Temos aqui uma interpretação feminista da estória de Helena Costa, a portuguesa que treinou a equipa masculina de futebol do Clermont Foot 63, da 2ª Divisão francesa, durante 49 dias. E depois demitiu-se.
Pergunta: ¿uma mulher tem capacidade para treinar uma equipa masculina de futebol? Resposta: em princípio, tem.
Mas há que atender ao conceito de “juízo universal”: pela natureza das coisas, apenas uma minoria de mulheres poderá cumprir uma função desse género. É uma estupidez pensar que uma mulher qualquer, se ela quiser e mesmo que tire vários cursos de treinadora, pode treinar uma equipa masculina de futebol.
Assim como há mulheres que correm mais rápido do que a maioria de homens, assim também há mulheres que podem treinar uma equipa de futebol masculina melhor do que a maioria de homens.
Mas essa função não é parte endógena da idiossincrasia feminina — e continuo a falar em juízo universal: hoje, com o politicamente correcto, perdeu-se a noção de juízo universal.
O que foi escrito acima não significa que não existam funções ou tipos de trabalho que se adeqúem melhor à mulher do que ao homem. O que acontece com as feministas é que desvalorizam o tipo de trabalho mais adequado ao feminino (continuo a falar em juízo universal), e devido a preconceitos culturais que o próprio feminismo alimenta.
E depois as feministas culpam a sociedade, o mundo inteiro e até o universo.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Neste blogue não são permitidos comentários anónimos.