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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

O Paulo Sanduíche não consegue entender Immanuel Kant

 

Existe gente psicótica que se torna muito perigosa, como é o caso do Paulo Sanduíche — porque defendem a constituição de um leviatão europeu totalitário, e sem qualquer remorso: pelo contrário, fazem uma apologia entusiástica de um novo tipo de totalitarismo crescente na Europa.

Pergunto-me: ¿quem lhe paga para escrever esta merda?!

O Paulo Sanduíche reduz a realidade social inteira à economia — o que faz dele um estúpido elevado à potência infinita. Ele é de opinião de que, se o povo vive bem, deve obedecer caninamente, dando razão a Kant quando este escreveu [Teoria e Prática, 1793]:

“Um governo que fosse fundado sobre o princípio da benevolência para com o povo — tal o do pai para com os seus filhos, quer dizer, um governo paternal —, onde, por consequência, os sujeitos, tais filhos menores, incapazes de decidir acerca do que lhes é verdadeiramente útil ou nocivo, são obrigados a comportar-se de um modo unicamente passivo, a fim de esperar, apenas do juízo do chefe do Estado, a maneira como devem ser felizes, e unicamente da sua bondade que ele o queira igualmente — um tal governo, digo, é o maior despotismo que se pode conceber.”

A mundividência do Paulo Sanduíche é semelhante à do Peter Singer: eleva o critério de “utilidade” a um princípio de conduta de vida: aquilo que é útil para o indivíduo ou para a sociedade deve ser designado de “bom”.

terça-feira, 1 de março de 2016

A estupidez obscena do Paulo de Almeida Sande

 

Convido o leitor a ler este texto do Sande, de uma forma crítica e distanciada, sem se deixar envolver pelas emoções que o referido texto pretende impôr ao leitor. Faça de conta que está a ler um texto científico.

O texto é apocalíptico. É uma longa estória apocalíptica. Ou o leviatão europeu, ou o Ápeiron. Nisto, o Sande parece-se com a Teresa de Sousa. Naturalmente que o apocalipse do Sande teria que incluir necessariamente o conceito indefinido e subjectivo de “Aquecimento Global Antropogénico”: o neo-malthusianismo politicamente correcto exige que se eliminem os peidos das vacas e os arrotos das crianças.

Verificamos que a diferença entre o Sande e a Catarina Martins, por exemplo, é apenas e só a concepção da economia. Em tudo o resto são iguais.

O Sande é obsceno:

“Outro nome do perigo é a religião. Já foi cristão o radicalismo, durante séculos impondo o predomínio da palavra de Cristo”.

O historiador Pierre Chaunu escreveu o seguinte:

« A revolução francesa matou mais gente em apenas um mês e em nome do ateísmo, do que a Inquisição em nome de Deus durante toda a Idade Média e em toda a Europa. »

A obscenidade do Sande — para além da confusão entre os fundamentos do Cristianismo e do Islamismo — consiste em uma estupidez de tal grandeza que nos deixa atónitos. É uma estupidez obscena.

¿Como é que esta gentalha escreve nos me®dia?!