sexta-feira, 6 de novembro de 2020

O Insurgente Mário Amorim Lopes, que se diz de “Direita”


A maioria esmagadora dos indivíduos da Direita portuguesa andam a mamar nas tetas do Estado: por um lado, diabolizam o Estado (na esteira da linha ideológica de Passos Coelho); mas, por outro lado, são (um mais, outros menos) dependentes das prebendas do Estado.

insurgente-mal-webOu seja: por exemplo, o indivíduo do Insurgente que escreveu este tuite aqui ao lado é dos maiores hipócritas que existem na política portuguesa (apesar de tudo, reconheço que a Esquerda não é hipócrita quando pretende e defende para si as vantagens de um Estado ladrão).

Não sei como este Mário Amorim Lopes se alcandorou a “opinador” político influente na nossa praça da “Direita” — porque só um burro não consegue distinguir o Donald Trump enquanto indivíduo (com as suas idiossincrasias), por um lado, e a linha política que este defende, por outro lado.

Confundir o Donald Trump (enquanto pessoa), por um lado, e a linha ideológica herdada de Von Mises que Donald Trump segue, por outro lado — é próprio de um asno.

Eu posso não gostar pessoalmente de Donald Trump; mas não confundo o Donald Trump e a linha política adoptada por ele.

Ora, aquela cavalgadura do Terreiro do Paço, que se diz de “direita”, faz essa confusão — talvez para prestar vassalagem aos donos do Estado que lhe dá de mamar.

A chamada “Direita portuguesa” é política-, ideológica- e eticamente muitíssimo pobre.

É, em geral, composta por gente de muito inferior qualidade intelectual e ética, quando comparada com a gente de Esquerda.