segunda-feira, 24 de maio de 2021

A juíza Francisca Martins Preto terá que ser (necessariamente) afastada da magistratura


Temos aqui uma descrição do que se passou em Janeiro de 2019 no bairro da Jamaica, em que um grupo de imigrantes agrediu a polícia.

politicamente correcto gráfico webPortanto, quando alguém (neste caso, André Ventura) chama de “bandidos” a um grupo de pessoas que agride a polícia, ele está a dizer a verdade. São bandidos.

Por isso, não se compreende por que razão a verdade é punida pela juíza Francisca Martins Preto — a não ser que haja alguma conotação sentimental entre o seu (dela) sobrenome e a cor da pele dos agressores.

A politização da Justiça chegou a um grau insuportável, e agentes como a juíza Francisca Martins Preto terão que ser responsabilizados por instrumentalização da Justiça para fins políticos.

  • Não há nada, na lei, que me impeça de chamar “ladrão” a um ladrão objectivamente comprovado.


  • Não há nada, na lei, que me impeça de chamar “bandido” a quem é julgado em tribunal por agredir um polícia.

Dizer a verdade não é ilegal — a não ser que acreditemos (como parece ser o caso da dita juíza e do Marcelo) ser possível agarrar num cagalhão pela sua parte mais limpa.

O que é importante é que activistas políticos, da índole de Francisca Martins Preto, sejam rápida- e sumariamente afastadas da Justiça (tal como o juízo dela foi rápido e sumário).