Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal I. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal I. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 28 de junho de 2017

“Gay Pride. Todo o orgulho em tomar no cu” ( Jornal I )

 

Nos Estados Unidos, a primeira emenda da Constituição diz que todos os cidadãos têm o direito de dizer o que quiserem, e que o discurso pode ser ofensivo — porque a liberdade de expressão é por definição a possibilidade do discurso ofensivo; se o discurso fosse sempre apologético, não haveria liberdade de expressão.

É este o problema da Esquerda: alegadamente, a liberdade de expressão pode “ofender”.

E por isso, a Esquerda criou os “Espaços Seguros” em universidades, onde a dissensão ideológica (que a Esquerda considera como sendo ofensiva) não é possível. Discordar da Esquerda é uma forma de violência; tentar discutir com a Esquerda é uma forma de agressão.

Neste clima político e ideológico, as pessoas vulgares abstêm-se de qualquer opinião, e deixam para os chamados “neonazis” a manifestação da oposição em relação à Esquerda. Mas mesmo os “neonazis” têm direito à opinião — e este direito à opinião dos neonazis é também considerado “ofensivo”, pela Esquerda.

O jornal I vem com o título : “Gay pride. Todo o orgulho em ser o que se é”. E depois conta uma estória de uns três ditos “neonazis” que insultaram dois gays chamando-os de “maricas”, e alegadamente agrediram-nos. No El Pais, a alegada “agressão física” é hipotética e vaga, ou seja, não há certeza dela: o que há certeza é que os ditos “neonazis” insultaram os dois gays chamando-os de “maricas”.

O fenómeno gay tem uma característica sui generis: dizer que um gay é um “panasca” é considerado insultuoso.

Se dissermos a um gay: “vai tomar no cu!”, ele fica ofendido; mas depois, a seguir, ele vai tomar no cu.

A “sensação de ofensa” é uma forma de auto-vitimização que mantém viva a cultura apanascada. Portanto, a parangona do Jornal I deveria ser: “Gay Pride. Todo o orgulho em tomar no cu”.

O problema é que a ciência já demonstrou que tomar no cu faz mal à saúde: as maleitas são tantas que o Jornal I faz de conta que não existem. Por isso não consigo compreender como se pode ter orgulho em tomar no cu. Seria como se alguém tivesse orgulho em fumar 3 maços de cigarros por dia: racionalmente não há nisso orgulho possível.

“Orgulho em fumar 3 maços por dia”, ou “Orgulho em tomar no cu”, são proposições contraditórias nos seus próprios termos.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O jornal “I” e os cavalos da GNR

 

Uma jornaleira do jornal “I”, de seu nome Rosa Ramos, escreveu o seguinte:

“Portugal tem um rácio de 4,7 cavalos/100 mil habitantes, mais do que as polícias da Bélgica, Nova Iorque e de Londres todas juntas e até o Canadá já desistiu da cavalaria.”

GNR gasta mais de um milhão de euros por ano com ração e limpeza de cavalos

Se a nossa GNR tivesse a enorme frota de helicópteros que a Guarda Montada canadiana tem, não precisava dos cavalos para nada. Mas o “I” só conta a história pela metade. Ele há jornalistas e jornaleiros.

Este tipo de “jornalismo” de “lambe-cu” ao governo austeritário de Passos Coelho faz-me “pele de galinha”: até os cavalos da GNR são um alvo a abater em nome da austeridade.

domingo, 29 de dezembro de 2013

A ética sentimental do católico José Luís Nunes Martins

 

“A ética que perde a sua dureza heteronómica acaba em onanismo sentimental” — Nicolás Gómez Dávila

O texto publicado no jornal “I” da autoria de José Luís Nunes Martins é o paradigma da moda católica actual patrocinada pelo cardeal Bergoglio: a ética sentimental.