quarta-feira, 22 de julho de 2026

Luís Montenegro consegue ser mais ladrão do que António Costa

Eu conheço pessoalmente uma senhora viúva que tem uma reforma de cerca de 600 Euros; adicionalmente, ela tem uma pensão de viuvez de cerca de 300 Euros, a que ela tem direito pela morte do marido que trabalhou toda a sua (dele) vida. No total, ela recebe do Estado cerca de 900 Euros por mês, e paga de IRS anual cerca de 1 mês de reforma (900 Euros de IRS).

Ou seja, o Estado considera que uma pessoa que tem uma reforma de 600 Euros é rica suficientemente para pagar 900 Euros de IRS. Este é o Portugal do ladrão Luís Montenegro (ou de Luís Monta-o-negro).

A carga fiscal, com o Luís Monta-o-negro, aumentou — quando comparado com o tempo de António Costa — principalmente no IRS. O Luís Montenegro é o primeiro-ministro mais ladrão de que há memória republicana em Portugal.

A minha previsão é que dentro de meia-dúzia de anos, a classe média portuguesa terá uma carga fiscal de perto de 50% dos seus rendimentos, por um lado, e por outro lado, casos como o do ministro Luís Neves multiplicar-se-ão descontroladamente e com o apoio do partido único que é a união entre o Partido Socialista e o Partido Social Democrata, e com o beneplácito da maçonaria.

Não tardará muito, e quem ganhar 1.000 Euros mensais será considerado rico (pelo Estado), e quem ganhar 20.000 por mês terá abonos e subvenções fiscais. Isto tudo com o apoio do Partido Socialista, do Partido Social Democrata, da maçonaria e da IL [Iniciativa Liberal].