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sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Da república das bananas do Brasil, podemos esperar tudo

bolsonaro condenado webJair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por um tribunal politicamente comprometido com a Esquerda radical marxista, e sem qualquer possibilidade de recurso judicial para a neutralidade de um tribunal superior — uma vez que o Supremo Tribunal brasileiro, que condenou Jair Bolsonaro, é a instância máxima judicial brasileira e está comprovada- e ideologicamente ligada a Lula da Silva.

Por aqui verificamos que o Brasil de Lula da Silva é uma república das bananas.

O que é também preocupante é o facto de a imprensa portuguesa — neste caso, a Agência Lusa — não perceber que os tribunais de recurso são essenciais para uma Justiça saudável.

No caso de Jair Bolsonaro, não houve justiça, mas uma decisão arbitrária de um tribunal desautorizado.

A Esquerda brasileira está a pôr-se a jeito. E depois berram que “a culpa é da Direita”.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

O Brasil já não tem um sistema “democrático liberal” (passo a redundância)


O Brasil não tem um futuro auspicioso.

Do ponto de vista económico, o Brasil “entrou pelo cano”: com taxas de juros na ordem dos 12%, um défice orçamental de 10%, a moeda (o Real) na retrete com o valor mais baixo face ao US Dollar da sua história; mas, nos me®dia portugueses, ninguém fala deste assunto, porque qualquer menção da realidade da economia brasileira seria criticar o São Lula e bendizer o “malvado” Jair Bolsonaro.

Do ponto de vista da organização administrativa e política do país, o Brasil necessita de uma reforma profunda sem a qual o país está condenado a entrar paulatinamente por uma via autoritarista que inibirá a criatividade dos cidadãos em geral, e o progresso da sociedade como um todo.

O Brasil é o único país do chamado “Ocidente” em que um Supremo Tribunal de Justiça, ou um único juiz desse tribunal (por exemplo, Alexandre de Moraes), dá ordens directas de prisão a um cidadão. O Brasil é o único país do mundo em que um juiz do Supremo Tribunal de Justiça é chamado de “ministro”, quando deveria ser chamado de “magistrado”.
O Brasil confunde o magistério e o ministério.

Por exemplo, nos Estados Unidos, o Supremo Tribunal de Justiça é um órgão de consulta e de decisão em matéria legislativa. O Supremo Tribunal dos Estados Unidos não dá directamente ordem de prisão a um qualquer cidadão.



No Brasil, o Supremo Tribunal de Justiça é um órgão de acção política.

No Brasil, não existe a separação clara entre o poder judicial, por um lado, e o poder executivo e o poder legislativo, por outro lado.
O Brasil tem uma Constituição suicida.

No final do seu mandato, o presidente do Brasil Jair Bolsonaro (com o apoio do Congresso) concedeu um indulto presidencial ao ex-deputado federal Daniel Silveira.

O “ministro” do Supremo Tribunal brasileiro, Alexandre de Moraes, anulou arbitrariamente o indulto presidencial por motivos políticos. E, segundo parece, a Constituição brasileira prevê que um “ministro” do Supremo Tribunal possa anular arbitrariamente uma decisão do presidente do país.

O Brasil está f*d*do!   Não vejo lura por onde saia coelho.

quinta-feira, 27 de outubro de 2022

¿Por que razão a Esquerda ganha quase sempre as eleições? Porque mente apaixonadamente !


A Direita, em juízo universal e por motivos culturais, tem mais dificuldade em mentir (politicamente) do que a Esquerda.

A Direita (propriamente dita) não é prometaica — é esta uma das razões por que o IL (Iniciativa Liberal), sendo um partido de índole utopista e transumanista ("Os Amanhãs Que Cantam" da pseudo-ciência), não é um partido de direita.

lula vs bolsonaro web

Quando o Carlos Fiolhais (por exemplo) diz que apoia o Lula da Silva porque este defende a ciência (afirmando, pelo contrário e literalmente, que o Jair Bolsonaro não apoia a ciência), o que ele está a fazer é transformar a ciência em ideologia.

