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sábado, 13 de abril de 2024

Se o Luís André for eleito, entrego o meu cartão de sócio


O Luís André é um submarino da Quinta Coluna do centralismo lisboeiro. O Luís André representa tudo o que vai contra a história recente do FC Porto: votar no Luís André é uma traição ao clube, devido à guerrilha levada a cabo contra tudo o que tornou o clube grande nas últimas quatro décadas.

O Luís André é um parasita: pretende parasitar o sucesso dos verdadeiros portistas que transformaram o FC Porto num dos mais titulados clubes da Europa.

O Luís André afirmou que estava sentado numa “cadeira de sonho”, quando era treinador do FC Porto; mas logo que um outro clube qualquer lhe acenou com dinheiro, deixou a cadeira de sonho e vazou. O Luís André é um “pesetero”.

Tenho mais respeito pelo Mourinho, que nunca disse que ser treinador do FC Porto era a sua “cadeira de sonho”, do que pelo Luís André e os seus apoiantes que se regozijam com as derrotas do FC Porto.

O Luís André é um homem financeiramente falido, que procura no FC Porto a mina de ouro que o vai safar da bancarrota. Alguns portistas apoiam alguém que pretende chular o clube.

Se o Luís André for eleito, entrego o meu cartão de sócio.

sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Portugueses!, de Portugal e do Minho!


O José, do Porta da Loja, é (normalmente) muito crítico em relação à veracidade dos conteúdos do jornal Correio da Manhã; mas, quando uma “notícia” do Correio da Manhã compromete o Pinto da Costa, ele acredita imediatamente nela — embora salvaguardando a possibilidade de falsidade da dita “notícia”, mas considerando essa possibilidade uma mera hipótese académica.

E o José causídico vai mais longe: cabe ao Pinto da Costa desmentir a “notícia”: quando se trata de Pinto da Costa, a inversão do ónus da prova é absolutamente admissível.

A reacção do José à “notícia” do Correio da Manhã revela a mentalidade ainda hoje prevalecente na capital-do-império-que-já-não-existe: como dizia Salazar, nos seus discursos: “Portugueses!, de Portugal e do Minho!”.

Pinto da Costa é, ainda hoje considerado, pelos lisboeiros, um “português do Minho”.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

O FC Porto já não é o que era

 

Saem notícias, nos me®dia da mourama, acerca de um novo defesa central para o FC Porto, e que o novo treinador é Fulano de Tal.

No FC Porto clássico de Pinto da Costa, os me®dia andavam às apalpadelas e só tinham notícias no acto da contratação de novos elementos da equipa. Hoje, os me®dia sabem de antemão o que se passa no clube.

Ou Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa elimina as toupeiras da mouraria que existem no FC Porto, ou os mouros acabam com ele.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

FC Porto: o inimigo externo da capital-do-império-que-já-não-existe

 

José António Saraiva ataca ad Hominem o presidente do FC Porto, Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa. Isto não é apenas futebol: é sobretudo política. O centralismo lisboeta não perdoou nem nunca perdoará a afronta do predomínio do FC Porto e, ipso facto, da zona norte, nos últimos trinta anos. Tudo o que não seja domínio de Lisboa, em qualquer área, é uma afronta à capital-do-império-que-já-não-existe.

pinto da costaAinda hoje não se sabe quem assassinou o sócio do presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, ; mas o José António Saraiva preocupa-se com o Apito Dourado cujas escutas telefónicas efectuadas pela Polícia Judiciária abaixo de Coimbra foram escamoteadas pelo poder centralista de Lisboa. Luís Filipe Vieira foi condenado em tribunal por roubo, mas o José António Saraiva preocupa-se com um processo na justiça desportiva contra Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa em que este saiu absolvido. Por isso é que salta à vista que isto não é só futebol: é política, e da dura!

José António Saraiva critica o FC Porto por ter investido em jogadores de futebol; mas esquece-se que Luís Filipe Vieira pagou ao treinador Jorge Jesus, durante pelo menos três anos, cerca de 4 milhões de Euros por época. Ou seja, os gastos do FC Porto são maus, mas já os dos Benfica são bons.

Esta gente ainda não compreendeu que Lisboa já não tem cultura própria (como se viu recentemente nos festejos do título de campeão na praça Marquês de Pombal): Lisboa é um albergue espanhol, onde campeia o multiculturalismo. Aqui, no norte, mantemos ainda genuínas as raízes culturais portuguesas que fundaram a nacionalidade. Lisboa tem o Terreiro do Paço mas não tem o poder real que está fora de Lisboa — por muito que o queiram abafar e ostracizar. O poder real de um país não é apenas uma amálgama identitária de 3 milhões de pessoas: é sobretudo o poder da tradição e de uma cultura ancestral que talhou Portugal.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

A visita de Pinto da Costa a José Sócrates

 

Eu sou portista desde pequenino. Os meus bisavós já eram portistas. Posto isto, vamos ao assunto.

Pinto da Costa, na sua qualidade de cidadão, ¿pode visitar José Sócrates na cadeia? Pode!

Pinto da Costa, na sua qualidade de presidente do FC Porto, ¿pode visitar José Sócrates na cadeia? Não!

A solidariedade pessoal de Pinto da Costa com o seu amigo José Sócrates não vincula nenhum sócio e/ou simpatizante do FC Porto. Ou seja, o Senhor Pinto da Costa não tem o direito de fazer política a expensas do FC Porto — e não penso que ele tenha feito isso. Visitou um amigo na cadeia, ponto final!, e até prova em contrário, é isso que me parece.