sexta-feira, 23 de maio de 2025
sexta-feira, 9 de abril de 2021
A existência do partido CHEGA faz todo o sentido possível
Mas não o CHEGA não chega: é tempo de começarmos a pensar em “justiça do povo”.
domingo, 9 de agosto de 2020
sábado, 14 de outubro de 2017
O método científico aplicado à acusação de José Sócrates
Pergunta Sócrates: «Como é que provam que o dinheiro era meu?»
Resposta: Pensando.
A ciência progride mediante a inferência.
A inferência é o acto que consiste em admitir como verdadeira uma proposição que não é directamente conhecida como tal, e por referência a outras proposições verdadeiras com as quais está ligada.
A inferência pode ser “racional” mas não enquanto “juízo lógico”: é “racional” no que diz respeito ao seu “conteúdo” — embora alguns lógicos admitam a existência formal (mediante juízo lógico) de inferências imediatas.
A inferência é dedutiva ou demonstrativa, quando a conclusão é logicamente necessária (como num silogismo, por exemplo). É indutiva ou não demonstrativa (indução) quando a conclusão não é mais que provável ou verosimilhante (por exemplo: “infiro a existência de um cão, se ouço ladrar”).
No caso da acusação de José Sócrates, as inferências são, em alguns casos, indutivas e por referência a outras proposições verdadeiras com as quais estão ligadas. Mas noutros casos são também inferências dedutivas porque as conclusões são logicamente necessárias.
quinta-feira, 12 de maio de 2016
A privacidade do pénis do engenheiro
Ficámos a saber oficialmente que a Fernanda Câncio privou com o pénis do engenheiro, o que lhe valeu o cognome de “Fernanda Canse-o”. E que depois de ter privado com o pénis do engenheiro, ficou privada dele; e que depois do uso privado do pénis do dito cujo, a “Fernanda Canse-o” decidiu pela sua publicitação transformando-o em uma entidade de utilidade pública.
domingo, 6 de dezembro de 2015
O casamento é hoje uma amizade permitida pela polícia
O casamento foi uma instituição, passou a ser um contrato, e hoje é uma espécie de amizade permitida pela polícia.
O casamento não é, hoje, sequer um contrato — porque um contrato, por definição, implica a existência de uma promessa mútua entre os contratantes em relação ao futuro, e uma penalização para quem não cumpre essa promessa.
Com o divórcio unilateral implementado pela Esquerda através do imoral José Sócrates, a noção de “contrato” já não se aplica ao casamento. O argumento da necessidade do "casamento" gay foi o pretexto para a erradicação do contrato do casamento do quadro legal.
O problema é o de que o fim do contrato do casamento que fundamenta a família, tem repercussão na economia — porque o fim do contrato que organiza a família tem consequências na cultura antropológica que está no centro da economia política.
São as regras e o cumprimento de promessas (os contratos) que tornam o mundo mais previsível e permitem o funcionamento da economia. Se o contrato fundador da sociedade (o casamento) é retirado da lei, não existe qualquer motivo racionalmente fundamentado para que se respeitem quaisquer outros contratos.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Uma mão lava a outra
“Juiz Rangel anula penhora de milhões a Álvaro Sobrinho.
Poucos dias depois, Sobrinho acaba com dois dos jornais seus atentos à operação Marquês e que dão pormenores da investigação a Sócrates, Santos Silva e Vara.”
domingo, 25 de outubro de 2015
sexta-feira, 12 de junho de 2015
O regime moribundo
É evidente que o “Estado de Direito” e a “democracia” chegaram ao fim. Isto não significa que venha aí um golpe-de-estado ou coisa parecida: antes significa que o actual sistema político corrupto vai-se arrastar penosamente por muito tempo, cada vez menos pessoas irão votar, teremos níveis de abstenção em eleições superiores a 50% e governos que cada vez menos representam o povo.
A actual privatização da TAP tresanda a corrupção por tudo quanto é lado. Por isso não podemos identificar a corrupção com este ou aquele político em particular: a corrupção é sistémica, tomou conta deste regime político que não é derrubado porque está a ser sustentado e apoiado pela estranja através das elites corruptas e decadentes que temos.
Porém, basta que um dos grandes países da Europa — por exemplo, a França ou a Itália, ou até mesmo a Espanha — tenha uma convulsão interna para que o actual sistema político corra perigo. Por isso é que “eles” não querem que a Grécia saia do Euro: a manutenção do status quo decadente não tolera relapsos.
quinta-feira, 11 de junho de 2015
No Direito Positivo não há verdade
“Para o presidente da Associação de Advogados Penalistas (AAP), Paulo Sá e Cunha, o facto de alguém recusar o uso de uma pulseira electrónica não deve levar o Ministério Público a sustentar a prisão preventiva. “A prisão preventiva é uma medida absolutamente excepcional. Quando o Ministério Público promove uma medida menos grave está a reconhecer que a prisão preventiva não é necessária e, por isso, a sua manutenção é ilegal”, sublinha Sá e Cunha.”
