Mostrar mensagens com a etiqueta chiquismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta chiquismo. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

O filho-de-puta do papa Chico


“Pope Francis trotted out a scene from the 11th-century French epic poem La Chanson de Roland this week to prove Christians have tried to convert Muslims by the sword, just as Muslims have done to Christians.”

Pope cites French epic poem to “prove” Christianity is as violent as Islam


O filho-de-puta do Chico cita um poema épico (e secular) extraído da Chanson de Roland para (alegadamente) demonstrar que o Cristianismo é tão violento quanto o Islão.

O cabrão do Chico não distingue aquilo que é intrínseco às duas religiões — ou seja, não distingue aquilo que é a base da religião, que no Islão é o Alcorão, e no Cristianismo são os quatro Evangelhos sinópticos — daquilo que foram as várias interpretações políticas e seculares ao longo do tempo.

Por isto (entre outras razões) é que o Chico é um grande filho-da-puta.

papa-chico-comuna-web

sexta-feira, 22 de março de 2019

O Chiquismo

 

Há um determinado tipo de “conservador católico” que eu considero ser pior do que o esquerdista típico — a nova geração de progressistas direitosos e campeões dos direitos de braguilha; prefiro a bala marxista a uma palmadinha nas costas de um direitóide do CDS da Assunção Cristas ou do PSD do Rui Rio.

Prefiro a bala marxista a uma palmadinha nas costas de um direitóide do CDS da Assunção Cristas ou do PSD do Rui Rio.

Por exemplo, o papa-açorda Chico representa o que mais detestável existe no chamado “conservadorismo católico”. Vamos chamar a este novo “conservadorismo católico” de “Chiquismo”.

O Chiquismo segue a tradição da Teoria Crítica  do marxismo cultural  (que, por sua vez, influenciou a Nova Teologia  que marcou o Concílio do Vaticano II): utiliza violentamente a picareta ideológica, como se não existisse amanhã! Critica tudo e todos, mas não oferece uma alternativa social e política que seja facilmente perceptível: o revezamento ideológico (a alternativa do sentido da vida) é tão “absconditus” como o Deus que já não existe na realidade do actual “conservadorismo católico”. Essa alternativa social e política existe no discurso do Chiquismo, mas é propositadamente escondida para não assustar os católicos em geral.


Podemos ver, bem patente, o Chiquismo neste texto da autoria de moderno “conservador católico” que dá pelo nome de Patrick Deneen, e que o Carlos Fiolhais gostou tanto que transcreveu para o seu blogue. Quando o Carlos Fiolhais transcreve um texto no seu blogue, só devemos desconfiar.


Patrick Deneen faz uma crítica ao liberalismo político (americano). Eu também critico o liberalismo se este for concebido pela ruling class como um fim em si mesmo — que é o que acontece com o liberalismo do globalismo e dos neocons (não confundir “globalismo” e “globalização”: a globalização começou com os descobrimentos portugueses), e não como um meio ou instrumento político de prossecução da Vida Boa.

Ora, o tal Patrick Deneen não faz essa distinção entre meios e fins, no que diz respeito ao liberalismo americano que, conforme fundado no século XVIII, já pouco tem a ver com o liberalismo político actual.

Ou seja, Patrick Deneen não faz (no texto) a distinção entre o liberalismo religioso dos fundadores dos Estados Unidos, por um lado, e, por outro lado, o liberalismo ateu e materialista promovido pela maioria da ruling class americana actual.

Quando Donald Trump fala amiúde em “Deus” nos seus discursos, ele sabe perfeitamente que o liberalismo sem Deus não faz qualquer sentido — ou, como dizia o liberal Montesquieu: “Se Deus não existisse, teria que ser inventado”.

Deus é o fundamento metajurídico do liberalismo dos Estados Unidos; Deus é Aquilo que está “antes e para além” da própria Constituição dos Estados Unidos.

Não é possível defender a democracia e simultaneamente defender as ideias do papa-açorda Chico.

Se retirarmos Deus da simbologia política liberal americana, toda a estrutura constitucional e institucional americana é colocada em causa, como está, aliás, a acontecer actualmente com a radicalização à esquerda de gente como Alexandria Ocasional-Cortex ou Beto O'Dork.

Patrick Deneen não deixa de ter razão em algumas críticas que faz ao liberalismo político, mas “esqueceu-se” de traçar a mudança (na cultura política) do conceito de “liberalismo” desde o século XVIII — por exemplo, no século XVIII começou-se por chamar de “democráticas” às instituições liberais do século XVIII, mas hoje chamamos de “liberal” à servidão “democrática” (que de “democrática” tem apenas o nome): a construção política do leviatão da União Europeia é apenas um dos exemplos da “servidão democrática” que se diz “liberal”, e que obedece claramente a critérios de sinificação institucional.

