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sábado, 29 de outubro de 2022

domingo, 5 de junho de 2022

A RTP e o alarmismo escatológico e soteriológico do “Arrependei-vos!, vem aí o fim do mundo!”, alegadamente devido ao Aquecimento Global Antropogénico infanticida


É uma questão de tempo. Os actuais responsáveis pela RTP terão que ser julgados pelos tribunais; e se já não estiverem vivos, serão julgados pelos manuais de História, e serão a vergonha dos seus próprios descendentes.


“A estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular.”

Nicolás Gómez Dávila 


pordata fraude

E o mesmo se aplica à PORDATA, fundada pelo malogrado Alexandre Soares dos Santos que apoiou sempre e explicitamente a agenda política e ideológica da extrema-esquerda portuguesa, em uma aliança contra-natura entre a Esquerda Neanderthal e o grande capital.

Na PORDATA, as estatísticas conduzidas pela Esquerda Neanderthal são feitas propositadamente para enganar o povo português: a ideia propalada pela PORDATA segundo a qual as temperaturas em Portugal são hoje mais altas em 2,1 graus centígrados do que em 1970, é uma manipulação estatística escandalosa. E ninguém tem a coragem de vir a terreiro denunciar a desinformação que a PORDATA (assessorada pela RTP) veicula.


ecotop-web


Fascist Ecology: The "Green Wing" of the Nazi Party and its Historical Antecedents


Recordo que a PORDATA e a Fundação de Alexandre Soares dos Santos promoveram, em um passado recente, publicações de ideólogos da extrema-esquerda que defendiam a eutanásia, a legalização do infanticídio (na sequência das ideias de Peter Singer: por exemplo, Pedro Galvão que publicou um livrinho na Fundação do Alexandre Soares dos Santos, com o título “Ética Com Razões”, em que o autor do opúsculo defende a legalização do “aborto de uma criança já nascida”), o eugenismo, etc.


Um exemplo de manipulação estatística: a NASA diz que o continente antárctico está a perder 147 Gigatonnes de gelo por ano :
(1 Gigatonne = 1 mil milhões de metros cúbicos).

Naturalmente que esta notícia alarma os povos do mundo; e o Carlos Fiolhais (do Rerum Natura)  fica orgulhoso por (alegadamente) ter razão.

Porém, acontece que a Antárctida tem estimados 27 milhões de Gigatonnes de gelo — o que significa que a actual perda anual de gelo é de 0,0005%, e o que significa que a Antárctida ficará sem gelo daqui a 200.000 anos...! — e isto se o misantropo Carlos Fiolhais tiver razão quando diz que o Aquecimento Global Antropogénico é inevitável e perene, enquanto existirem seres humanos no planeta!

Nos Estados Unidos, ¼ dos casais sem filhos diz que não tem filhos por causa do Aquecimento Global Antropogénico — e o misantropo Carlos Fiolhais esfrega as mãos de contente!

Estes ideólogos radicais não são pessoas de bem, e terão que ser julgados em juízo de Direito, por fraude e alarme social.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

A RTP é uma vergonha paga com o dinheiro do povo português

 

Jair Bolsonaro começa a entrevista à RTP dizendo que é contra qualquer tipo de ditadura; e os filhos-de-puta dos jornaleiros da RTP, pagos principescamente com o nosso dinheiro, publicam uma parangona que induz o leitor incauto em erro.

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sábado, 9 de dezembro de 2017

Óli Fáque !

 

“Depois de derrotado na questão do aquecimento global o seguidor de Mussolini sofreu novo revés e é já voz corrente em Washington, nome que na América se dá a Washington, que a administração do admirador de Himmler vai cair antes do Christmas, nome dado aqui na América ao Natal.”

Do nosso enviado à América, Marcinho Ribas

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sábado, 23 de julho de 2016

Era um alemão persa — disse a RTP

 

precisa-se-terrorista-webA RTP3 entretinha-se a defender a tese segundo a qual o terrorista de Munique era um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico, ou seja, de “extrema-direita”: um tal professor Luís burrinho discursava sobre as maleitas do “terrorismo de extrema-direita”, para deleite da apresentadora escolhida a dedo pela televisão que deveria ser de todos nós — e eis que a polícia alemã vem dizer (em bom alemão) de que se tratava de “um iraniano de Munique”.

Aquilo foi um choque nos paineleiros da RTP3! Afinal não era um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico... Ganda nóia!

Mas a apresentadora não se deixou ficar: como dizia o filósofo, “os tolos perdem as esperanças mas não perdem as ilusões”; e vai daí fez uma correcção ao comunicado da polícia alemã: o terrorista é um “germano-iraniano”! — disse ela. Ou seja, é uma alemão persa, o que é diferente de um persa alemão. No futuro, poderá haver, por exemplo, um alemão-persa-italiano-português-espanhol-chinês; o que não poderá haver é um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico.