→ Manter Sócrates em prisão preventiva é “ilegal”, diz penalista
Imaginem uma folha Excel. Preencham os quadradinhos com valores e fórmulas à vossa vontade e como vos der na real gana, e depois salvem o ficheiro como o nome de “Código Penal”, ou “Código Civil”. Isto é uma analogia para “Direito Positivo”.
Quando o actual Direito Positivo vigente na União Europeia (e em Portugal, porque Portugal passou a imitar simiescamente tudo o que emana da União Europeia) eliminou já quaisquer componentes metajurídicos provenientes do Direito Natural, em verdade o Direito Positivo passou a depender apenas e só da subjectividade de quem se alcandora ao Poder.
O Sá Cunha parte do princípio de que a prisão domiciliária não é uma forma de prisão. Como parece ser óbvio, o princípio está errado e, portanto, a teoria dele está errada (Aristóteles). Qualquer tipo de limitação severa da liberdade de movimentos de um cidadão é uma forma de prisão.
Podemos estabelecer graus de severidade de restrição da liberdade de movimentos de um cidadão (prisão), mas a gradação de uma categoria apenas cria sub-categorias, e não elimina a categoria em si mesma.
Quando um sistema político — o chamado “Estado de Direito” — se baseia em uma concepção do Direito que não admite a priori qualquer tipo de verdade, é o próprio Estado de Direito que está condenado à extinção. É uma questão de tempo.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
A imoralidade de António Costa e do Partido Socialista
António Costa prepara-se para contrariar a Justiça e libertar o seu amigo criminoso José Sócrates:
“Os socialistas querem "introduzir o conceito de pena contínua de prisão na habitação com vigilância electrónica", uma possibilidade que existe já para os detidos em prisão preventiva, mas que seria alargada às situações de cumprimento de pena efectiva.”
Trata-se da figura da regime de “meia-prisão” para os militantes do Partido Socialista e provavelmente para os membros da classe política em geral (“uma mão lava a outra”): podes roubar o povo à vontade que, sendo apanhado, vais ter uma prisão dourada com a tua mulher na cama e tudo. O Partido Socialista e António Costa estão a passar uma mensagem clara para o povo português: o crime dos políticos compensa.
Estão a fazer a cama onde se irão deitar; estão absolutamente convencidos que o seu Poder é arbitrário e podem fazer o que quiserem e lhes dá na real na gana, até um dia que aconteça uma desgraça que espolete uma mudança política radical.
Essa gente pensa que a democracia dura para sempre porque é imposta de fora; o problema é quando, de fora, a “democracia das elites” passar a estar em causa por alguma conveniência política das grandes potências.
terça-feira, 14 de abril de 2015
A lésbica socialista Isabel Moreira diz que o Partido Socialista tem o direito a albergar ladrões
Segundo a lésbica Isabel Moreira, um assassino em série, desde que fosse militante do Partido Socialista, não perderia os seus direitos políticos dentro do partido. Isto diz bem do que é a actual concepção da política do Partido Socialista. Referindo-se a Manuel Maria Carrilho, que defendeu que José Sócrates deveria ser expulso da militância do Partido Socialista, a lésbica Isabel Moreira escreve:
“Parece que o homenzinho acha que o PS devia expulsar Sócrates”, começa por escrever a deputada socialista na sua página no Facebook. Isabel Moreira entende que "esta opinião arrotada não traz qualquer embaraço para o PS mas para quem a arrota” e garante que “o PS, como todos os partidos, sabe que nem um condenado perde direitos políticos”.
A lésbica Isabel Moreira confunde direitos políticos do cidadão enquanto tal, por um lado, com os direitos políticos de um militante de um partido político que é uma instituição do sistema democrático; e por causa de confusões deste tipo é que a democracia vai pela rua da amargura.
Para a fufa Isabel Moreira, os problemas domésticos de Manuel Maria Carrilho (com a sua ex-mulher) são eticamente comparáveis ao roubo, por parte de José Sócrates, de cerca de 25 milhões de Euros, que se aproveitou da sua posição política como primeiro-ministro para se abotoar à custa dos contribuintes portugueses. Para a sapatão Isabel Moreira, roubar 25 milhões de Euros aos portugueses é a mesma coisa que “acertar o passo” ao cônjuge.
“E continua, recordando o passado de Carrilho, nomeadamente os alegados actos de violência doméstica praticados contra Bárbara Guimarães, apresentadora de TV, com quem era casado. “Já o Sr. Carrilho, desejoso de fazer esquecer ao mundo a lama de indignidade em que se enfiou, pensa que produzindo lama se salva. Não se salva. Nós no PS não brincamos à violência doméstica com os nossos militantes”, clarifica.”
domingo, 29 de março de 2015
sexta-feira, 27 de março de 2015
José Sócrates: a maior fraude da III república
“Terá sido um professor catedrático português a escrever o livro A Confiança no Mundo - Sobre a Tortura em Democracia, publicado como sendo da autoria de José Sócrates. Esta conclusão, baseada em escutas telefónicas, faz parte dos indícios recolhidos na Operação Marquês, segundo o SOL apurou junto de uma fonte conhecedora do processo.
