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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

A Igreja Católica portuguesa deveria denunciar publicamente o burro mentiroso Anselmo Borges

 

O silêncio da Conferência Episcopal Portuguesa em relação às opiniões de Anselmo Borges publicadas nos me®dia, revelam cumplicidade : a Igreja Católica portuguesa está minada por dentro.

Os fiéis católicos têm todo o direito de expulsar um Bispo de uma igreja, se as opiniões dele forem contra o estipulado pelo Direito Canónico ou contra o catecismo da Igreja Católica. Os bispos e padres não são deuses; se as suas opiniões forem contra o estipulado pela tradição e pela doutrina da Igreja Católica, temos (nós, os católicos) todo o direito de os expulsar de uma igreja no decorrer de uma missa.

A recente polémica com o Bispo Lindinho do Porto revela, de facto, que a Igreja Católica portuguesa está muito doente. Cabe ao povo católico limpar a Igreja e extirpar o veneno destilado por um clero decadente às ordens de um papa anticristo.


O Anselmo Borges escreveu:

“Na sua obsessão pelo sexo, a Igreja não pode reclamar-se de Jesus. De facto, segundo os Evangelhos, Jesus raramente falou de sexo e, quando o fez, foi provocado por perguntas que lhe fizeram. E, aí, apelou para o amor, a fidelidade no casal e a igualdade do homem e da mulher. Apaixonado pela felicidade das pessoas, participou em festas de casamento e até fez com que aparecesse o vinho que faltava: 600 litros! Ele próprio celibatário, não impôs o celibato: São Pedro, por exemplo, era casado, e o celibato obrigatório para os padres na Igreja do Ocidente só começou a impor-se no século XI, com o Papa Gregório VII.”

Os Evangelhos do Anselmo Borges não são os mesmos que os católicos comuns lêem. O Anselmo Borges tem um evangelho especial, só para ele.


Não há nada nos Evangelhos canónicos que afirme a igualdade de condições (ou igualdade social) entre a mulher e o homem.

A ideia da igualdade de condições (igualdade social) é um conceito marxista que o peçonhento Anselmo Borges atribui a Jesus Cristo.

A ideia de igualdade de condições (igualdade social) entre o homem e a mulher era totalmente estranha à Cultura antes de Engels e Karl Marx.

O que Jesus Cristo defendeu foi a igualdade ontológica (dignidade igual) de homens e/ou mulheres — o que não significa que homens e mulheres tenham todos o mesmo Poder ou as mesmas características, mas que têm uma dignidade igual.


Sobre o casamento e o celibato, aconselho ao Anselmo Borges a leitura de Mateus 19, 10 – 12 (veja se aprende, Ó Grande Burro!): “Há eunucos que se fizeram a si mesmos”.

É absolutamente falso que o celibato não era praticado e aconselhado pelos primeiros padres da Igreja primordial. O Anselmo Borges mente desavergonhadamente. Mentiroso compulsivo.

Houve mesmo casos extremos: por exemplo, Orígenes, um Padre da Igreja primordial, chegou mesmo a (auto) castrar-se para poder endoutrinar (conviver com) as mulheres pagãs da sua comunidade.

Nos Evangelhos canónicos, as condições para seguir Jesus Cristo (condições para ser discípulo, em primeiro lugar, e apóstolo, em segundo lugar) são claras: por exemplo, em Marcos 34, ou em Mateus 19, 16-23 (Aprende!, ó burro! Volta para o seminário!).

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

O Bispo Lindinho não tem condições objectivas para ser Bispo e lindo

« Ora bem, quanto ao Senhor Padre Anselmo Borges, com larga exposição habitual nos media nacionais, alinho com outros comentadores: infelizmente, nem vale a pena perder tempo com ele. Que fique lá na sua cátedra de filósofo, como o referem muitos querendo emprestar-lhe indisputada autoridade académica. Que Deus sempre misericordioso e justo, tenha piedade dele, agora e assim que chegar a sua hora de partir deste mundo.

Mas quanto ao referido Senhor bispo, que tem por função especial ensinar, tal como todos os seus Colegas no episcopado, sendo todos eles mestres da doutrina e doutores autênticos «que pregam [ou deviam pregar] ao povo a eles confiado a fé que se deve crer e aplicar na vida prática», conforme proclama o Concílio Vaticano II (1), não consigo estar calado. De facto, a sua cátedra de bispo é teologicamente diferente daquela exibida pelo Senhor Padre Anselmo Borges. »

--> Mas que Linda confusão

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Feliz Natal para o Bispo Lindinho e para o Anselmo Borges

 

Ainda hoje há, em Portugal, pessoas que nasceram em um dia e foram registados em outro dia meses mais tarde (o que torna impossível uma carta astrológica decente). Mas, ainda assim, o Bispo Lindinho e o Anselmo Borges preocupam-se em alimentar a burrice endógena de certas meninas do Observador.

O Bispo Lindinho (o do Porto), tal como acontece com o “Padre” Anselmo Borges, anda à procura de protagonismo; e na saga do protagonismo, não se preocupam muito com a destruição de símbolos ancestrais da nossa cultura antropológica, e/ou símbolos do Cristianismo.

Pois, se segundo as duas referidas luminárias, “ninguém sabe quando nasceu Jesus Cristo”, ¿por que razão não poderia Ele ter nascido na noite de 24 para 25 de Dezembro?

E mesmo que Ele não tivesse nascido na noite de 24 de Dezembro para 25 de Dezembro, por que razão isso é tema de preocupação? A minha bisavó paterna nasceu num determinado dia e foi registada com data de seis meses depois, e consta que nem por isso deixou de existir, e que viveu o mais feliz possível.

Portanto, a tentativa de referenciar historicamente o ano, o dia, a hora e o minuto do nascimento de Jesus Cristo é uma tentativa de destruir o simbolismo cristão do Natal. É disso que se ocupa o Bispo Lindinho (nomeado pelo papa-açorda Chiquinho) e o seu sequaz Anselmo Borges: destruir símbolos do Cristianismo.

Mas as meninas de Odivelas (perdão!), do Observador, conseguiram ainda mais preciosa informação do Bispo Lindinho e do Anselmo Borges.

Numa altura (século XXI) em que é possível a uma virgem engravidar por fertilização in vitro, o Bispo Lindinho e o Anselmo Borges vêm dizer que isso são coisas modernas conseguidas pela ciência do deus-homem: o Deus criador do universo não poderia ter realizado tal coisa! Só o deus-homem seria capaz de fazer com que uma virgem parisse!

O que é extraordinário é um Bispo da Igreja Católica dizer que no século XXI é possível a uma virgem parir, devido a ciência do deus-homem; mas, simultaneamente, afirmar que no século I não seria possível que um arcanjo (mensageiro de Deus) visitasse a virgem Maria anunciando o nascimento de Jesus Cristo (porque é disto que se trata, com a ideia da exclusividade da “virgindade teológica” de Maria).

Eles, as duas luminárias, não têm dúvidas acerca da impotência de Deus!, face à prepotência do deus-homem.

Em suma: segundo o Bispo Lindinho, o deus-homem é capaz de façanhas que o Deus Criador não tem a estatura necessária para conseguir. Meus caros: é disto que temos! Contentem-se!

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