Elon Musk é o exemplo acabado do super-charlatão do século XXI, uma espécie de Álvaro dos Reis globalista.
A grande mentira que os me®dia coniventes alardeiam é de que o carro eléctrico poderá substituir o carro a motor de combustível fóssil. E já nem falo nos aspectos ambientais!: talvez a maior aldrabice do politicamente correcto é afirmar que o carro eléctrico é mais amigo do ambiente do que o carro a combustível fóssil. Totalmente falso.
Por exemplo, para substituir os carros de combustível fóssil, apenas na Califórnia, por carros eléctricos, serão necessários:
- 134% da produção mundial actual de cobalto;
- 67% da produção total mundial de neodímio;
- 50% da produção total mundial de lítio;
- 34% da produção total mundial de cobre.
Isto é só para a Califórnia!
Agora imaginem o que é substituir os carros todos do mundo inteiro! A solução seria a crosta do planeta Terra totalmente esburacada com novas minas de cobalto, de lítio, de neodímio, e de cobre.
A substituição de todos os automóveis de combustível fóssil do mundo, por carros eléctricos, é absolutamente impossível.
A agenda política globalista — patrocinada pela extrema-esquerda caciquista que é financeiramente sustentada pelos plutocratas americanos — é a da restrição radical do automóvel privado: apenas os ricos e as elites terão acesso ao automóvel privado e à mobilidade facilitada.
O resto da população terá o estatuto do chinês circunscrito à sua cidade, a andar a pé ou de bicicleta, e ferozmente controlado pelo Estado.
É disto que se trata quando falamos do “progresso do carro eléctrico”.