Não é possível democracia sem o nacionalismo (esta foi a melhor herança de Napoleão: o Estado-Nação que torna possível a democracia). E é o nacionalismo que o Chiquismo condena, horrorizado! Não é possível defender a democracia e simultaneamente defender as ideias do papa-açorda Chico; e é isto que o Patrick Deneen não diz.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

A Teoria Crítica do Chico

 

A julgar por este texto do Anselmo Borges, o discurso do Chico é um espécie de Teoria Crítica actualizada. A Teoria Crítica não faz outra coisa senão criticar tudo e todos: martela, martela, pimba, pimba...!

Em relação às críticas sistemáticas feitas pelo Chico durante a sua viagem à América do Sul:

“¿Quem é ele para julgar?!”

 

papa-freak-web

domingo, 29 de outubro de 2017

A opinião do cardeal de Lisboa — D. Manuel Clemente — acerca de Lutero, é anticatólica

 

Ando tão afastado da actual Igreja Católica do papa Chiquinho que nem sabia que o Bispo de Lisboa já tinha recebido o cardinalato. E leio a notícia: «Cardeal Patriarca de Lisboa vê Lutero como "grande fonte de inspiração"».

A opinião do cardeal de Lisboa acerca de Lutero é totalmente falsa. D. Manuel Clemente não resistiria a 5 minutos de troca de texto comigo. Aliás: a opinião do cardeal de Lisboa é anticatólica.

Toda a gente sabe que a chamada “Reforma” de Lutero teve um fundamento político, e não propriamente teológico.

Por isso é que o cardeal de Lisboa mente. E a prova disso é que grandes porções da Alemanha (por exemplo, a Baviera) manteve-se católica apesar de Lutero, porque a política bávara não seguiu o paradigma político dos príncipes alemães do norte.

O cardeal de Lisboa segue, de forma canina, a opinião anticatólica do papa Chiquitito acerca de Lutero. Se o Chico fosse da opinião que nos devêssemos lançar a um poço, o cardeal de Lisboa seria o primeiro a lançar-se ao poço.

O que o cardeal de Lisboa faz de conta que não sabe (ou, se calha, não sabe mesmo!) é o seguinte:

  • Lutero separou a Fé, por um lado, e a Razão, por outro lado.
  • Lutero separou a acção humana, por um lado, das consequências dessa acção, por outro lado.

Por favor leiam dois textos que reduzem o cardeal de Lisboa à insignificância intelectual que ele merece:

sábado, 3 de junho de 2017

Anselmo Borges, o asno bergogliano

 

« A primeira pergunta pertenceu à RTP, pela voz de Fátima Campos Ferreira. Que impulso agora, a partir de Fátima, para a Igreja e para o mundo? E que pode esperar o mundo do encontro com Trump?

Francisco:
"Fátima tem, sem dúvida, uma mensagem de paz. Que pode esperar o mundo? Paz. De que vou falar daqui para diante seja com quem for? Da paz. E quereria dizer uma coisa que me tocou o coração. Antes de embarcar para Fátima, recebi cientistas de várias religiões, também agnósticos e ateus, e um ateu disse-me: "Sou ateu. Peço-lhe um favor: diga aos cristãos que amem mais os muçulmanos." Isto é uma mensagem de paz." »

MAOMERDAS-RADICAL-webVemos — implícita- ou explicitamente — neste pequeno trecho uma série de enormidades de asno bergogliano, por exemplo:

1/ Um ateu pode ser cristão; aliás, um ateu pode ser mais cristão do que muitos que vão regularmente à missa”.

Este conceito segundo o qual “um ateu pode ser mais cristão do que os cristãos” é próprio da Nova Teologia que é descaradamente adoptada (pelo menos parcialmente) pelo Chiquinho e pelo Anselmo Borges.

Ou seja, o valor da subjectividade — ou o uso da casuística — só se aplica em relação a quem não é cristão ou católico; para estes últimos (segundo o Chico burrico), a subjectividade e a casuística não se aplicam.

2/ “Um ateu que pede para que os cristãos amem mais os muçulmanos” — diz o Chico orgulhoso do ditame, e o Anselmo Borges bate palmas.

Há aqui uma negação evidente do Direito Natural, uma negação do princípio da auto-conservação.

