Se calhar, foi por imposição de quotas de género; ou por militância no Partido Socialista. Muito triste.
Escreve ela, neste pasquim, que devemos meter o racismo e a homofobia no mesmos saco — sem definir homofobia, claro está! “Homofobia” nunca se define; não convém.
Pergunto eu: ¿por que razão é “racista” chamar “preto” a um preto, e não é “racista” chamar “branco” a um branco, ou “amarelo” a um chinês?!
Resposta: porque quem faz esta específica distinção de categorias (os ditos “progressistas”) são de facto os verdadeiros racistas.
Há aqui um puritanismo (hipócrita, como em todos os tipos de puritanismo) na linguagem que, para além de execrável, é muito perigoso porque incentiva ao ódio rácico através de um putativa virtuosidade de intenções (“de boas intenções está o inferno cheio”).
Porém, o mais grave é misturar e confundir “racismo”, por um lado, e “comportamento homossexual” (homofobia), por outro lado.
O preto já nasce preto, assim como o branco já nasce branco, o chinês já nasce amarelo, etc., e de acordo com a Natureza.
Mas, para a Dona Constança, “nascer preto” cabe na mesma categoria da “sodomia” — e dizem que ela é professora universitária. Para ela, um comportamento sodómico (cultural) pode ser comparado com a cor da pele (natural) de um preto. E depois diz que os outros é que são racistas.
Muito triste.