O Polígrafo é como a “Rádio Moscovo”: diz que fala sempre a verdade. Mas, pelo menos neste caso (e analisaremos outros), mente de uma forma descarada.
Diz o Polígrafo que o CHEGA defende a privatização dos hospitais; mas não diz onde (em que texto) é que o CHEGA defende a privatização dos hospitais.
Lendo a o programa eleitoral do CHEGA, verificamos que o Gustavo Sampaio é um mentiroso: o que o CHEGA defende é “a promoção da gestão privada dos hospitais públicos” (sic), que não é a mesma coisa que “privatizar os hospitais públicos”.
Eu não concordo com a prospecção política do CHEGA em relação à política pública de saúde (penso que é possível a coexistência entre as gestões privada e pública dos hospitais) — o que não significa que seja legítimo mentir descaradamente, como fazem o Polígrafo e o Gustavo Sampaio.
O Polígrafo não tem credibilidade.