Vejam aqui em baixo a fotografia da actriz escolhida para o filme The Odyssey (2026) para representar a mulher mais bela da mitologia grega, a Helena de Tróia. Desta feita, a actriz chama-se Lupita Nyongo, é negra retinta, feia como o breu, e nasceu no Quénia.
Imaginem, por exemplo, que um filme que conte a história de Graça Machel (mulher de Samora Machel e de Nelson Mandela) tivesse, como actriz, uma branca escandinava, loura e de olhos azuis. Cairia o Carmo e a Trindade!... e os dirigentes do Bloco de Esquerda e/ou do LIVRE praticariam imediatamente o Seppuku.
O realizador do filme foi mais longe: criou um personagem de nome Sinon (que não existe na mitologia grega acerca de Helena de Tróia) personificado por um transgénero (uma mulher transgénero, ou transsexual) chamado "Elliot" Page que se faz passar por um guerreiro machão grego.
Christopher Nolan foi obrigado a meter um transsexual na história e a afirmar que a Helena de Tróia era negra porque, de outro modo, o filme seria automaticamente banido dos Óscares pelos responsáveis pela “diversidade” de Hollywood.
É preciso boicotar este filme.