Com prefácio de Lula da Silva e posfácio de Eduardo Lourenço, o livro foi lançado em Outubro de 2013, sob a chancela da editora Verbo, numa concorrida cerimónia, onde estiveram as figuras de topo do PS, incluindo Mário Soares (que apresentou o livro conjuntamente com o ex-Presidente brasileiro), António Costa, Ferro Rodrigues, Almeida Santos e Manuel Alegre. Na altura, Sócrates explicou que o texto correspondia ao trabalho académico que realizara para o Instituto de Estudos Políticos (‘Sciences Po’) de Paris depois de abandonar o Governo, em 2011. Numa entrevista que deu na ocasião ao Expresso, chegou mesmo a precisar que tinha escrito o livro em francês e que depois o traduzira para português.”
Na I república tivemos o Alves dos Reis.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
O Partido Socialista e o aeroporto de Beja
A história do aeroporto de Beja faz lembrar uma outra do careca que só tinha dois cabelos e foi ao barbeiro, que lhe diz: “Caro senhor, caiu-lhe um cabelo e agora só tem um!”; ao que o careca responde: “Não há problema!, deixe ficar assim mesmo despenteado!”.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Foi tudo tanga!
¿25 de Abril de 1974? Tanga! ¿Estado de Direito? Ganda Treta!
«José Sócrates está sobretudo no seu direito de se defender e para se defender pode violar normas e regulamentos – é o que diz José Vera Jardim, antigo ministro da Justiça e habitual comentador da Renascença no programa Falar Claro.
(…)
Quanto a Sócrates, Vera Jardim diz que “há estados de emergência, de necessidade de defesa das pessoas” que permitem às pessoas violar alguns deveres legais “porque os deveres legais cessam também perante outros direitos das pessoas: o direito ao bom nome, à reputação e a defender-se”.»
Acabe-se com a farsa! Fechem-se os tribunais — até porque já estão parcialmente inoperantes, tal é a carga burocrática e processual que lhes é imposta. Governe-se por decreto! Mude-se o nome de assembleia da república para “assembleia nacional” — até porque as diferenças mal se notam. Coopte-se o presidente da república. Nomeie-se o presidente do conselho. Refunde-se o Banco Espírito Santo com dinheiros públicos. E reabra-se o Tarrafal para os inimigos do regime.
(via)
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
A visita de Pinto da Costa a José Sócrates
Eu sou portista desde pequenino. Os meus bisavós já eram portistas. Posto isto, vamos ao assunto.
Pinto da Costa, na sua qualidade de cidadão, ¿pode visitar José Sócrates na cadeia? Pode!
Pinto da Costa, na sua qualidade de presidente do FC Porto, ¿pode visitar José Sócrates na cadeia? Não!
A solidariedade pessoal de Pinto da Costa com o seu amigo José Sócrates não vincula nenhum sócio e/ou simpatizante do FC Porto. Ou seja, o Senhor Pinto da Costa não tem o direito de fazer política a expensas do FC Porto — e não penso que ele tenha feito isso. Visitou um amigo na cadeia, ponto final!, e até prova em contrário, é isso que me parece.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Rui Rio também viu o que ninguém viu
Rui Rio é intelectualmente limitado. É um bom contabilista, mas intelectualmente tapado; e sobretudo não tem uma predisposição natural para aprender porque a sua atitude perante a vida escora-se essencialmente em um sentimento de superioridade que se funda em um complexo de inferioridade. Tal como Cavaco Silva, Rui Rio “raramente se engana e nunca tem dúvidas”. Não há melhor sucessor de Cavaco Silva senão Rui Rio — e por isso é que o José Pacheco Pereira o defende (ou pelo menos nunca o ataca).
A concepção que Rui Rio tem do povo português é a de há vinte anos atrás — o que significa que estamos em presença de um político que pensa que pode dizer uma coisa e o seu contrário sem que o Zé Pagode note a contradição. Aquilo a que hoje se chama “crise do regime” nada mais é do que a inadequação da classe política à realidade — e Rui Rio é um exemplo deste fenómeno.
“Rui Rio declarou-se chocado com o espectáculo mediático. Não lhe ocorreu uma frase sobre a gravidade das suspeitas mas considerou que o espectáculo mediático envergonha a justiça, deixa-a na lama. “Chamaram a comunicação social para a detenção!”, acusou ele.
Eu estou a dar em doido: parece que uma parte substancial da população portuguesa assistiu à detenção de Sócrates.”
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Os socialistas portugueses deveriam aprender com os chineses
“Se estiveres a ser violada, não te mexas, para não dares mais prazer ao violador.”
— ditado popular chinês


