sábado, 28 de março de 2026

O ódio de Isabel Moreira em relação à Realidade

Ser de Esquerda é julgar os nossos adversários não só culpados dos seus crimes, mas também culpados dos nossos próprios crimes.

isabel-moreira-85210-webOs crimes perpetrados pela Esquerda são atribuídos aos seus adversários por gentalha esquerdóide como Isabel Moreira que nunca atribui o seu fracasso aos seus erros de diagnóstico, mas antes à putativa perversidade dos factos (a culpa ou é dos outros, ou então é da Realidade).

A única forma de lidar com Isabel Moreira (Partido Socialista) é através do ódio, retribuindo-lhe o ódio que ela destila ao seu (dela) redor.

Não há outra forma. Contra o ódio, só prevalece o ódio dobrado. E este ódio estende-se ao Partido Socialista que é hoje representado “de facto” por Isabel Moreira. Hoje, falar de Partido Socialista e de Isabel Moreira, é a mesma coisa.


O COI (Comité Olímpico Internacional) acaba de decidir que, a partir das Olimpíadas de Los Angeles 2028, apenas mulheres (biológicas, passo a redundância) que passarem por um teste genético único — o exame do gene SRY, que identifica a presença do cromossoma masculino Y — poderão competir em categorias femininas. Ou seja, as atletas “trans” deixam de ser elegíveis para disputar provas femininas nos Jogos Olímpicos.

¿Alguém acredita que a Isabel Moreira irá ceder na sua posição de apoio à participação dos atletas transgéneros no desporto feminino? Não acreditem.

Eu não tenho a certeza se a posição da Isabel Moreira acerca dos “transgéneros” é puramente ideológica, ou se é essencialmente baseada no tal ódio total que ela nutre carinhosamente em relação à Realidade — ademais, existe uma identificação de posições da actual Esquerda radical (de que faz parte Isabel Moreira) com a noção expressa por Hitler, em um determinado discurso, segundo a qual “Alles Muss Anders Sein!” (“Tudo tem que ser diferente do que é na realidade!”).

É no contexto deste ódio contra a Realidade que Isabel Moreira classifica liminarmente a influência da Natureza na vida humana como sendo negativa.

A Isabel Moreira (e a extrema-esquerda) é uma espécie de antítese de Nietzsche; mas como os extremos se tocam, acaba por assimilar os tiques nietzscheanos de síntese exclusivista em relação à Natureza.

Para Nietzsche, a Natureza é tudo; para a Isabel Moreira, a Natureza é nada. Ambos dependem do que a Natureza lhes dite subjectivamente.

Tal como Nietzsche, a Isabel Moreira manipula as emoções. A diferença é que Nietzsche era um literato, ao passo que a Isabel Moreira é uma medíocre técnica na área do Direito.

Para a Isabel Moreira, a emoção legitima posições políticas auto-contraditórias que transformam a Dissonância Cognitiva provocada no povo em um instrumento para acção política.

A utilização da emoção com arma política é de uma perversidade excruciante, porque impõe como válida a ausência de Lógica no discurso político. Aliás, foi isto o que Hitler fez. Porém, Isabel Moreira vai mais longe do que Hitler foi: ela pretende justificar a afirmação positiva do Absurdo mediante o primado da emoção sobre a Razão.

Afirmar que uma mulher é o mesmo que um homem, é absurdo — mas este absurdo é afirmado, aparentemente, por Isabel Moreira com um fervor “religioso” tal, que faria corar George Orwell.

A utilização, por parte de Isabel Moreira, da afirmação do Absurdo como arma política procura inspirar no povo, ao mesmo tempo, o medo e a compaixão (o medo em relação aos “fassistas”, a compaixão em relação aos transgéneros), procurando causar uma Dissonância Cognitiva geral mediante uma Estimulação Contraditória digna de um ente maligno.

A Isabel Moreira é uma anomalia, uma verdadeira aberração.