terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Santana Lopes deve muito à inteligência

 

Santana Lopes é o exemplo da indigência intelectual da nossa classe política.

Não contente por ser um amante dos “violinos de Chopin” e ter sido o subscritor político do Acordo Ortográfico, vem agora dizer que um qualquer alinhamento circunstancial de posições políticas, fora de um contexto eleitoral, é equivalente ou igual a uma defecção ou deserção partidária. Esta visão militarista da política é o fundamento da partidocracia que, retirando ao cidadão a sua liberdade de pensamento, transforma a opinião em delito e constitui uma forma de “totalitarismo suave” imposta à sociedade por uma casta de estúpidos iluminados.

“Num texto sobre as expulsões no PSD, o ex-líder do partido Pedro Santana Lopes compara a candidatura de António Capucho nas eleições autárquicas por uma lista adversária à participação de Pacheco Pereira no encontro promovido por Mário Soares na Aula Magna.

Santana questiona "se é mais grave Capucho ter liderado a lista da Assembleia Municipal de Sintra ou um militante do PSD ter estado sentado na Aula Magna ao lado de Mário Soares, do Bloco e do PC quando ofenderam de modo muito grave o Presidente da República e o primeiro -ministro e membros do governo". "O que será pior?", escreve, no Facebook, o ex-presidente da câmara de Lisboa, em resposta às críticas de Pacheco Pereira, na última quinta-feira, na SIC, à decisão do PSD de expulsar Capucho.”

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