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sexta-feira, 1 de abril de 2016

A Raquel Varela e a Primavera Árabe em Angola

 

A Raquel Varela defende para Angola uma espécie de Primavera Árabe.

Os românticos adoram ver a beleza e a força do tigre; o problema é quando o tigre foge da jaula — mas os românticos nunca pensam nessa possibilidade: Carpe Diem. O romantismo do século XVIII voltou a estar na moda em Portugal.

A capacidade de previsão de factos é sinal de inteligência; mas, hoje ser inteligente é sinal de estupidez. O romantismo inverteu os pólos do QI.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Os chicos-espertos à moda do Ricardo Araújo Pereira

 

Há um certo tipo de indivíduo que gostaria que se lhe rebentasse uma bomba islâmica no cu —  e por isso não lhes desejo tal morte feliz.

lobotomy-frontal-300-webEste tipo de discurso prepara a mente do cidadão para a rotina dos atentados bombistas: a gente liga o rádio, de manhã, ouve o boletim meteorológico e a notícia do atentado do dia. É um discurso terrorista mas “progressista pá”, prá-frentex, bombinha diária para aquecer o dia, e que pretende amaciar os espíritos e conformá-los com uma realidade que surgiu da utopia do multiculturalismo que sempre defenderam, e que agora fica muito mal renegar.

É aquela piadinha do Tuga chico-esperto, à Ricardo Araújo Pereira:

“Não sejas esquisito, pá! Toma lá uma bombinha, e não sejas xenófobo! ”.

É certo que morreu muitíssima mais gente inocente nas guerras que se seguiram à Primavera Árabe do que em todos os atentados bombistas islamitas em todo o mundo.

Mas quando se deu a Primavera Árabe, aquele tipo de idiota (Ricardo Araújo Pereira incluído) andava todo entesado e em orgasmos contínuos sobre a “revolução”.

Como me dizia alguém, ontem: “O que está a acontecer agora na Europa é o resultado da política de Obama”. E é verdade. Mas também é verdade que os idiotas à moda do Ricardo Araújo Pereira lambem as partes pudibundas do Obama; e só não lhe dão o cu porque preferem lá meter uma bomba islâmica.

segunda-feira, 21 de março de 2016

O Frei Bento Domingues nega os símbolos do Cristianismo, substituindo-os por sinais

 

Quando lemos o que o Frei Bento Domingues escreve, temos que traduzir o texto, ou seja, temos que fazer a hermenêutica (mas não a exegese) do texto, porque ele esconde a sua (dele) intencionalidade nos passos perdidos das palavras.

fbd-2-webO Frei Bento Domingues escreveu este texto em que constata que o mundo está em desordem, para depois concluir que o lava-pés pascal do papa-açorda Francisco a mulheres, a muçulmanos e a refugiados é uma forma de combater a discriminação. Só falta ao papa-açorda Francisco lavar as patas aos ursos polares para assim contribuir para a soteriologia imanente do materialismo ecologista.

A ideia segundo a qual o mundo está em desordem baseia-se no princípio de que o mundo pode ou poderia estar em ordem (o ser humano só conhece a partir de contrários ou opostos). Mas quando os progressistas (como o Frei Bento Domingues) e os me®dia teceram loas à desordem da Primavera Árabe, o Frei Bento Domingues esteve calado — porque a Primavera Árabe era alegadamente uma “desordem boa”. Parece que, para o Frei Bento Domingues, há desordens boas ou más. Mas quando uma alegada “desordem boa” é causa de uma putativa “desordem má”, os progressistas ignoram ostensivamente o nexo causal, e defendem agora uma “ordem boa” em contraponto a uma “ordem má” que é aquela com que não concordam.

O Frei Bento Domingues parece ver o mundo de forma arbitrária, desligada de nexos causais; o bom e o mau são eleitos em função de cada momento (pensamento hegeliano, dialéctico); a História serve para ser desconstruída e para justificar as opções do dia-a-dia.


O Frei Bento Domingues diz implicitamente que Jesus Cristo discriminou as mulheres, e que o papa-açorda Francisco veio ao mundo para corrigir Jesus Cristo. O lava-pés de Jesus aos discípulos é alegadamente uma forma de discriminação sexista, e a missão do papa-açorda Francisco (entre outras) é a de chamar à atenção do povo para a estupidez de Jesus Cristo. O papa-açorda Francisco veio ao mundo para tomar o lugar de Jesus Cristo e fundar uma nova revelação.