Finalmente, a RTP3 conclui que o atentado terrorista não teve nada a ver com o Islão, porque o homem é um alemão persa — excepto de que se tratava de um muçulmano.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

É preciso avisar a Ana Lourenço que a RTP não é a SIC

 

Na sequência do documento vergonhoso emitido pelo papa Chico sobre a família, a Ana Lourenço chamou ao estúdio da RTP o Frei Bento Domingues em entrevista exclusiva; ou seja, sem contraditório. Parece que a Ana Lourenço chegou à RTP com os vícios adquiridos na SIC, em que o Bilderberger Pinto Balsemão impõe a lei da rolha em matéria de discussão de costumes e tradição.

Sobre a entrevista exclusiva do Frei Bento Domingues à Ana Lourenço, ler este artigo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A Raquel Varela e o horário de trabalho de 21 horas semanais

 

Eu não sou libertário e por isso estou à  vontade para dizer que o programa televisivo “Barca do Inferno” deveria ser enviado para o diabo que o carregue. Não podemos viver em uma sociedade em que o mais sórdido é permitido, em que a razão é violentada por uma classe académica com “direitos de Estado” adquiridos. Mesmo os canais de televisão privados não têm o direito de ter programas que defendam o absurdo, ou que convidem pessoas a defender publicamente o absurdo.

A Raquel Varela mistura no mesmo saco três fenómenos distintos: 1/ a concentração excessiva de capital que acontece hoje (como aconteceu no século XIX); 2/ as horas semanais de trabalho; 3/ o desemprego.

1/ a concentração excessiva de capital é uma realidade, mas está ligada ao fenómeno político da desnacionalização. Que eu saiba, a Raquel Varela — à  semelhança do Bloco de Esquerda — defende a permanência de Portugal no Euro.

2/ as horas de trabalho devem estar ligadas a uma ética de recompensa por quem mais se esforça e se preocupa com o trabalho.

Reparem bem como a Raquel Varela defende 21 horas de trabalho semanais sem redução de salário. É isto que deveria ser proibido de passar na televisão do Estado, nem que se tivesse de demitir a administração da RTP.

Para a Raquel Varela, a produtividade é uma coisa mágica que não depende do contexto político, cultural e social em que uma sociedade está inserida.

3/ a Raquel Varela não quer a saída de Portugal do Euro, e portanto defende a desnacionalização de Portugal (Trotskismo). Mas, ao mesmo tempo, pensa que a economia portuguesa poderá crescer, estando dentro do Euro, 2 a 3% por ano para permitir a absorção do desemprego — o que é uma impossibilidade objectiva.

Só saindo do Euro, Portugal poderá ter taxas de crescimento iguais ou superiores a 2% ao ano. Portanto, quem defender o Euro terá que defender necessariamente um desemprego alto. Claro que, no primeiro ano da saída do Euro, instala-se uma situação económica caótica em Portugal; mas passada primeira fase de choque económico, a economia passa a crescer tanto ou mais do que cresceu na década de 1990.

Portanto, há que escolher: ou o Euro e desemprego alto; ou fora do Euro e absorção de desemprego.


Adenda:

A economia é uma ciência social. Estar fora ou dentro do Euro têm vantagens e desvantagens, segundo a ciência económica.

Mas a opção de estar dentro ou fora do Euro é uma opção ética que não é determinada pela ciência económica: a ciência, qualquer que seja, não determina e não define a ética. Essa opção ética, qualquer que seja, está a montante da política, ou seja, influencia a política.

Isto significa que quem utiliza a ciência económica para defender a permanência de Portugal no Euro escamoteia ou esconde uma opção ética: a de que é preferível um desemprego alto a um desemprego baixo. Cada um defende a ética em que se vê reflectido.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

A Gaystapo e a adopção de crianças por pares de invertidos: ¿A criança não tem pai biológico?

 

O lóbi político gayzista “ILGA” publicou hoje um vídeo que pode ser visto abaixo.

Cerca do minuto 1:15, a amiga da mãe biológica diz o seguinte:

“Se acontecesse alguma coisa à criança e a tivesse que a levar ao hospital, iam perguntar quem eu era. Apresento o cartão de cidadã da criança, e eu não estou lá. Está lá só o nome da mãe biológica... e eu? Estou onde? Não estou em lado nenhum...”

Admira-me que a RTP tenha transmitido este documentário. A RTP anda a brincar com assuntos sérios à custa dos contribuintes portugueses.

O Código Civil português estipula que não podem haver filhos de pai incógnito. Ao que parece, aquela criança é filha de pai incógnito — o que vai contra o espírito da lei.


Artigo 1835 do Código Civil

1. A paternidade nos termos dos dos artigos anteriores contará obrigatoriamente do registo do nascimento do filho, não sendo admitidas menções que a contrariem.

(…)

Artigo 1865 do Código Civil — Averiguação Oficiosa

1. Sempre que possível, o tribunal ouvirá a mãe acerca da paternidade que atribui ao filho.

2. Se a mãe indicar quem é o pai ou por outro meio chegar ao conhecimento do tribunal a identidade do pretenso progenitor, será este também ouvido.

