Durante os dois recentes confinamentos pandémicos, o consumo de combustíveis fósseis, em Portugal, baixou drasticamente.
Se as leis de mercado (a lei da oferta e procura) funcionassem em Portugal, então, as margens de comercialização dos combustíveis baixariam, ou, pelo menos, seriam mantidas na mesma margem — para compensar a perda da procura do mercado, e para fomentar o consumo; mas não foi isso que aconteceu.
Durante os confinamentos, as margens de comercialização dos combustíveis, aumentaram. E este é apenas um exemplo de como Portugal não é permeável às leis do mercado.
O “empresário” português está habituado a matar a “galinha dos ovos de ouro”; e depois queixa-se ao Estado que o sustenta.