… chateia muito, mas com uma boa pomada e um pouco de paciência, a coisa passa.
Hoje, quem defenda as ideias e valores do Partido Social-democrata da década de 1980, é classificado pelo Pacheco de “extrema-direita”.
A situação “virou” tanto à Esquerda que o próprio Cavaco Silva (que, infelizmente, guindou o Pacheco na política) seria hoje considerado, pelo próprio Pacheco, da “direita radical”.
Para o Pacheco, o “centro político” é hoje o Bloco de Esquerda e os seus apaniguados “submarinos” no interior do Partido Socialista e do Partido Social-democrata.
Não tarda nada, o Pacheco irá defender a ideia segundo a qual o MRPP é um partido do “centro político”.
Ainda não vai muito tempo, o Pacheco dizia que o Paulo Portas era fassista.
Para o maoista Pacheco, tudo o que não coincida com a revolução cultural maoísta, é fassista; e, por isso, não faz parte do “centro político”: ou seja, para o Pacheco, o “centro político” é maoísta.
O Pacheco tem a credibilidade política característica de um furúnculo no cu.