O Frei Bento Domingues ignora a diferença entre “discípulos”, por um lado, e “apóstolos” (que podem ser mulheres), por outro lado; e ignora a condição ontológica do homem e da mulher, que são diferentes: não é só uma questão biológica, mas é também uma questão metafísica. Mas a metafísica do Frei Bento Domingues é imanente, e portanto não pode ter em consideração estas nuances esotéricas.

Quando Jesus Cristo escolheu discípulos (homens), não discriminou as mulheres, porque se assim fosse, a própria escolha daqueles (e não de outros) seria uma forma de discriminação — as ideias do Frei Bento Domingues, se levadas às suas últimas consequências, raiam o absurdo —; e porque a diferença entre homem e mulher não é apenas biológica, mas também metafísica (os budistas chamam “Kharma” a esta diferença metafísica, não só entre os dois sexos mas também entre indivíduos). Além disso, a história da Igreja Católica está repleta de apóstolas (mulheres) que assim cumpriram a sua missão na soteriologia transcendente (e não imanente, como a do Frei Bento Domingues).

O Lava-pés tem símbolos, e não sinais. O Frei Bento Domingues (e o papa-açorda Francisco) reduz a cerimónia a um conjunto de sinais. Os símbolos tem uma função esotérica, isto é, não podem ser mudados sem que se mude também aquilo que o símbolo representa (representação). Aos sinais, falta-lhes a participação no conteúdo do representado/simbolizado, porque, em regra, os sinais são escolhidos arbitrariamente (por exemplo, os sinais de trânsito).

A aleatorização da cerimónia do Lava-pés, por parte do papa-açorda Francisco, transforma os símbolos em sinais (escolhidos arbitrariamente), em nome de um conceito de “igualdade” que não pode existir enquanto tal (utopia), porque o sentido de um conceito só é definido por meio da experiência concreta.

Se levarmos o raciocínio do Frei Bento Domingues (e do papa-açorda Francisco) até às últimas consequências, então concluímos que Natureza discriminou o homem em relação à mulher, porque aquele não pode parir — o que é um injustiça imposta por Deus ao homem. A negação dos símbolos cristãos e a sua substituição por sinais conduz ao absurdo.

domingo, 17 de janeiro de 2016

O passa-culpas da Raquel Varela acerca dos “refugiados”

 

A Raquel Varela diz que “a culpa, dolorosa e insuportável, é das empresas de armamentos e energia que destroem aqueles países – se há taxa a ser paga é por eles”. Ela refere-se a uma “taxa sugerida pela ONU sobre transportes, cinema e futebol para financiar ajuda humanitária”.

¿Onde estava a Esquerda da Raquel Varela durante a Primavera Árabe?!

A resposta é simples: estava de alma e coração com a política daquelas “empresas de armamentos e energia que destroem aqueles países”. Ou seja, ela apoiou a Primavera Árabe. E agora a culpa é daquelas “empresas de armamentos e energia que destroem aqueles países”.

Basta ler a minha posição acerca da Primavera Árabe (ver etiqueta) para me permitir dizer o seguinte: a Esquerda que pague a crise! Debitem a conta ao Partido Socialista, ao Partido Comunista, ao Bloco de Esquerda e quejandos.

No taxation without representation! A ONU que vá para a puta-que-pariu.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

A imbecilidade da Raquel Varela: o argumento ad Hitlerum e os “refugiados”

 

“Se ajudar pessoas que fogem à guerra, à fome e a perseguições em busca de uma vida melhor no outro lado de uma fronteira é ilegal, também o foi em tempos salvar judeus de campos de concentração e câmaras de gás dentro destas mesmas fronteiras. Também era punido por lei ajudá-los a escapar. Mas era então como o é hoje – legítimo”.

→ Raquel Varela

A Raquel Varela é uma imbecil. Comparar o holocausto nazi, por um lado, e a defesa de fronteiras nacionais, por outro lado, revela imbecilidade. E com imbecilidades destas, o debate sobre os ditos “refugiados” está inquinado: a radicalização de posições da Esquerda levou ao impasse político em que se encontram os países da União Europeia.

Vemos as imagens televisivas dos ditos “refugiados”, maioritariamente jovens homens sem família. ¿Quem abandona as suas mães, mulheres e/ou filhas? Quem?

O que é surpreendente (ou não) é que imbecis como a Raquel Varela têm visibilidade nos me®dia. É este tipo de imbecil que influencia a opinião pública.

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