Winston Churchill escreveu:
“Tentar manter boas relações com um comunista é como fazer festas a um crocodilo. Nunca sabemos se devemos afagá-lo debaixo do queixo ou bater-lhe por cima da cabeça. Quando abre a boca, nunca sabemos se está a sorrir ou a preparar-se para nos comer.”
Está hoje na moda uma espécie de “comunismo emotivo e lacrimejante” em que, em vez de sorrir, o comuna chora-nos o coração; mas sorrindo ou chorando, o comuna prepara-se sempre para nos comer.
Há quem pretenda confundir “emoção” e “poesia/literatura”. Outro reaccionário — graças a Deus ! — escreveu o seguinte:
“O que se escreve a partir da emoção, é retórica. Os poemas forjam-se a frio”
Portanto, tentar apelar-nos para “um mundo onde não há desigualdades” é retórica de comunista lacrimante. É tentar enganar o leitor, utilizando a lágrima no olho. É estratégia manipuladora de filho-de-puta.
«O vício inerente ao capitalismo é a distribuição desigual de benefícios; a virtude inerente ao socialismo é a distribuição equitativa de desgraças.» — Winston Churchill
O texto do senhor António Figueiredo e Silva em PDF