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sábado, 8 de abril de 2023

O centralismo lisboeiro no seu melhor


centralismo lisboeta

No “melhor onze misto de Benfica e Porto”, o jornaleiro lisboeiro Nuno Farinha escolheu 10 benfiquistas.

E depois perdeu o jogo.

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sexta-feira, 18 de março de 2022

Francisco J. Marques e o ódio que os “lisboeiros” têm ao norte de Portugal


O Director de Comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, tem sido alvo de uma campanha caluniosa da parte dos me®dia de Lisboa, nomeadamente no canal CMTV que, através da jornaleira borrachona Tânia Laranjo, tratou de (mais uma vez) levar a mentira desbragada ao povo português.

Neste esforço de desinformação, por parte da CMTV, há que sublinhar o papel da jornaleira Mariana Águas (as mulheres da família Águas nunca foram grande espingarda), o benfiquista Diamantino Miranda (o tal que foi expulso de Moçambique, considerado Persona Non Grata por aquele país, e agora entretém-se a comentar os problemúnculos da vida pessoal de outrem).

Porém, a pior prestação opinativa veio de uma advogada que participou ontem em um programa da CMTV, que é filha de um conhecido dirigente histórico do MRPP. Aquele estafermo causídico partiu do princípio de que as “informações” fornecidas pela jornaleira Tânia Laranjo seriam verdades insofismáveis e, por isso, passou à condenação judicial de Francisco J. Marques, em directo na TV, ao vivo e a cores.

O Jornal de Notícias publica aqui o desmentido oficial de Francisco J. Marques. Sinceramente espero que a CMTV vá parar a tribunal por calúnia, assim como o referido estafermo causídico que condenou o Francisco J. Marques em praça pública e sem julgamento.

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terça-feira, 22 de junho de 2021

quarta-feira, 4 de março de 2020

A sanha da capital-do-império-que-já-não-existe contra o FC Porto


Na passada Segunda-feira, o FC Porto passou para o primeiro lugar no campeonato nacional, e imediatamente os poderes fácticos lisboetas se insurgem contra o clube, chegando ao ponto de revistar a casa de Iker Casillas.

Naturalmente que tiveram que dizer ao povo do norte que iriam fiscalizar “todos os clubes”: se assim não fosse, não conseguiriam disfarçar a sanha prepotente do poder centralizador da capital-do-império-que-já-não-existe.