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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Boicote do mundial de futebol aos jogos a realizar nos Estados Unidos


A Federação Alemã de Futebol já veio a público manifestar a forte possibilidade de boicotar os jogos de futebol da Alemanha em território americano; e a França e a Espanha também já colocam essa possibilidade. Países como a Áustria, Bélgica, Países Baixos, e a Noruega, também colocam a possibilidade de seguir a Alemanha e a França no boicote aos seus jogos em território americano.

Isto significa que os países europeus, em geral (como a excepção dos palhaços da Federação Portuguesa de Futebol, da Inglaterra, Escócia, País de Gales, Eire, Irlanda do Norte, Eslováquia, Suíça), poderão jogar no México e/ou no Canadá.

Convenhamos que as sete melhores selecções da Europa podem não jogar nos Estados Unidos por razões de segurança em relação aos seus adeptos: o regime de Donald Trump é imprevisível, e é possível que adeptos europeus sejam assassinados a sangue-frio pela polícia federal trumpista.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

O Benfica agradece ao Marega e ao “efeito Joacine”


1/ Na época 2016/17, o Marega foi jogador do Vitória de Guimarães; durante um determinado jogo do Vitória, um grupo de espectadores--- vou repetir: um grupo — berrou repetidamente “Marega vai pró caralh*”. Acto contínuo, o Marega intempestivamente saiu do campo de jogo, deixando a sua própria equipa a jogar com menos um jogador. O Marega borrifou-se para a sua equipa: o que interessou ao Marega foi contrariar esse grupo de adeptos, e afirmar publicamente que não estava disponível para ir “pró caralh*”.

O Marega é isto. O Marega tem um ego do tamanho do universo e uma inteligência de galinha.

2/ Eu vi o jogo de ontem (entre o Vitória e o FCP) pela televisão e não me apercebi de quaisquer invectivas racistas, vindas do público, contra Marega.

3/ Os 2 (dois) comentadores da SPORT TV1, que estavam no campo de jogo, também não se aperceberam de quaisquer insultos racistas vindos das bancadas, dirigidos ao Marega.

4/ O treinador do Vitória não se apercebeu de qualquer insulto racista contra Marega. Não tenho razões objectivas para duvidar da palavra dele.

5/ Não quero dizer com isto que não tenham existido insultos racistas contra Marega; o que eu coloco racionalmente em causa é a dimensão do problema criado pela interacção desse pequeno grupo de adeptos, por um lado, e Marega, por outro lado; e esse problema foi alimentado pelos me®dia. O Marega sabia bem o que estava a fazer.

Provavelmente terá sido um grupelho de 30 a 50 adeptos do Vitória a insultar Marega; e este pequeno incidente foi transformado, pelos me®dia, controlados pela extrema-esquerda (por exemplo, pelo radical emasculado Miguel Guedes, na TVI24), em uma espécie de desastre nacional.
De repente, “Portugal é um país profundamente racista” (como afirmou o Pedro Marques Lopes; excepto ele, obviamente: ele parece não ser português).

6/ Graças ao Marega e ao seu incomensurável ego e cérebro de galináceo, os me®dia falaram mais do “racismo de todos os portugueses” do que da vitória do FC Porto. Veio mesmo a calhar aos me®dia lisboeiros. O Benfica agradece ao Marega e à Joacine "Vai-te Katar" Moreira. Talvez tenha chegado o momento de mandar o Marega “pró Benfica”.


Nota: eu sou sócio do FC Porto.


Adenda: a cultura de vitimização, adoptada pelas “elites”

O teórico esloveno Slavoj Žižek contou uma anedota que caracteriza bem a Esquerda actual.

Numa sinagoga, o rabino rasga as vestes, gritando:

— “Ó Javé, eu sou um pecador e não mereço a tua misericórdia!”.

E um judeu rico, chamado ao púlpito, secundou o rabino:

— “Ó Javé, não tenhas pena de mim e castiga-me, porque sou um pecador!”.

E um judeu pobre, andrajoso, tartamudeou na plateia:

— “Ó Javé, ajudai-nos que somos todos pecadores!”

E diz o judeu rico para o rabino, apontando para o judeu pobre:

— ¿Quem é que essa criatura pensa que é?!!!

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Falta meio-campo à Selecção de Portugal

 

Eu já tinha chamado à atenção para o erro de escolha de Fernando Santos, quando não seleccionou jogadores de meio-campo com “cabedal” — por exemplo, o Sérgio Oliveira, do FC Porto. Com a ausência de Danilo, por lesão, o meio-campo da Selecção portuguesa é de peso-pluma.

Hoje, no jogo com Marrocos, notou-se a precariedade do meio-campo de Portugal: não só a equipa não conseguia segurar a bola, como qualquer encontrão de um adversário anulava a nossa posse de bola.

