriza por um elitismo desprezível —, porque estes filhos-de-puta castigam os mais pobres com o seu ecologismo de sarjeta: aqueles que não podem comprar um carro eléctrico para circular no centro de Lisboa, aqueles que só podem viajar em voos “low cost”, as famílias que desligam o aquecimento porque não podem pagar as facturas de energia.

francisco ferreira

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Não tarda muito, e os peixes irão ser considerados “sensientes”


A agenda política minoritária dos vegetarianos e dos Vegan avança: no Reino Unido, os moluscos e os crustáceos marinhos são considerados “sensientes”, e por isso, passam a ser protegidos por lei.

sensientes web

O consumo de polvo, lagosta, caranguejo, etc., poderá ser proibido no futuro próximo.

domingo, 17 de outubro de 2021

O exemplo da política “ecológica” alemã que Portugal devera seguir: meia dúzia de bicicletas e “um mundo melhor”


A cidade alemã de Berlim é controlada politicamente pelo partido ecologista “Die Gruenen”, que resolveu mandar cortar 61 árvores de uma determinada rua da cidade, com o intuito de ali construir uma pista “ecológica” para bicicletas.

Depois de os “ecologistas” mandarem cortar as árvores, chegaram à conclusão de que não era necessário construir a pista para as bicicletas.

rua conde de avranches web

Ora, este é um bom exemplo que o Rui Moreira deveria seguir na cidade do Porto: não há nada mais “ecológico” do que cortar as árvores das ruas da cidade para construir pistas de ciclismo achinesadas por todo o lado.

Por exemplo, o ecologista Rui Moreira destruiu a beleza da rua Conde de Avranches, no Porto, para construir uma ciclovia por onde passam meia dúzia de bicicletas por dia! “Seis bicicletas por dia, e um mundo melhor …!”

O caso Selminho transformou o Rui Moreira em um “ecologista”, da noite para o dia. Ele há milagres do diabo...!

rua conde de avranches ecologica web

quarta-feira, 31 de julho de 2019

A hipocrisia das palhinhas de plástico dos restaurantes de hambúrgueres McDonalds


mcdonalds-palhinhasHá muito tempo que não eu não entrava num restaurante McDonalds; hoje entrei e pedi um hambúrguer e uma cola zero.

Quando me sentei para comer, verifiquei que o copo (de plástico) com a coca-cola, não trazia a necessária palhinha (de plástico).

Fui ao balcão pedir a palhinha, e disseram-me que o McDonalds já não fornece a palhinha aos clientes (porque a palhinha pode furar um olho a uma tartaruga marinha). Mas, diz-me a funcionária, que eu posso ir buscar uma palhinha “ali ao lado do micro-ondas”.

Ou seja, o McDonalds não fornece palhinhas de plástico (porque a palhinha pode furar o olho-do-cu de uma marmota), mas podemos ir buscar a palhinha (que o McDonalds não fornece) “ali ao lado do micro-ondas”.

Em suma: por um lado, o McDonalds não fornece palhinhas; mas, por outro lado, o McDonalds fornece palhinhas.

Note-se que a cadeia de fast-food McDonalds simboliza o píncaro do sistema capitalista. Ora, é esta hipocrisia “ecologista”, oriunda da Esquerda mais radical, que é adoptada religiosamente pelos herdeiros do capitalismo americano.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Movimento de defesa das minhocas (MDM)

 

Caras e caros compatriotas e compatriotos!

Assistimos neste país a um mal moral generalizado que consiste em os pescadores matarem minhocas para pescar à beira-rio. Por isso, e à semelhança do que aconteceu com o movimento de defesa do caracol (caracol!, amigo!, o povo está contigo!), resolvi fundar o movimento de defesa das minhocas.

MDMA minhoca é um ser senciente. Ao contrário do que acontece com o embrião e fetos humanos, a minhoca sente dor, medo, e emoções em geral. Matar uma minhoca espetando-a num anzol deve ser considerado crime de empalamento. ¿Será que você gostaria de ser empalado?! A perspectiva de lhe ser espetado um pau no cu pode ser agradável para alguns, mas para a minhoca significa a morte. As minhocas não são gays.

Assim como há, segundo a norma ortográfica vigente, espetadores imorais que assistem à tourada, assim há espetadores imorais que espetam as minhocas.

Já convidei o Ricardo Araújo Pereira e o Nuno Markl para fazerem um vídeo de apoio ao movimento de defesa da minhoca.

Matar uma minhoca é uma manifestação cultural anacrónica e preconceituosa de especismo: é considerar que um ser humano é superior a uma minhoca, o que não é verdade. Este fenómeno cultural de domínio do homem branco heterossexual sobre a minhoca, tem que acabar, em nome do progresso da humanidade. Ao contrário do que acontece com a mulher que tem o direito de fazer do corpo o que quiser, o homem branco heterossexual não tem o direito de fazer da minhoca o que que quiser!

É óbvio que a culpa é de Passos Coelho! De tanto minhocar sobre a vida, o povo tem a tendência para passar mais tempo na pesca. Aliás, a pesca deveria ser proibida: deveria ser obrigatório comprar o peixe na peixaria, onde o peixe não é pescado.

Viva a minhoca! A luta continua! Abaixo Passos Coelho! Viva a revolução das minhoquices!