“A ciência adapta a teoria à realidade, ao passo que a ideologia adapta a realidade à teoria.” — (Mathias Desmet, "The Psychology of Totalitarianism", 2022, página 44).

carlos fiolhais a ideologia da ciencia webA partir do momento em que o Carlos Fiolhais continua a afirmar a importância das ditas “vacinas” COVID-19 (que não vacinam nada nem ninguém), quando se verificou já o descalabro que estas causaram nas sociedades ocidentais, constatamos que gente como o Carlos Fiolhais transforma a ciência em pura ideologia.

«O totalitarismo é, em última análise, o corolário lógico de uma obsessão generalizada com a ciência, a crença na criação artificial de um paraíso na Terra: “A ciência tornou-se em um ídolo que curará, magicamente, os males da existência [humana] e transformará a natureza do ser humano” ['As Origens do Totalitarismo', Hannah Arendt]» — idem, página 48.

O Carlos Fiolhais é uma vergonha. O rei vai nu.

domingo, 2 de outubro de 2022

Se o Lula ganhar, ¿será que o “viado” vai voltar?

viados-brasileiros-web


Podem esperar sentados: “viado” veio para ficar.
Essa coisa de “Bolsonaro e tal” é uma boa desculpa para “viado” imigrar.

Lisboa é hoje uma “viadagem” brasileira.

sábado, 2 de julho de 2022

Marcelo Rebelo de Sousa, o pior Chefe de Estado português de todos os tempos

marcelada no brazil web

“Marcelo merecia que o Presidente brasileiro mandasse recambiar o seu avião de volta a Lisboa e nem sequer o deixassem entrar no país, pela ofensa de se ir imiscuir nos assuntos internos de outro país e em tempo sensível de pré-campanha eleitoral. O Estado português tem de se dar ao respeito e respeitar os outros Estados.”

Marcelada no Brasil

quarta-feira, 2 de março de 2022

Os amigos do Jair Bolsonaro

os-amigos-do-bolsonaro-web

Faltam ali, na fotografia, o Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, e o Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba. Com estes dois, o quadro dos amigos do Jair Bolsonaro fica completo.

Em política externa, a diferença entre Lula da Silva e Jair Bolsonaro é praticamente nenhuma.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Olavo de Carvalho começa já a fazer muita falta ao Brasil


Nós não devemos criticar os Estados Unidos quando invadem outros países (por exemplo, GWB invadiu o Iraque, ou Obama que invadiu a Líbia), e simultaneamente apoiar a Rússia quando esta invade, por exemplo, a Ucrânia. Porém, é isto que uma certa Direita faz, nomeadamente uma certa Direita “bolsonarista” no Brasil.

bolsonaro russia web


Quando ouvimos os comentários de Bolsonaro em relação à invasão da Ucrânia por parte da Rússia, percebemos que ele não “se põe de fora” do apoio a Putin:

«In a news conference on Sunday, Brazil's president Jair Bolsonaro mocked Ukrainian President Volodymyr Zelensky - saying his counterpart's people had placed their hopes in the hands of a comedian.
Bolsonaro has refused to condemn Russia's invasion and on Sunday said Brazil would stay "neutral" in the conflict, adding that Brazil and Russia are "practically brother nations”.
"We will not take sides, we will continue being neutral, and help with whatever is possible," Bolsonaro said. "A big part of Ukraine's population speaks Russian."
He claimed he also held a two hour discussion with Putin on Sunday, but the country's foreign ministry later clarified that he was referring to his visit to Moscow earlier this month.»

Por um lado, Bolsonaro diz que defende a neutralidade política em relação à invasão da Rússia; mas, por outro lado, Bolsonaro diz que “uma grande parte da população da Ucrânia fala russo” — o que é falso, porque 17% da população de etnia russa na Ucrânia não é “uma grande parte”: é uma minoria.

