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sexta-feira, 24 de março de 2017

A cagada psicótica do Anselmo Borges

 

O Anselmo Borges escreveu uma cagada em dois actos. O primeiro acto enumera as futuras conquistas do chamado trans-humanismo, por exemplo:

“Já mudamos o género de um ser humano através da cirurgia e de tratamentos hormonais.”

Não, ó Anselmo Borges, não mudamos nada. Mesmo que tirem o útero a uma mulher, ela não deixa de ser mulher. O “problema” está no ADN, no XX; ¿estás a perceber, ó Anselmo? Portanto, caro Anselmo Borges, vai à bardamerda, tu e mais a “mudança de género” gramatical.

“Com ela e outras formas de engenharia biológica pode pensar-se em realizar alterações profundas na nossa fisiologia, no sistema imunitário, na esperança média de vida, nas nossas capacidades intelectuais e emocionais.”

“Poderíamos realizar alterações profundas, por exemplo, no nosso sistema imunitário”, se soubéssemos o que é e como se formou o nosso sistema imunitário. Aconselho o leitor assíduo do Anselmo Borges a ler um livro do professor universitário Michael Behe “A Caixa Negra de Darwin”, porque de outro modo seria trabalhoso estar aqui a explicar a psicose do Anselmo Borges — ou melhor: o delírio interpretativo do Anselmo Borges.

O segundo acto cagado especula sobre a primeira cagada. O Anselmo Borges irrita-me, porque usa e abusa da falácia ad Novitatem, por um lado, e por outro lado, o velho gaiteiro gosta de se pavonear como sendo “pr'á frentex”.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A psicótica Teresa de Sousa e o argumento ad Hitlerum em relação ao controlo da imigração

 

teresa-de-sousa-webA jornaleira Teresa de Sousa compara as medidas da Dinamarca de controlo da imigração, por um lado, com o holocausto nazi, por outro lado. Naturalmente que teria que ser no jornal Púbico.

A psicose é um quadro psicopatológico clássico, reconhecido pela psiquiatria, pela psicologia clínica e pela psicanálise, como um estado psíquico no qual se verifica certa "perda de contacto com a realidade".

Segundo Freud, enquanto que na neurose, o Eu tenta recalcar as reivindicações pulsionais, na psicose produz-se uma ruptura entre o Eu e a realidade, o que deixa o Eu sob domínio do ID. Num segundo momento, o Eu reconstrói a realidade segundo os desejos do ID (construções delirantes).

Comparar o controlo da imigração, por um lado, com o holocausto nazi, por outro lado, revela a psicose da Teresa de Sousa. Ela precisa de tratamento urgente.

Aliás, praticamente toda a Esquerda padece de um tipo especifico de psicose: o delírio interpretativo, que é incurável, embora sem demência terminal.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Os novos “Cunservadores” e a Ideologia de Género

 

Uma deputada “cunservadora” britânica propõe a eliminação da identificação do “género” (e da génera) dos cidadãos (e das cidadãs) nos documentos oficiais (e nas documentas oficiais) para não ofender os transgéneros (e as transgéneras):

“Maria Miller, who chairs the women and equalities select committee, is calling on the government to make passports and driving licences gender neutral to end discrimination against transgender people”.

Passports and driving licences should be gender neutral says former cabinet minister

Se os Cunservadores do Partido Social Democrata e do CDS/PP sabem disto, os deputados do Bloco de Esquerda vão ficar desempregados. Ou então o Bloco de Esquerda terá que radicalizar ainda mais as suas posições, à medida que os Cunservadores se forem convertendo ao marxismo cultural.

Uma forma de radicalização que o Bloco de Esquerda pode optar é a de propôr um novo Acordo Ortográfico que elimine todas as palavras (substantivos e adjectivos) femininos e masculinos, substituindo-as por palavras neutras — começando pelos artigos de género: em vez dos artigos “o” e/ou “a”, por exemplo, convencionar o artigo neutro “i”. Em vez de “a mulher” ou “o homem”, teríamos “i mulher” ou “i homem”. E tudo isto para não ferir a susceptibilidade de quem decidiu (alegadamente) “mudar de sexo”.

Mesmo que retirem o útero (ou todo o aparelho reprodutor) a uma mulher, esta não deixa de ser mulher.