quinta-feira, 29 de abril de 2021

Trata-se da tentativa de criação de uma casta, por parte do monhé manhoso


No dicionário (entre outras coisas), “casta” significa o seguinte: “raça”; “geração”; “classe”. É no sentido das duas últimas noções que se utiliza (agora e aqui) a palavra “casta”.

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monhe-das-cobras-webO governo do monhé manhoso abre em Lisboa uma residência universitária reservada exclusivamente à construção social activa de uma casta (que é, por definição, geracional), de funcionários públicos.

O que o monhé manhoso (e os seus acólitos) pretende é a criação de uma casta (de uma continuidade geracional, de uma classe) de privilegiados tecnocratas (“paus bem mandados”, com uma obediência canina) que se reproduzam de geração em geração; por analogia: é como a casta dos “magistrados” preconizada por Platão na sua (dele) “República”.

Segundo a utopia de Platão, só a casta dos “magistrados” detém o poder político, e esse poder é transmitido hereditariamente aos futuros “magistrados”. Isto significa que, com a existência de uma casta, a ascensão social (preconizada pelo liberalismo clássico) é reservada às gerações produzidas pela casta.

Esta casta de “magistrados” (funcionários públicos) está destinada a cumprir estritamente as ordens do “legislador” (a nomenclatura globalista, protagonizada pelo leviatão da União Europeia); são os “paus mandados” que cumprem ordens, canina e acriticamente, e as impõem coercivamente ao povo; ou, pelo menos, é a intenção do monhé manhoso e dos seus ajudantes de criação desta casta.