sábado, 2 de outubro de 2021

A mentira das elites acerca do COVID-19 (I)


Se um canalizador afirmar que a água corre pela colina acima, desafiando as leis da gravidade e sem intervenção de uma bomba de água — qualquer pessoa minimamente inteligente se questiona acerca da razão por que o canalizador mente. Mas deve haver uma razão, ou várias razões, que levam o canalizador a mentir.

Uma das mentiras que (as elites) nos querem meter pelos olhos adentro, é a seguinte:

«se conseguirmos a imunidade de grupo (vulgo “imunidade de rebanho”) através da vacinação em massa, podemos fazer extinguir totalmente o espaço de manobra do vírus do COVID-19».

É a chamada “estratégia COVID-ZERO”.

predistigitar-covid19-webPorém, os dados epidemiológicos actuais são claros: as pessoas completamente vacinadas não só apanham o vírus, como também o transmitem. Claramente, a vacinação massiva não fará desaparecer o vírus.
Só uma mente com graves deficiências cognitivas (como é o caso da do António Lobo Xavier) não se apercebe do ridículo a que chegaram as elites com esta mentira.

Pela experiência acumulada com outros tipos de “vírus de corona” (semelhantes ao COVID-19), muito antes, até, de sabermos da existência do actual COVID-19, sabíamos já que era 100% inevitável e 100% previsível que não seria possível erradicar este tipo de vírus, por um lado, e por outro lado, que seria difícil atingir uma imunidade de grupo durável (porque este tipo de vírus muda constantemente).

Mais grave: os confinamentos, por um lado, e a vacinação em massa, por outro lado, criaram um conjunto de circunstâncias que interferem com a capacidade do nosso sistema imunitário de nos proteger contra outros tipos de vírus que afectam e atacam o sistema respiratório.
Tanto os confinamentos radicais, como a vacinação massiva, propiciam a evolução do vírus do COVID-19 através de mutações que podem ser mais perigosas, tanto para vacinados como para não-vacinados.

Em suma: confinamentos, vacinações em massa, e os complementos de vacinação (vulgo “boosters”), nunca foram capazes de cumprir as promessas feitas, pelas elites, ao povo.


A indústria farmacêutica americana (só a americana!) tem um “roll-over” anual de 1,3 biliões de Euros (ou 1,3 triliões de Euros, no Brasil) — e este número não inclui os lucros dessas empresas multinacionais.


A promessa (por parte das elites) de se atingir o "COVID-ZERO" é deliberadamente desonesta, e obedece a uma estratégia de estabelecimento de uma dependência farmacêutica na vida dos povos do mundo inteiro — e tira partido, de uma forma cínica e desumana, do desconhecimento geral do público nesta matéria.

Os confinamentos radicais, e a vacinação em massa em relação a este tipo de vírus, pretende instituir uma infindável política de vacinações sucessivas (injecções mensais, ou semanais até!), intencionalmente concebidas para substituir a imunidade natural contra os vírus respiratórios que surgem naturalmente dos abraços e dos apertos-de-mão, e das crianças que brincam juntas na escola.
As elites estão a fazer de nós, tolos.

Para além da força imensa do negócio das farmacêuticas, existem personagens sinistras (a aliança política entre os globalistas e os trotskistas) que se aproveitam da situação de medo generalizado, criado no público pelos Me®dia, para tentar restringir a liberdade política dos cidadãos — como está a acontecer, por exemplo, na Austrália, na Nova Zelândia, em Itália, no Vaticano, ou em França.
Estamos em presença da tentativa, por parte de políticos psicóticos, de uma sinificação do mundo, através de criação de Estados policiais.

Porém, o “Leitmotiv” da mentira das elites é, sem dúvida, o negócio das farmacêuticas — como podemos constatar, por exemplo, com a corrupção, por parte da PFIZER e da AstraZeneca, da primeira-ministra do estado de Nova Gales do Sul, na Austrália.


Estamos em presença de um truque de prestidigitação que subjaz a uma engenharia social a nível global, financiada pelas multinacionais farmacêuticas.