Na Ucrânia, é certo que cerca de 30% da população fala russo, mas destes 30%, apenas 56% têm o russo como língua nativa (são biologicamente russos) — o que reduz a etnia (biológica) russa da Ucrânia para 17% do total da população.

O argumento de Bolsonaro é (metaforicamente) o seguinte: “mais de 50% da população portuguesa fala inglês, e por isso é, no mínimo, defensável que os ingleses reclamem a posse do território português”.

Sem mais comentários acerca do argumentário de Bolsonaro!


Vejamos agora este comentário:


“A Pax Americana terminou efectivamente com a invasão da Ucrânia. Essa a enorme surpresa. Que o tenha surpreendido a si, a mim e a muitos mais é normal.

Certamente Putin meditou no assunto e nas sanções, nas que já sofre e nas que vai sofrer. Mas o mais importante é estarmos a assistir a uma nova relação de forças no mundo. A invasão da Ucrânia é apenas o princípio. Agora é estar atento ao que se vai seguir.”

Olavo de Carvalho falou-nos amiúde do conceito de Fé Metastática, de Eric Voegelin, que é característica do movimento revolucionário. A Fé Metastática é a crença de que é possível mudar a natureza fundamental da realidade, o que, segundo Eric Voegelin (in “Ordem e História”), não é possível.

Resumindo o conceito de Fé Metastática em uma noção que os portugueses entendem:

A Fé Metastática é sinónimo dos “amanhãs que cantam”.

“Os “amanhãs que cantam” (ou fé metastática) fazem transfigurar a percepção que os revolucionários (de Esquerda, e agora também de Direita) têm da estrutura da realidade, e produzem a crença em uma subsequente emergência de uma ordem superior à actual (ou mesmo uma ordem paradisíaca).

Ora, existe uma “Direita revolucionária” que apoia — claramente ou de forma ambígua — a instauração de um regime totalitário (ou, no mínimo, autoritarista) para “combater os males do mundo”; e Putin assume o papel messiânico de trazer ao mundo essa nova ordem mundial dos “amanhãs que cantam” — desta vez são os “amanhãs que cantam” da nova “Direita”, e não já da Esquerda marxista.

Naturalmente que uma “Direita revolucionária” não é Direita; é uma caricatura da Esquerda (por exemplo, o regime nazi).

Para Bolsonaro (e para esta Direita revolucionária que também temos em Portugal), a invasão de Putin à Ucrânia é o prenúncio dos “amanhãs que cantam” (a Fé Metastática) que vai retirar o Brasil, de uma forma automática e sem qualquer esforço, da situação de deficiência económica endémica em que vive: para Bolsonaro, a culpa da situação do Brasil não é interna!: pelo contrário, a culpa é dos outros países do mundo ocidental, e Putin é o símbolo revolucionário que irá contribuir para resgatar o Brasil e conduzir este país para uma transfiguração radical (automática) da sua realidade, seguindo os “amanhãs que cantam” da nova Direita.

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

O governo do estado de São Paulo parou, para investigar o internamento de Olavo de Carvalho


O internamento de Olavo de Carvalho em um hospital público, na cidade de São Paulo, passou a ser a prioridade maior do governo do estado Paulista — parece que a esquerda brasileira não tem mais nada do que fazer, senão investigar se Olavo de Carvalho “furou a fila” do hospital.

internamento olavo web


“A internação de Olavo de Carvalho, o guru de Bolsonaro, no InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas) segue sendo investigada pela Assembleia Legislativa de São Paulo por causa da suspeita de que ele tenha furado a fila para entrar na instituição, em Agosto.

Na terça (26), o superintendente do complexo do Hospital das Clínicas, António José Rodrigues Pereira, participou de uma audiência para responder oficialmente sobre o assunto pela primeira vez. E negou que tenha havido fraude à fila.