3. No caso de o pretenso progenitor confirmar a paternidade, será lavrado termo de perfilhação e remetida certidão para averbamento à repartição competente de registo.

4. Se o presumido pai negar ou se recusar a confirmar a paternidade, o tribunal procederá às diligências necessárias para averiguar a viabilidade da acção de investigação de paternidade1.

5. Se o tribunal concluir pela existência de provas seguras da paternidade, ordenará a remessa do processo ao agente do Ministério Público junto do tribunal competente, a fim de ser intentada a acção de investigação.

 


No caso concreto das duas amigas (uma das quais é mãe da criança), pode ter acontecido que o tribunal não tivesse ouvido a mãe biológica — como estipula a alínea 1. do artigo 1865 —, talvez porque a juíza estivesse com diarreia ou o juiz estivesse com o penso.

Se a mãe biológica foi ouvida pelo juiz ou pela juíza, o que aconteceu certamente é que a mãe biológica se recusou a indicar a identidade do pai biológico — e não há nada na lei que obrigue a mãe biológica a indicar a identidade do progenitor da criança. Parece certo que a mãe da criança não quis revelar o nome do pai que ela sabe bem quem é, porque em Portugal não é permitida a inseminação artificial in vitro em mulheres solteiras.

Portanto, estamos perante uma lésbica que engravidou de um homem e não quis identificar o pai da criança no tribunal. Ou seja, estamos perante alguém que quis criar um facto para, a partir dele, criar uma norma jurídica: a perfilhação da criança por parte da sua amiga.


Quando uma mulher, com filhos, se divorcia do seu marido e volta a casar com outro, a situação do segundo marido em relação aos filhos da sua esposa é exactamente a mesma se ele (o segundo marido) for ao hospital com um dos filhos da sua actual esposa e mãe biológica — porque o segundo marido não perfilhou nem pode perfilhar os filhos da sua actual esposa, uma vez que as crianças foram previamente perfilhadas pelo pai biológico (o primeiro marido dela).

Portanto, o que está aqui em causa não é adopção, mas antes é a perfilhação.

O que o lóbi político gayzista (vulgo “Gaystapo”) pretende é que um dos elementos de um par de homossexuais possa perfilhar um filho biológico do outro elemento da parelha, à revelia do espírito da lei que diz que “o tribunal ouvirá a mãe acerca da paternidade que atribui ao filho”.

Ou seja, e em resumo: o que a Gaystapo pretende é instituir a legalização do estatuto de “filho da puta”, por um lado, e por outro lado pretende erradicar a árvore genealógica das crianças.

Estamos perante uma tentativa de uma revolução antropológica delirante, através de engenharias sociais psicóticas.

Nota
1. por exemplo, fazer testes de ADN ao putativo pai e ao filho.

terça-feira, 22 de abril de 2014

O “benfiquista de Paredes” e a RTP

 

É evidente que os canais privados de televisão de Lisboa — para além de serem benfiquistas, em primeiro lugar, e depois adeptos do lema “Portugal é Lisboa e o resto é paisagem” —  são anti-portistas. Só não vê quem não quer.

Carlos_Daniel_webMas o que me aborrece é que um canal público de televisão — a RTP —  tenha como coordenador-sombra para a área do desporto, o “benfiquista de Paredes” — leia-se, o Carlos Daniel —, que é a pessoa que “mexe os cordelinhos” para colocar nos programas desportivos da RTP os seus amigos benfiquistas (jornalistas ou não).

E mais grave: quem não se submete aos interesses do Benfica é dispensado de participar nos programas da RTP, naturalmente por influência política do benfiquista de Paredes: é o caso do jornalista Bernardino Barros (adepto do FC Porto), de que podemos ver um vídeo aqui em baixo. Mas, em contraponto, quem festeja os golos do Benfica em directo nos programas desportivos da RTP (o caso do João Gobern) é reabilitado e metido (pelo benfiquista de Paredes) em outro qualquer programa desportivo da RTP.

A área do desporto da RTP é uma coutada do Carlos Daniel, aka “benfiquista de Paredes”.

É preciso sublinhar o facto de a RTP não ser um canal de televisão privado, nem deve ser uma coutada do benfiquista de Paredes. Por isso, seria conveniente que o Carlos Daniel se mudasse para a SIC ou para a TVI (os canais privados de Lisboa), ou ainda se tornasse um pivô da Benfica TV, onde certamente se sentiria melhor consigo mesmo.

O que não pode acontecer é que um país inteiro esteja a sustentar a RTP para que um punhado de parolos nascidos atrás do sol-posto, e que viram num clube da capital a redenção da sua insignificância ontológica, nos venha impôr critérios de jornalismo que se baseiam em dois pesos e duas medidas. Para isso, já nos basta a SIC e a TVI.