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sexta-feira, 4 de novembro de 2022

O Porto Canal é a estação de televisão mais esquerdista que existe em Portugal


Na sua aflitiva demanda de audiência, o Porto Canal compete irracional- e desenfreadamente com os outros canais abertos de televisão no sentido da assunção de posições políticas de extrema-esquerda — ele é uma espécie de concurso:

¿Qual é o canal mais “Bloco de Esquerda”? O Porto Canal, com certeza!

O Porto Canal é composto por uma parolada orgulhosa; uma saloiada arrogante e com ares de intelijumência; gente com alvará de inteligente cagando postas de pescada: ao Porto Canal aplica-se bastamente o conceito de Imbecil Colectivo: um grupo de pseudo-elitistas, politicamente radicais de uma cidade de província, que se reúnem com o propósito de imbecilizar-se uns aos outros.

braganca porto canal web

sábado, 2 de maio de 2015

Júlio Machado Vaz e o machismo no Porto Canal

 

Ontem passei pelo Porto Canal e vi, mais uma vez, o curandeiro Júlio Machado Vaz a zurzir na religião revelada. Desta vez dizia que a culpa do machismo é do Génesis e da história de Adão e Eva.

julio machado vaz webOu seja, para Júlio Machado Vaz, a alegoria de Adão e Eva não é um efeito da realidade, mas antes é uma causa dela. Fica por explicar o machismo entre os índios americanos, por exemplo, que diziam que os homens cobardes eram parecidos a squaws; ou o machismo dos indianos, tanto hindus como budistas; o machismo dos incas, astecas, maias, dos índios da Amazónia, dos zulos da África do Sul, dos berberes antes do Islão, o machismo de Confúcio, o machismo do xintoísmo, etc..

Gente como Júlio Machado Vaz — que inclui, por exemplo, os naturalistas do Rerum Natura — tem duas características principais: primeira, fala muitas vezes do que não sabe e “arrota” amiúde “postas de pescada”. Segunda, tem um pensamento mágico característico das épocas anteriores às religiões reveladas; os nexos causais da Natureza são como “mágicos”, surgem sem uma razão suficiente e valem apenas por si.

E como o mundo se reduz a uma espécie de “magia moderna” sustentada por uma qualquer teoria sancionada pelo paradigma do Zeitgeist, a realidade tende a ser subjectivizada (tal como acontecia no neolítico). Através da subjectivização da realidade, esta é compartimentada, e a parte considerada como sendo o todo; e só assim se compreende que Júlio Machado Vaz defenda a ideia de que a culpa do machismo é do Génesis.

Se o Porto Canal colocar um contraditório com Júlio Machado Vaz, verificará que ele foge a sete pés. Quando quiserem acabar com o programa, sugiram o contraditório: Júlio Machado Vaz vai logo para casa fazer croché.

sábado, 4 de abril de 2015

Os solilóquios de Júlio Machado Vaz no Porto Canal

 

Eu sou um espectador atento do Porto Canal, quanto mais não seja por ser portista.

No fim do jogo de futebol entre o Marítimo e o FC Porto para a Taça da Liga, em que este perdeu o jogo, todos os canais de cabo estavam a falar sobre o jogo — excepto o Porto Canal que transmitia uma entrevista com o actor Fernando Mendes, aliás um adepto de um clube do sul. Ou seja, para ouvir comentários acerca do jogo do FC Porto, tive que aturar os comentadores benfiquistas da SICn, da RTPn do benfiquista de Paredes e do senhor obeso do sul que vive em Vila do Conde, e da TVIn do Eládio Paramés. E depois, o Júlio Magalhães que se queixe porque o Porto Canal não sobe nas audiências...

julio machado vaz webOntem, Sexta-feira Santa, ligo para o Porto Canal e vejo um solilóquio do Júlio Machado Vaz (outro benfiquista vermelhusco acarinhado pelo Porto Canal) em que ele se referia a Nossa Senhora, mãe de Jesus Cristo. O timing de Júlio Machado Vaz não poderia ser melhor para ele: Sexta-feira Santa é o dia ideal para malhar no Cristianismo. E Porto Canal apara-lhe o jogo.

O Júlio Machado Vaz não tem categoria intelectual para abordar temas filosóficos, e muito menos teológicos. O Júlio Machado Vaz é uma fraude, o “rei que vai nu” que os me®dia construíram.

¿Já repararam que o Júlio Machado Vaz não escreve nada e apenas “diz coisas” nos me®dia? — porque o discurso oral dá mais jeito a quem não quer ser confrontado com as suas contradições e com a sua ignorância. O Júlio Machado Vaz não se atreve a escrever o que quer que seja: prefere dizer umas asneiras intencionadas nos me®dia como, por exemplo, o Porto Canal.

Se o Júlio Machado Vaz é agnóstico, problema dele: não tem que alardear a sua idiossincrasia a cada vez que aparece nos me®dia. O diabo que o carregue! E que o Porto Canal deixe esse senhor discursar sem qualquer contraditório, é sinal de que já não se distingue de qualquer outro canal de televisão deste país. O Porto Canal está a perder a sua identidade.