quarta-feira, 31 de março de 2021

Ter pensamento crítico é sinónimo de ser de “extrema-direita” — diz a sra. Helena Fazenda


Quem pensa, analisa, critica, e possivelmente coloque em causa a legitimidade do estatuto das elites políticas, é seguramente de “extrema-direita”é esta a conclusão a que chegou a Secretária-geral do Sistema de Segurança Interna, a socialista Helena Fazenda.

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Ademais, a sra. Helena defende a ideia segundo a qual, aquilo a que ela chama de “extrema-direita” — que é toda a gente que não vota nos partidos políticos do regime — deve ser objecto de censura política, em contraponto com os “adversários políticos” da “extrema-direita” (possivelmente o Bloco de Esquerda, ou o MRPP), que não devem ser censurados porque são “democráticos”.

Dou um exemplo que ilustra o pensamento da sra. Helena:

  • alguém que afirme que “a gripe comum acabou”, e que “foi substituída pelo COVID-19” e pelos seus confinamentos totalitários sucessivos do monhé — é uma pessoa perigosa de “extrema-direita” e “negacionista”.

Outro exemplo:

  • alguém que afirme publicamente (por exemplo, o juiz Fonseca e Castro) que uma máscara de papel não impede a propagação de um vírus — é segura- e obviamente de “extrema-direita” e “negacionista”.

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Diz a sra. Helena que quando um cigano mata um preto, não é racismo; e/ou quando um preto mata um branco, também não é racismo; mas quando um branco mata um preto, já é racismo.

E quando alguém denuncia este enviesamento ideológico marxista cultural (segundo a sra. Helena, “ninguém é racista, excepto os brancos”) proveniente deste regime político corrupto, trata-se (segundo a sra. Helena) de uma “narrativa-chave do Estado Novo”. (ver Ficheiro PDF).

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