Eu não sei como o Fernando Santos vai resolver o problema que ele próprio criou (quando seleccionou mal). Quando é preciso um meio-campo com maior preponderância física, ficamos a ver os adversários a passar.

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quarta-feira, 30 de maio de 2018

O seleccionador Fernando Santos parece ter uma alergia ao FC Porto

 

O lateral direito Ricardo foi seleccionado por Fernando Santos porque já saiu do FC Porto (foi transferido para o Leicester).

Enquanto foi do FC Porto, o avançado André Silva não foi seleccionado; mas logo que ele saiu para Itália, o benfiquista Fernando Santos foi buscá-lo para a Selecção.

O médio Sérgio Oliveira poderia perfeitamente ser um reforço do meio-campo; mas ele joga no FC Porto, o que faz com que não seja seleccionável.

O Fernando Santos foi buscar um tal Mário Rui (um ilustre desconhecido) para lateral esquerdo da Selecção. E o Mourinho foi buscar o lateral esquerdo do FC Porto, Diogo Dalot, para o Manchester United — o que faz com que o Diogo passe agora a ser seleccionável, mas só depois de sair do FC Porto.

O problema do Seleccionador Fernando Santos é o FC Porto. Ou melhor: é o medo de seleccionar jogadores do FC Porto. Mas logo que eles saem do FC Porto, vai imediatamente buscá-los para a Selecção.

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

O português em destaque

 

O que nos falta em Portugal, são timoneiros. Temos um na Selecção de Futebol.

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

O problema de Portugal foi o meio-campo

 

Dois protagonistas do meio-campo português que estiveram abaixo do desejado: João Moutinho e João Mário.

André Gomes esteve bem, e Danilo cumpriu os mínimos desejáveis — ao contrário do que imprensa lisboeira diz, porque o jogador é do FC Porto. Se Danilo fosse lampião, seria o melhor do mundo.

Um trinco (nº 6) não é um nº 10! Danilo não tem que avançar sistematicamente no terreno, principalmente se a equipa adversária joga em contra-ataque, por um lado, e por outro lado quando os nossos defesas laterais jogam adiantados.

Em vez de João Moutinho, Renato Sanches. Em vez de João Mário, Rafa — mantendo-se o André Gomes e o Danilo. E ganhamos o próximo jogo “sem espinhas”.

terça-feira, 8 de março de 2016

A histeria instalou-se no FC Porto

 

Os me®dia lisboetas ganharam a batalha. Falta saber se ganharão a guerra.

Começaram por dizer que a tradicional disputa regionalista do FC Porto era um anacronismo; minaram a mística regionalista do clube, e os passarinheiros da ribeira do Douro que arribam a Lisboa e ao Terreiro do Paço, foram os primeiros a cair na lógica lisboeira do Miguel Sousa Tavares acerca do FC Porto.

Depois de controlar uma dúzia de iluminados ditos “portistas” a soldo dos me®dia lisboetas, a táctica me®diática avançou no sentido de dividir a opinião dos adeptos e sócios do FC Porto em geral. E, finalmente, depois de dividir os sócios, os me®dia da capital-do-império-que-já-não-existe furaram a famigerada blindagem do balneário do FC Porto.

Não há dúvida de um facto: a permeabilidade do FC Porto em relação aos me®dia lisboeiros é devida, em grande parte, à direcção do FC Porto. Faltou cerrar fileiras e proibir a entrada dos me®dia, à moda de Pedroto. É este trabalho de blindagem do clube que terá que ser feito urgentemente.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O critério duplo da capital-do-império-que-já-não-existe

 

Quando o Benfica ou o Sporting jogam, abrem-se os telejornais lisboeiros com as notícias dos jogos.

Quando o FC Porto joga, a capital-do-império-que-já-não-existe faz de conta que o jogo não existiu.

terça-feira, 21 de julho de 2015

O “fim de ciclo” do FC Porto

 

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Os jornaleiros dos me®dia lisboeiros devem estar com uns cornos do tamanho da cidade.

terça-feira, 7 de julho de 2015

O árbitro Marco Ferreira e o “Apito Encarnado”

 


Vítor Pereira ou sai ou terá que ser demitido.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

A máfia benfiquista

 

Final da Taça da Liga 2015, Benfica X Marítimo, árbitro Carlos Xistra.

 

terça-feira, 19 de maio de 2015

Futebol: azar do benfiquista Tóni no Tractor Sazi, do Irão

 

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O clube treinado pelo benfiquista Tóni no Irão, o Tractor Sazi, estava à frente do campeonato antes da última jornada por diferença de golos em relação ao seu rival, o clube Naft Tehran, e a um ponto do terceiro lugar ocupado pelo clube Sepahan. No fim do jogo, e depois de um empate com o Naft Tehran por 3-3, os adeptos do Tractor Sazi já festejavam a vitória do campeonato porque tinham recebido a informação (errada) pela televisão que o Sepahan tinha empatado por 2-2, quando de facto ganhou por 2-0.

