Esta epidemia de Coronavirus revelou a enorme quantidade de hipocondríacos em circulação.
Hoje fui a uma farmácia (a farmácia Castro Carneiro, no Gaia Shopping; nunca mais lá volto!) e o respectivo funcionário não aceitou a minha receita em papel (eu tive que ler a receita em voz alta!) — apesar de a criatura estar com luvas e com máscara facial, e de eu estar a dois metros do balcão conforme uma fita vermelha que marcava a fronteira da “invasão dos clientes”.
Quando esta crise do covid19 acabar, e durante muitos anos, iremos continuar a ver os hipocondríacos com máscaras e com luvas nas ruas, a pretexto de que “tudo pode acontecer!”.