Primeiro, Pacheco apoiou publica- e incondicionalmente a imigração sem regras; entrou meio-mundo em Portugal e o Pacheco ficou contente — o Lumpemproletariado ganhou consistência.
Com mais de 1 milhão de imigrantes ilegais em um pais de 10 milhões de habitantes, surgiu o mercado negro no aluguer da habitação, por um lado, e por outro lado a escassez que faz subir o valor (o marginalismo nos preços). E o Pacheco sabia disto quando apoiou a imigração massiva — o que faz dele um porco.
O ser “porco”, no Pacheco, não é insulto: é uma característica endógena.
Para o Pacheco, vale tudo — vale até fazer do Lumpemproletariado a nova classe revolucionária, à moda do Bloco de Esquerda. Ora, a uma pessoa para quem tudo vale e sem limites éticos e ideológicos, chamamos de “porco”. É um suíno ideológico.
O porco do Pacheco chegou ao ponto de chamar ao PSD (ao partido que o acolheu e que fez dele um homenzinho) de “fassista” — porque grande parte dos comentários online de desaprovação em relação aos “ganzados” que o Pacheco adora vêm de votantes do Partido Social Democrata.
A porcaria do Pacheco inunda e imunda a discussão pública: primeiro o Pacheco contribuiu para a criação do problema da habitação (quanto mais não seja por omissão); depois, dentro de um espírito claríssimo de jacobinismo irresponsável (passo a redundância), dá apoio aberto aos sans-cullote ganzados que picham e pintam os monumentos públicos, clamando para eles uma vitória de Pirro só sustentável por motivos puramente ideológicos.
Basta pum basta!!!
Uma geração que consente deixar-se representar por um Pacheco é uma geração que nunca o foi. É um coio d'indigentes, d'indignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de zero!
Morra o Pacheco, morra! Pim!
O Pacheco é um habilidoso!
O Pacheco veste-se mal!
O Pacheco usa ceroulas de malha!
O Pacheco cheira mal da boca!
O Pacheco é Pacheco!
O Pacheco é José!
Morra o Pacheco, morra! Pim!