sábado, 1 de agosto de 2026

Os apedeutas lulistas brasileiros escrevem na Wikipédia

Pesquisei no Google “dinastia alauita” e saiu-me este resultado em alegada “língua portuguesa”:

“Dinastia alauita é a atual família real do Marrocos. Os alauitas chegaram no Magrebe Ocidental (futuro Marrocos) no século XIII vindos da Arábia e ocuparam Tafilete. A dinastia foi fundada em 1631 por Ali Xarife, em meio aos tumultos que findaram o Sultanato Sádida no início do século XVII, e seu filho Arraxide pacificou o país e logrou tomar controle de todo o Marrocos.”

Isto não é português: é brasiguês. É digno de um analfabeto funcional ou, o que é pior, de um apedeuta de tipo Lula da Silva.

Imaginem que eu escrevo:

“Daniel Chapo é o actual presidente do Moçambique”.

Ou

“João Lourenço é o presidente da Angola”.

Qualquer angolano ou moçambicano diria que eu, se assim escrevesse, seria um analfabeto funcional; mas, no Brasil, quem assim escreve é editor da Wikipédia!.

Depois, o insigne editor da Wikipédia em “português” escreve:

“A dinastia foi fundada em 1631 por Ali Xarife, em meio aos tumultos que findaram o Sultanato Sádida”.

“Em meio aos” ?! “Em meio aos” o c*r*lho! e a put*-que-pariu!

Em português correcto:

  • “Daniel Chapo é o actual presidente de Moçambique”.
  • “João Lourenço é o presidente de Angola”.
  • “Pedro Sánchez é o presidente do governo de Espanha”.
  • “Macron é o presidente de França”.
  • “Carlos III é o rei de Inglaterra.”
  • “Maomede VI é o rei de Marrocos”.
  • “Bassirou Diomaye Faye é o presidente do Senegal”.
  • “Merz é o chanceler da Alemanha”.
  • “Ulf Kristersson é o primeiro-ministro da Suécia”.
  • “Donald Tusk é o primeiro-ministro da Polónia.”
  • “Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos”.

E por aí fora...

Estas coisas aprendem-se com a tradição cultural, com a leitura de obras clássicas escritas em língua portuguesa, e com a familiaridade intelectual com a língua falada. Não há Lula da Silva que o valha…