terça-feira, 31 de março de 2020

O Coronavirus ou “vírus da China” é uma arma biológica


«Researchers at DeCode genetics have found 40 mutations of the coronavirus in Iceland alone; one individual had been infected by two variants at the same time.»

Iceland has good and bad news about the Coronavirus

islandia-coronavirus-web

Investigadores descobriram que o chamado “vírus da China” sofreu (pelo menos) 40 mutações, e apenas na Islândia. Cada mutação do vírus corresponde a uma estirpe, ou a uma subespécie do vírus (variantes). Descobriram também que uma pessoa islandesa foi infectada simultaneamente por duas estirpes (duas variantes) do vírus da China.

Estas descobertas científicas permitem afirmar que o vírus da China não é um simples vírus: é uma arma biológica de origem chinesa — 40 variantes de um mesmo vírus, e apenas em um território minúsculo como é a Islândia, indiciam engenharia humana.

Imaginem a quantidade de variantes que o referido vírus pode assumir em um país com a população dos Estados Unidos... !

Há dias escrevi aqui o seguinte:


“A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório (biológico) da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais.

Eu não tenho dúvidas nenhumas acerca do seguinte: o regime comunista chinês — ao contrário do regime russo, construído sobre uma sociedade de tradição cristã — não tem qualquer pejo em sacrificar milhões dos seus próprios cidadãos para causar um qualquer dano ao Ocidente.

Nós não devemos ver a China com os olhos da tradição cristã ocidental: a mente chinesa funciona de modo diferente da nossa.”

Para os dirigentes do Partido Comunista chinês, a morte de alguns milhões de chineses é um pequeno dano colateral na actual guerra fria contra os Estados Unidos.