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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

A aliança entre o neomarxismo gramsciano e a plutocracia globalista, espelhada no Vaticano

 

Vivemos (actualmente) num mundo muito estranho, em que, por exemplo (e entre muitos outros), Sergey Brin, um dos fundadores da Google e bilionário com uma fortuna avaliada em cerca de 50 mil milhões de Euros, parece defender o socialismo que a Catarina Martins (Bloco de Esquerda) também defende. Pelo menos, Sergey Brin e Catarina Martins estão de acordo em uma coisa: com o princípio trotskista do internacionalismo militante que conduz à abolição de fronteiras.

Ou seja, entre o Bloco de Esquerda e a plutocracia globalista, existem objectivos políticos em comum.

O conceito de “sinificação” é exactamente a construção política de um novo tipo de fascismo, em que o poder político é estritamente controlado por uma elite plutocrata que concessiona (trata-se de uma partilha de poder tacitamente acordada) a gestão da política totalitária à Esquerda neomarxista local — como acontece, por exemplo, na China; e daí o nome “sinificação”: é a extensão e adaptação do sistema político chinês às diversas regiões do mundo.

A União Europeia é um exemplo de “sinificação”: os plutocratas globalistas (por exemplo, Sergey Brin ou George Soros, entre muitos outros, ou instituições globalistas como por exemplo a Goldman Sachs) controlam a construção paulatina e sistemática de um sistema político que começa por ser não-democrático (o poder político na União Europeia não é eleito), mas que se encontra já em um processo de construção acelerada de um leviatão totalitário e achinesado.

Na Europa, a abertura de fronteiras está ligada ao projecto gramsciano de destruição da cultura cristã ou daquilo que ainda resta dela, que se alia ao projecto plutocrata de sistemática procura de mão-de-obra barata.

Para a marxista Catarina Martins, é essencial a destruição da cultura antropológica fundada no Cristianismo (seguindo o cânone de Gramsci); e para o globalista e plutocrata Sergey Brin, é essencial o suprimento constante de mão-de-obra escrava ou muito barata. Les bons esprits se rencontrent...

E é assim que o Brin e a Catarina estão de acordo com a abolição de fronteiras que tem levado à islamização (e latrinização) de muitos países europeus, por um lado, e por outro lado à diabolização de quem se opõe a uma política latrinária de fronteiras abertas e de corrupção da cultura autóctone (por exemplo, Matteo Salvini, Viktor Órban).

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Neste contexto, vemos a diferença entre as posições do papa Chicozinho, por um lado, e as de Sua Eminência o Dalai-lama, por outro lado.

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domingo, 12 de agosto de 2018

Jeff Deist: o perigo do “Complexo Industrial Dos Me®dia”

 

Jeff Deist é o actual presidente do Instituto Von Mises, e um libertário.

Contudo, neste vídeo, Deist reconhece que ele próprio coloca em dúvida as suas próprias convicções libertárias, quando se verifica a censura política enviesada levada a cabo actualmente por empresas privadas como o FaceBook, o Twitter, o Google, etc..

Ou seja, segundo Deist, hoje vemos as empresas privadas, ligadas aos me®dia e à Internet, em conluio com os Estados, ou seja, o “Complexo Industrial Dos Me®dia” que cria uma elite tecnológica que não tem Poder através dos votos, mas antes assume o Poder através dos meios à sua disposição, e criam um Poder anti-democrático.

 

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

O YouTube já está em 1984 de George Orwell

 

O conhecido professor de psicologia da universidade de Toronto, Jordan B. Peterson, foi bloqueado pelo YouTube que se baseia em um algoritmo matemático para bloquear contas de utentes que pareçam praticar de “crimes de ódio”. Por outras palavras, o YouTube passou a ter computadores que policiam os conteúdos dos vídeos publicados: não se trata de censura humana: trata-se de computadores-polícias. Estamos já em 1984.

 

 

Este tipo de censura já se estendeu ao FaceBook do Fuckerberg e ao Twitter. Trata-se de uma censura que serve os interesses de uma elite plutocrata globalista representada, por exemplo, pelo próprio Fuckerberg, e por George Soros, Bill Gates, Warren Buffet, os Rothschild, Rockefeller, etc., — elite essa que se alia aos caciques regionais e locais representados pela Esquerda em geral [em Portugal, todos os partidos representados no parolamento são de Esquerda].

Existe neste momento uma estranha aliança entre a Esquerda mais radical e a plutocracia globalista; mas, se virmos bem, não é tão estranho como parece, porque se trata de uma divisão consensual de Poder: “uma mão lava a outra”. Não foi por acaso que o “Pauduro” da Venezuela vendeu recentemente a companhia venezuelana de petróleo à Goldman Sachs com 30% de desconto. bannon_facebook_web

Entretanto, face a esta política arbitrária de censura política, o estratega da Casa Branca de Donald Trump, Steve Bannon, classifica o FaceBook, o YouTube, o Google, o Twitter, como “monopólios naturais” e, por isso, devem ser regulados pelo Estado americano. E esta tese tem vindo a ganhar uma enorme adesão na opinião pública americana.