É neste “tom” que a imprensa peruana celebra a morte de Abimael Guzmán, o chefe histórico do Sendero Luminoso e genocida inveterado.
Já na imprensa portuguesa, por exemplo, o jornal Público (o jornal dos herdeiros de Belmiro de Azevedo) publica uma respeitosa notícia acerca da morte de um “revolucionário”.