Pelo menos aqui, no norte de Portugal, é vulgar o ápodo desagradável de “safardana” (porém, é preciso ter muito cuidado com os “crimes públicos” outorgados pelo Ministério Público).
“Safardana” sofreu uma evolução semântica, a partir de “sefardita” — da mesma forma que “madraço” (que significa preguiçoso, ocioso, vadio) refere-se a alguém que frequenta (ou frequentou) uma Madrassa (um madraçal islâmico, ou mesmo até o ISCTE).