O Chiquitito, à maneira da mente revolucionária, inverte o sujeito/objecto: segundo se subentende do Anselmo Borges e do Chico burrico, a culpa (de os muçulmanos assassinarem uma média de 150 cristãos todos os dias em todo o mundo) é dos cristãos que não amam suficientemente os muçulmanos. Esta asserção do Chico burrico é extraordinária, e só um asno bergogliano (como é o Anselmo Borges) faz dispensa de qualquer espírito crítico para a citar.

maomerdas-moderado-web

domingo, 21 de maio de 2017

Este papa Chico está a criar confusão na Igreja Católica.

 

A confusão, em si mesma, não é necessariamente má quando se sabe que se trilha um caminho positivo; o problema é que ninguém tem um vislumbre de certeza — nem mesmo o Chico — de que o caminho escolhido pela actual elite clerical católica é o melhor caminho.

Por isso é que o Chico ataca descaradamente os cardeais que manifestaram dúvidas em relação à encíclica papal “A Alegria do Adultério”. Para o Chico, perguntar ofende; “os quatro cardeais perguntaram e ofenderam, e dividiram a Igreja Católica”. Não foi o Chico que dividiu a Igreja Católica: foram os 4 cardeais.

A justificação melíflua do Chico para atacar os 4 cardeais que fazem perguntas é a seguinte: os cardeais transformam a doutrina  (da Igreja Católica) em ideologia  (política) — que é exactamente que o Chico e os seus apaniguados fazem!: misturar a religião e a política. O Chico cabrão acusa os outros de fazerem aquilo que ele próprio faz.


Eu já começo a reparar alterações na liturgia da missa.

Por exemplo, o Padre aqui da freguesia já começou a entrar em diálogo com os participantes na missa que se transforma em uma espécie de “brainstorming” de analfabetos funcionais. E depois, o Padre mete os pés pelas mãos nos “diálogos com os crentes”, como aconteceu hoje em plena homilia na missa, por exemplo, quando, em resposta a uma pergunta de um participante na missa, tentou explicar “racionalmente” “o que é o Espírito Santo”. 1 

A hierarquia da Igreja Católica portuguesa — o Bispo do Porto, nomeadamente —, em vez de implementar as modernices que transformam a Eucaristia em uma “pseudo-sessão de reflexão colectiva New Age”, deveria ensinar, por exemplo, os sacerdotes a explicar simbolicamente o que é a Santíssima Trindade, tal como explicou Santo Agostinho há dois mil anos nas “Confessiones”: a realidade humana também é trinitária: nós somos, nós amamos, nós conhecemos.

Nós experimentamo-nos a nós próprios e ao mundo na perspectiva da primeira pessoa (eu sou), na perspectiva da segunda pessoa (eu amo um tu) e na perspectiva da terceira pessoa (eu conheço um ele, uma ela, uma coisa). Eu encontro-me no mundo como um eu, encontro o tu de um outro ser humano, e tudo isto acontece dentro do espaço e do tempo, dentro das estruturas e coisas que são descritas com os pronomes ele e ela. O nosso mundo constrói-se a partir do eu, do tu e das coisas. O mundo aparece-nos nesta trindade: é sempre o mesmo mundo, mas eu tenho uma relação tríplice com ele.

As propriedades de Deus, que são determinantes para a minha existência no tempo e na eternidade, e pelas quais posso orientar a minha vida em confiança e segurança, revelam-se-me no contexto destas três categorias. É neste contexto que o cristão faz as experiências fundamentais sobre a essência interior de Deus, experiências essas que têm o poder de interpretar todas as outras experiências do mundo.

Bastaria ao Padre ter previamente lido Santo Agostinho para explicar simbolicamente ao povo o que é a Santíssima Trindade.

Mas os padres andam confusos com as modernices do Chico. Os padres já não sabem quem é Santo Agostinho: só sabem quem são os teólogos da moda, os supra-sumos do espírito do tempo, os novos fariseus como o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues.


Nota
1. Na Idade Média, os diálogos entre o Padre e os crentes também existiram, mas era sempre no fim da missa, antes de as pessoas abandonarem a igreja — e não em plena homilia!

sábado, 3 de setembro de 2016

A penitência chiquista do Anselmo Borges: vai passar a andar de bicicleta e a abraçar árvores

 

O Anselmo Borges continua a sua saga de endeusamento do papa Chico, mas devemos lembrar o senhor Borges da penitência recomendada pelo Chiquinho no “Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação” — segundo o qual os católicos chiquistas devem confessar ao Padre da paróquia os seus pecados ecológicos, como por exemplo, os de usar papel ou plásticos, ou de não desligar as lâmpadas desnecessárias.

Como penitência pelos seus pecados, o chiquista Anselmo Borges vai passar a andar de bicicleta e a abraçar uma árvore todos os dias.

caution-francis-speaks-400