sábado, 15 de fevereiro de 2020

Eu concordo com a posição do Partido Comunista acerca da legalização da eutanásia


Desde logo, concordo com o termo “provocação da morte antecipada”, em vez de “eutanásia”: o termo “morte antecipada” é mais abrangente do que “eutanásia”. E, com todo o texto, concordo a 100 porcento (ler em ficheiro PDF).

O Partido Comunista põe a nu (no referido texto) o ideário político da legalização da provocação da morte antecipada : esse ideário faz parte da agenda política da plutocracia globalista (com origem nos Estados Unidos), a que obedecem caninamente os seus serviçais e caciques portugueses do Bloco de Esquerda, do Partido Socialista e do Partido Social Democrata.

Patricia MacCormackÉ nesse contexto ideológico, patrocinado pela plutocracia globalista, que verificamos (por exemplo) casos como o de Patricia MacCormack (na imagem), professora na universidade de Cambridge (pasme-se!), que lançou um livro com o título “The Ahuman Manifesto” (“O Manifesto Inumano”) — em que a dita “professora universitária” de Cambridge defende que se acabe com a espécie humana, para “salvar o planeta” — o que é um absurdo total!: se não existirem seres humanos para desfrutar da vida no planeta, qual é o sentido de “salvar” o planeta?!
Ao longo da História, verificámos que as famílias numerosas sempre assustaram os poderosos...

Os professores universitários actuais são cada vez mais assim...

Gente como Patricia MacCormack é alcandorada a posições de docência nas universidades ocidentais porque é subsidiada (através dos seus caciques locais) pelos globalistas dos países anglo-saxónicos. É esta a nova “elite” patrocinada pelo globalismo.

A legalização da provocação da morte antecipada faz parte de uma agenda política tenebrosa, diria mesmo, neofascista. Neste aspecto, o Bloco de Esquerda, o Partido Socialista e o Partido Social Democrata colaboram com essa agenda política neofascista globalista.

Ademais, a legalização da provocação da morte antecipada é inconstitucional, porque atenta contra o princípio da igualdade inscrito na Constituição; como se pode ler no texto:


«O princípio da igualdade implica que a todos seja reconhecida a mesma dignidade social, não sendo legítima a interpretação de que uma pessoa “com lesão definitiva ou doença incurável” ou “em sofrimento extremo” seja afectada por tal circunstância na dignidade da sua vida.»