Segundo Pereira, Olavo de Carvalho chegou à instituição de ambulância e, como qualquer outro paciente do SUS (Sistema Único de Saúde), foi internado no InCor. »


O que se está a passar no Brasil, actualmente, é muito triste. Trata-se de uma guerra das elites (judiciárias, políticas e “intelectuais” esquerdistas) contra o povo brasileiro.

sábado, 18 de setembro de 2021

O estado a que chegou o Estado, no Brasil...!


No Brasil, o sistema judicial constitui-se como um governo sombra, em clara oposição política ao actual executivo federal de Jair Messias Bolsonaro. Isto significa que o sistema judicial não é (nem tenta ser) politicamente neutro.

Por exemplo, esta notícia:

justica-brasil-web

“A Justiça Federal do Rio de Janeiro deferiu liminar que proíbe o governo federal de "praticar qualquer acto institucional atentatório à dignidade intelectual" de Paulo Freire. A decisão da juíza Geraldine Vital, da 27ª Vara Federal do Rio de Janeiro, engloba servidores públicos, autoridades e integrantes do actual governo, que serão multados em R$ 50 mil caso não respeitem a ordem.”


Em Portugal temos o Artº 185 do Código Penal (“ofensa à memória de pessoa falecida”), que diz que “quem ofender gravemente a memória de pessoa falecida, é punido com pena de prisão até 6 meses”.

Porém, se a “ofensa” corresponder à verdade dos factos constatados empiricamente, deixa de ser punível.


No Brasil, a decisão de a “ofensa” ser punível (ou não punível), é arbitrária: depende do tribunal e da opinião de um qualquer juiz, por um lado, e de quem profere a putativa “ofensa”, por outro lado.

Se a “ofensa” tiver origem na Direita política, é certo que irá ser censurada discricionariamente pelo sistema judicial — e independentemente de a “ofensa” corresponder à verdade dos factos verificados empiricamente.

Para o sistema judicial brasileiro, não interessa se aquilo que se diz (neste caso) de Paulo Freire é verdadeiro, ou não.

Quando a “justiça” brasileira (protagonizada por juízes esquerdistas e politicamente activistas) pretende censurar qualquer opinião relevante oriunda da Direita, incorre sistematicamente em actos gratuitos, o que revela que o sistema político brasileiro se encontra em roda livre, à espera, quiçá, de uma urgente intervenção militar.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Eu não sei se é uma agenda política (dos me®dia), ou pura estupidez natural

“Todos os dias, depois de engolirem impávidos e serenos tudo o que o poder e a DGS lhes digam ou o contrário, os pobres diabos dos telejornais têm dois pequenos momentos obtusos sobre o Brasil e os EUA. O conteúdo é planeado e escrito por uma combinação de imbecis e chicos-espertos.”

A horinha dos imbecis



Covid-15-5

domingo, 29 de março de 2020

O que disse o comunista Daniel Oliveira acerca de Jair Bolsonaro

É inacreditável como o comunista Daniel Oliveira continua a ser patrocinado pelo globalista (e Bilderberger) Pinto Balsemão que é, por sinal, o fundador do Partido Social Democrata.

No vídeo abaixo e em directo num programa da SICn, o referido comuna afirmou que “não lamentaremos morte de Bolsonaro por Coronavirus”.

Há coisas que podemos dizer num blogue, como é o meu caso; mas será difícil justificar que se digam num programa de televisão com audiência nacional.

Eu defendo aqui veementemente a ideia segundo a qual – à semelhança de milhões de portugueses -- eu não lamentaria a morte do Daniel Oliveira, por Coronavirus ou por outra razão qualquer; e vou mais longe: eu até patrocinaria a morte dele, e contribuiria activamente para as festividades fúnebres que se seguissem a um tão fausto acontecimento.