domingo, 26 de abril de 2026

Rui Tavares é perigosíssimo; temos um substituto à altura da Mariana Mortágua


Rui Tavares é certamente o político mais perigoso, porque pega em factos, manipula-os, altera-os e depois, a coberto daquela aura de intelectual de urinol e com a ajuda de jornalistas analfabetos funcionais, impõe uma realidade paralela ao mesmo tempo que acusa os outros de “fake news”.

É o político espertalhão da nossa praça. Pior do que ele só o José Pacheco Pereira.

Vejamos esta “notícia”:

«O porta-voz do Livre Rui Tavares acusou hoje o presidente do Chega de ter citado Adolf Hitler e um mito nazi no discurso da sessão solene do 25 de Abril quando repetiu diversas vezes a expressão "apunhalado pelas costas".»

Rui Tavares acusa André Ventura de citar Adolf Hitler e mito nazi na sessão solene

Segundo o historiador inglês Laurence Rees, no seu livro “The Nazi Mind” e logo no primeiro capítulo (eu tenho o original em língua inglesa), a frase “fomos apunhalados pelas costas” foi de autoria do marechal Paul Von Hindenburg, que de “nazi” tinha absolutamente nada, e foi proferida numa Comissão Parlamentar de investigação das causas da derrota alemã na I Guerra Mundial, e imediatamente a seguir ao fim da guerra — ainda não existia o partido nazi.

Independentemente de a frase do marechal Paul Von Hindenburg (“fomos apunhalados pelas costas”) constituir uma teoria da conspiração, ou não (eu penso que Hindenburg se baseou em factos concretos), a frase não é de autoria de Hitler ou do partido nazi que ainda não existia naquele momento.

Seria o mesmo que se disséssemos que o conceito nazi e de “super-homem”, da década de 1920, foi criado por Nietzsche que morreu em 1900: esta ideia só pode vir de uma mente deturpada, distorcida e formatada no sistema ortorrômbico, como a de Rui Tavares.