É dos ditos “liberais” que devemos esperar uma concepção totalitária da sociedade, mesmo quando se esconde por detrás de putativos “direitos de autor”.
É dos ditos “liberais” que devemos esperar uma concepção totalitária da sociedade, mesmo quando se esconde por detrás de putativos “direitos de autor”.
Marinho Pinto ou é burro, ou faz-se de burro — o que é pior!
“Devemos distinguir o acto terrorista (no Charlie Hebdo) da religião em nome da qual ele foi praticado: o Islão pouco ou nada tem a ver com este tipo de práticas, tal como o genuíno e verdadeiro Cristianismo pouco ou nada tem a ver com as violências da Inquisição.”
Eu não sei como classificar esta afirmação de Marinho Pinto sem entrar no ad Hominem — porque, das duas uma: ou ele nunca leu o Alcorão, por isso não sabe o que diz, e mais valia estar calado; ou leu o Alcorão mas é um analfabeto funcional.
Não há nada escrito nos Evangelhos cristãos que fundamente a Inquisição. A Inquisição foi um fenómeno político que não tem qualquer escoramento nos Evangelhos — nos livros do Cristianismo.
O apelo à violência e ao assassínio está escrito no Alcorão. O terrorismo faz parte integrante do Alcorão— o terror é endógeno ao Islão.
Que o Marinho Pinto seja burro, é uma coisa; que o cidadão “coma merda” porque ele é burro, é outra. Abram os olhos!
Marinho Pinto pretende excluir os monárquicos. Conheço um monárquico que diz que vota no Partido Comunista. E depois Marinho Pinto dirá que “não faz fretes à Direita”.
«O que se está a passar em Portugal com o debate sobre a co-adopção revela a anomia cívica da nossa sociedade e, sobretudo, a degradação a que chegou o nosso regime democrático.
Um sector ultra-minoritário da sociedade, que age como uma seita, impõe arrogantemente as suas certezas e insulta e escarnece dos que exprimem opiniões diferentes. O fanatismo heterofóbico dos seus prosélitos leva-os a apelidar de "ignorantes", "trogloditas" ou "homens das cavernas" todos os que ousam pôr em causa as suas certezas.