Tractor Sazi de Tóni já não ganha o campeonato iraniano há 52 anos.

domingo, 17 de maio de 2015

O Benfica ganhou o campeonato por demérito do FC Porto

 

Depois de não ter aproveitado as várias escorregadelas do Benfica, e apesar da arbitragem “concertada” do Senhor Vítor Pereira, o FC Porto não mereceu ganhar o campeonato. O FC Porto perdeu o campeonato por culpa própria, e não por mérito do Benfica.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Os cães raivosos manifestam-se contra o FC Porto

 

Soltaram-se os cães; depois do António Oliveira, os cães foram surgindo paulatinamente das respectivas tocas. Agora é a vez do ressabiado António Sousa, que foi alguma coisa no futebol à custa do FC Porto, mas depois, armado em “pesetero”, foi tentar fazer render a fama para a cidade prostituta.

Depois do FC Porto, António Sousa nunca mais foi ninguém. E ao contrário de outros ex-jogadores do FC Porto que ficaram no clube, o pesetero (ele e o Jaime Pacheco, os dois ressabiados) perdeu a possibilidade de qualquer colaboração com o FC Porto.

Só um ressabiado não reconhece que o Benfica foi levado ao colo esta temporada, não só pela arbitragem mas também pela direcção da Federação Portuguesa de Futebol.

sábado, 2 de maio de 2015

O Fernando Gomes que não venha ao Porto #SomosPorto

 

Se eu fosse o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, o Fernando Gomes, teria muitas cautelas se viesse aqui ao norte; viria disfarçado ou incógnito por um período curto; ou então deixava-me estar quieto lá por Lisboa. Aliás, ele também é daqui da região e deve saber que, por vezes, somos pouco higiénicos: limpamos-lhe o sebo em vez de lhe dar banho.

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes, que é responsável máximo pelo futebol português, por um lado, e por outro lado, o presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, Vítor Pereira, legalizaram em Portugal o conceito de “corrupção no futebol”. A corrupção no futebol passou a ser legal por via do dirigismo de topo.

Não se trata agora de “corrupção dos árbitros” entendida literal- e directamente: trata-se de corrupção do dirigismo desportivo ao seu mais alto nível.

Por exemplo:

1/ A nomeação do árbitro João Capela para dirigir o próximo jogo entre o Benfica e o Gil Vicente — sabendo-se que o mesmo árbitro (o João Capela) já tinha dirigido o outro jogo entre o Benfica e o Gil Vicente da primeira volta do campeonato, e em que beneficiou descaradamente o Benfica com um golo em fora-de-jogo de mais de três metros — é sinal ostensivo de corrupção do mais alto dirigismo no futebol português.

2/ As declarações do presidente do Sporting Clube de Portugal, Bruno de Carvalho, segundo o qual o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, lhe tinha garantido vitórias no campeonato em troca de uma aliança entre os dois clubes contra o FC Porto — essas declarações nunca foram investigadas pela Polícia Judiciária, exactamente porque já não estamos aqui propriamente a falar de corrupção de árbitros: a corrupção e o tráfico de influências no futebol português atingiu um nível tão alto que qualquer investigação da Polícia Judiciária colocaria em causa a própria Federação Portuguesa de Futebol e os seus dirigentes máximos.

Portanto, perante isto, o adepto do FC Porto não pode fazer nada senão garantir que Fernando Gomes não visite os seus familiares aqui no norte. Ou então que venha camuflado, porque é muito difícil passar incógnito na cidade do Porto por muito tempo. Ele deve saber bem a índole do povo nortenho, e por isso deve tomar as devidas precauções.

domingo, 19 de abril de 2015

Onde pára o Benfica de Jorge Jesus?

 

Vemos aqui em baixo (clique na imagem para ampliar) a classificação dos 20 melhores clubes de futebol da Europa.

 

ranking da uefa

sexta-feira, 17 de abril de 2015

A imprensa lisboeira: “¿ Lopetegui?! São verdes!”

 

Acabei de saber que Lopetegui é querido pelo Real Madrid para treinar a sua equipa na próxima época. Repito: Lopetegui, e não Jorge Jesus. Mas quando a imprensa lisboeira se refere a Lopetegui diz sempre que “são verdes... não prestam...!”

Quanto ao Jorge Jesus, só se for num clube turco... ou búlgaro, para que ele continue a “bulgarizar-se”. Jorge Jesus é o único treinador português que na Bulgária é “bulgar”.

domingo, 12 de abril de 2015

O “colinho” do Benfica

 

No mesmo dia em que anulam um golo limpo ao FC Porto no jogo com o Rio Ave, vemos aqui em vídeo um exemplo do “colinho” do Benfica com o “penalty” marcado no jogo com a Académica. Com o Benfica não é preciso “apitos dourados”: basta haver apito em cada jogo.