Mostrar mensagens com a etiqueta Edgar Morin. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Edgar Morin. Mostrar todas as mensagens

sábado, 28 de dezembro de 2013

‘Pelos seus frutos os conhecereis’

 

O mito moderno do progresso através do processo histórico erradica valores fundamentais, como por exemplo, o direito inalienável à vida humana e, nomeadamente, à vida uterina; o conceito moderno de “progresso” transforma-se num regresso à barbárie.

Quando analisamos a Igreja Católica do cardeal Bergoglio (aka Francisco), temos que separar o fenómeno “Bergoglio”, por um lado, dos epifenómenos, por outro lado. Por exemplo, a proibição feita aos franciscanos, por parte do cardeal Bergoglio, de celebrar o ritual da missa de Tridento (Tridento foi a cidade onde se realizou o Concílio de Trento), é um epifenómeno; não digo que não tenha importância: o que digo é que é apenas uma consequência, um efeito, e não a causa do problema.

Quando nós não nos concentramos nas causas de um epifenómeno (de um problema), é porque não queremos resolver ou explicar esse problema; ou é porque somos estúpidos.

Antes de mais, tenho que falar aqui acerca do conceito moderno de “processo”, que se distingue do conceito de “processo” dos alquimistas medievais e mesmo do de Ambrósio de Paré (século XVI). “Processo” significava a sequência das funções que originam ou concretizam um epifenómeno entendido na sua regularidade.