O parlamento alemão fez passar uma lei que proíbe que os embriões de galináceos, com 6 dias de existência, sejam mortos — alegadamente porque os embriões são “sensíveis à dor”. A mesma lei proíbe a morte dos embriões por causa da prática de selecção de sexo dos futuros galináceos.
Na Alemanha, a vida de um embrião de uma galinha está mais protegida do que a de um embrião humano — na Alemanha, o aborto de embrião humano é legal até ao fim do primeiro trimestre de gravidez; e mesmo por outras razões facilmente invocáveis, o aborto pode ser legal, mais tarde durante toda a gravidez.
“Onde houver culto e veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos.”
(G. K. Chesterton)