Com Marcelo Rebelo de Sousa como Chefe de Estado, já não existe uma primeira-dama em Portugal; mas a propaganda do actual regime de Esquerda Goebbelsiana Me®diática quer ir mais longe: pretende instalar, na cultura antropológica portuguesa, a figura simbólica do “primeiro-damo”.
“This is the age of minorities; of groups that rule, rather than represent.”
~ G. K. Chesterton
Qualquer dia, o regime da Esquerda Goebbelsiana Me®diática transforma o palácio de Belém em um puteiro.
O Chefe de Estado não é apenas um símbolo político-partidário, simplesmente maioritário: deve ser, sobretudo, um símbolo cultural que represente a esmagadora maioria do povo português.
Sem uma cultura fundamental e universal, não há política coerente.