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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

A Turquia é um Estado terrorista, e como tal deve ser tratado


A posição “acagaçada” da União Europeia, em relação à política externa da Turquia, dá razão à posição de Donald Trump de pretender retirar as tropas americanas da Síria.

Ou seja, os políticos europeus detractores da decisão de Donald Trump de abandonar os curdos na Síria, perdem a razão quando se acobardam perante o Estado terrorista que é a Turquia.

sábado, 14 de abril de 2018

Donald Trump acabou de se suicidar politicamente

 

siria-webDepois do ataque de hoje à Síria, a probabilidade de Donald Trump ser destituído da presidência americana, após as eleições intercalares do próximo Outono, aumentaram exponencialmente.

Grande parte da base de apoio eleitoral de Donald Trump critica-o. O comportamento errático de Donald Trump revela não só uma falta de estratégia política, mas algo mais grave: denota uma psicopatia.

Donald Trump falhou nas mais importantes promessas eleitorais: a construção do muro na fronteira com o México, e a retirada das tropas americanas dos vários teatros de guerra civil no Oriente Médio. Cedeu ao lóbi político israelita em toda a linha (não fosse o seu próprio genro um judeu, e a sua própria filha converteu-se ao Judaísmo), e cedeu em relação aos neocons.

O ataque dos Estados Unidos, Reino Unido e a França à Síria tem como fundamento, no mínimo, uma informação não confirmada; e a probabilidade de a informação do tal “ataque químico do governo sírio” — na região de síria de Douma — ser falsa é muito alta.

Pessoalmente acredito que o governo sírio não utilizou armas químicas, e que a política ocidental perdeu já a vergonha e a credibilidade. O ataque “aliado” à Síria provou que a democracia já não existe no Ocidente.

Podemos ver aqui as razões por que Donald Trump atacou a Síria :

1/ o Petro-dólar : os chineses mudaram recentemente o seu padrão financeiro e monetário para o ouro, em lugar de US Dollars. Os dois países que fizeram isso foram o Iraque (que foi destruído) e a Líbia (destruída também). É urgente (para os EUA) a construção do oleoduto proveniente da Arábia Saudita que terá que passar pela Síria.

2/ John McCain e o complexo industrial militar americano

john-mccain-web

3/ Arábia Saudita: o príncipe saudita visitou os Estados Unidos, Reino Unido e a França dias antes do ataque destes três países à Síria.

4/ Israel

pallywood-web

sábado, 8 de abril de 2017

O ataque químico na Síria foi filmado; mas não foi um “ataque químico”

 

SIRIA-FAKE NEWS
Esta “notícia” (da imagem acima) foi apagada do sítio https://de.sputniknews.com ; mas eu consegui recuperar o “cache” do Google. Podem traduzir a página para o inglês. Podem ler aqui o original, em alemão, em ficheiro PDF; ou podem ver aqui a tradução em inglês, também em PDF.

De acordo com especialistas, nenhuma destas crianças reveladas no vídeo de propaganda dos Capacetes Brancos (grupo financiado pelo governo do Reino Unido) morreu de ataque de gases químicos; as crianças estavam sobre efeito de opiáceos e morreram (foram mortas) por “overdose” de opiáceos.

Não se deixem levar pelos me®dia.

merdia-web

“Em política, o que parece, é!” → António de Oliveira Salazar

 

Em relação a este verbete, alguém escreveu isto:

Bush-Cheney-Neocons-web“Desta vez discordo de si, apesar da recepção da notícia ter dado muito que pensar. Acho que o Trump acabou de realizar um golpe muito inteligente, este "ataque foi teatral" foi uma resposta directa a uma verdadeira e evidente "false flag". Ele estava pouco feliz quando falou aos Média, mas teve de ser:

•Com isso, calou a oposição interna dos Democratas e dos Média, sobre as imaginárias interferências e relações com os russos. Um verdadeiro contra-golpe mediático!

•Enviou uma mensagem para a China, cujo presidente estava de visita aos EUA, por assim dizer, na sala de visitas do Trump, na Flórida.

•Enviou, através da China, uma mensagem para a Coreia do Norte, sobre os testes contínuos de mísseis nucleares.

•Enviou uma mensagem para os países Árabes. Creio que poderá mesmo congelar os avanços da ISIS, segundo as intenções sempre referidas por Trump. Está toda a gente flutuando, sem saber como interpretar as contradições superficiais.

•Enviou uma mensagem para a Rússia de Putin, recompondo a posição de Trump mediante as intensas críticas internas, preparando a cimeira do Verão entre Trump e Putin. Aliás, a Rússia foi avisada 2 horas antes do ataque, o Assad foi avisado, o bombardeamento foi visado a uma base sem importância, os danos materiais foram negligenciáveis e o uso de mais de 50 tomahawk antigos (ao preço unitário de $100 milhões), parece um excesso que só pode justificar-se pelo aspecto teatral da acção. As queixas estão cheias de teatro.

Esta foi uma daquelas acções que é muito difícil de explicar ao público, antes de acontecerem os seus efeitos.”


“Depois de se alojarem em uma mente norte-americana, as ideias passam a saber a Coca-cola.”

→ Nicolás Gómez Dávila


Neoconed-web

Segundo o nosso grande mestre António de Oliveira Salazar, “o que parece, é!”. Portanto, em política, não valem a pena grandes exegeses e exercícios de hermenêutica à moda do Pedro Marques Lopes. Quem fez aquela interpretação dos factos “trumpistas”, poderia ter feito outra qualquer diferente. O que nos interessa é aquilo que é, e aquilo que é, é aquilo que parece ser.

Por exemplo, Marine Le Pen criticou Donald Trump; Farage anda calado acerca do assunto. O general Loureiro dos Santos disse que este ataque à Síria estava previsto desde o tempo de Obama; ou seja, o Donald Trump nada mais fez do que seguir a linha política de Hillary Clinton, George Soros e os globalistas, para ver se acalma as hostes republicanas que são maioritariamente neocons.

Hoje, nos Estados Unidos, ser republicano é (maioritariamente) ser Neocon; ser Neocon é seguir as ideias de Leo Strauss, por um lado, e por outro lado é negar a diversidade cultural dos diferentes povos do mundo.

Um Neocon que se preze pretende impôr a cultura americana, por exemplo, entre os nativos das montanhas da Papua Nova-Guiné, por um lado; e por outro lado, pretende que todas as ideias do mundo tenham sabor a Coca-cola.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

A Oeste, nada de novo: os Estados Unidos de Trump apoiam o terrorismo islâmico no Oriente Médio

 

O Estado Islâmico aproveitou o ataque dos Estados Unidos à Síria para relançar a ofensiva na cidade de Palmyra. Os Estados Unidos não aprenderam absolutamente nada com a chamada “Primavera Árabe”; continuam a cometer os mesmos “erros” — ou melhor: erros propositados.

A ideia de um ataque com armas químicas por parte do governo da Síria sobre uma cidade do seu próprio país, em vésperas da conferência internacional para a paz na Síria, por um lado, e, por outro lado, quando o governo sírio está a ganhar a guerra — é uma ideia difícil de aceitar.

¿Quem ganhou com o ataque químico (se é que houve ataque químico)?: foram os terroristas islâmicos do Daesh, os Estados Unidos de George Soros e Hillary Clinton, e o Reino Unido que, entre outras coisas, financia os “Capacetes Brancos” na Síria.

Entretanto, os Estados Unidos atacam Mossul, no Iraque, e matam 278 pessoas, incluindo mulheres e crianças.

Trump comporta-se como um elefante em uma loja de porcelanas.

they-lied-web