domingo, 4 de março de 2018

O feminismo é ideologia radical, e produz naturalmente anti-corpos na sociedade

 

O feminismo começou com as mulheres sufragistas — que não tinham em conta que, naquela época, nem todos os homens podiam votar (portanto, não se tratava apenas de uma “discriminação contra as mulheres”).

Depois surgiu o feminismo de segunda vaga, tipo “betty friedan” que foi o feminismo da pornografia, do aborto, das tetas à mostra, e das lésbicas.

Hoje temos um feminismo de terceira vaga, mais destrutivo do tecido social e conotado com o marxismo cultural que pretende destruir a cultura antropológica sem deixar impressões digitais.

Por muito que as actuais feministas tentem dourar a pílula, o feminismo actual é anti-social (sociopatia).

Vemos, por exemplo, na Suécia (que é um país em que existe um partido político feminista que está no governo) em que um imigrante islâmico viola uma menina de 13 anos e apanha 2 meses de prisão; e uma mulher apanha 2 anos de prisão por uma piada “ofensiva” contra os muçulmanos.

O feminismo actual já não é “feminista” — no sentido em que o foco da política dita “feminista” já não é a condição feminina entendida em si mesma, mas antes é o da mulher inserida em um regime político neo-marxista e para-totalitário.

Este “feminismo” marxista cultural cria anti-corpos naturais em qualquer sociedade onde ainda subsista um resquício de espírito crítico.


Sweden has just announced that it will introduce a U.N. resolution on Iran’s human rights record—at the same time as its leaders are being ridiculed worldwide for selling out Iranian women’s rights in their visit this week to Tehran.

- Hypocrisy: Sweden to present U.N. resolution on Iran’s human rights record

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