terça-feira, 13 de maio de 2025
quinta-feira, 23 de julho de 2020
O palhaço rico cumpre as ordens do sistema
“O bobo do circo mediático convidou toda a gente da política para o seu programa pago a 50 mil euros à peça, mas não arranjou lugar nem tempo para convidar o líder do Chega, André Ventura.”
quarta-feira, 23 de março de 2016
Os chicos-espertos à moda do Ricardo Araújo Pereira
Há um certo tipo de indivíduo que gostaria que se lhe rebentasse uma bomba islâmica no cu — e por isso não lhes desejo tal morte feliz.
Este tipo de discurso prepara a mente do cidadão para a rotina dos atentados bombistas: a gente liga o rádio, de manhã, ouve o boletim meteorológico e a notícia do atentado do dia. É um discurso terrorista mas “progressista pá”, prá-frentex, bombinha diária para aquecer o dia, e que pretende amaciar os espíritos e conformá-los com uma realidade que surgiu da utopia do multiculturalismo que sempre defenderam, e que agora fica muito mal renegar.
É aquela piadinha do Tuga chico-esperto, à Ricardo Araújo Pereira:
“Não sejas esquisito, pá! Toma lá uma bombinha, e não sejas xenófobo! ”.
É certo que morreu muitíssima mais gente inocente nas guerras que se seguiram à Primavera Árabe do que em todos os atentados bombistas islamitas em todo o mundo.
Mas quando se deu a Primavera Árabe, aquele tipo de idiota (Ricardo Araújo Pereira incluído) andava todo entesado e em orgasmos contínuos sobre a “revolução”.
Como me dizia alguém, ontem: “O que está a acontecer agora na Europa é o resultado da política de Obama”. E é verdade. Mas também é verdade que os idiotas à moda do Ricardo Araújo Pereira lambem as partes pudibundas do Obama; e só não lhe dão o cu porque preferem lá meter uma bomba islâmica.
domingo, 10 de janeiro de 2016
Ricardo Araújo Pereira no Maxime/Titanic Sur Mer (ser gay é coisa fina)
O ideal do esquerdista é ser gay; ele faz tudo para parecer gay, para vencer o preconceito reaccionário do estereótipo do heterossexismo. Muitos esquerdistas ainda não conseguiram evoluir no sentido da ultrapassassem dos preconceitos da heteronormatividade, e por isso ainda não conseguiram alcançar o estatuto supremo da nossa sociedade: ser um gay reconhecido inter pares.
Para a Esquerda, ser gay é coisa fina; ser gay é melhor do que ser operário, empresário, jornalista ou funcionário público. Ser gay não é uma mera profissão ou actividade: é um estatuto social, comparável a um estatuto inerente a um cargo de natureza política mas de carácter vitalício. Esta é uma das razões por que o esquerdista almeja ser gay.
“Os Prémios Arco-íris 2015, uma iniciativa da ILGA Portugal que pretende reconhecer e incentivar personalidades e/ou instituições que, com o seu trabalho, se distinguiram na luta contra a homofobia, são entregues este sábado, dia 9, no Maxime/Titanic Sur Mer, a partir das 21h30, numa cerimónia conduzida por Ricardo Araújo Pereira”.
Parece que o Ricardo Araújo Pereira tem vindo a tentar ser gay, mas a coisa não é para qualquer um; não é qualquer bicho-careta que é gay. Para se ser gay tem que se pertencer a uma casta superior, a uma elite. Ser gay é uma instituição, um ex-libris.
É provável que, no futuro, se possa ser gay através de concurso público, mas, por enquanto, o Ricardo Araújo Pereira vai ter que esperar. Ou então ele terá que fazer um curso intensivo nas saunas gay de Lisboa, ainda assim sem qualquer garantia de que o estatuto de gay lhe seja concedido.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Não conhecia a coragem do João Miguel Tavares
Numa altura em que a ciência vem demonstrar à fartazana que a percentagem de incidência da SIDA na comunidade homossexual é astronomicamente superior quando comparada com o resto da população (fala-se em percentagem de incidência, e não em números absolutos), o João Miguel Tavares corre o risco de ser crucificado pelo politicamente correcto.
A besta que é o Ricardo Araújo Pereira levantou o problema; e o burro Pedro Mexia acredita que “a ciência é discriminatória”.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
O arquétipo mental do Ricardo Araújo Pereira
“Quando falamos em abolição da tauromaquia todos sabemos que a mesma está nas mãos dos políticos. Políticos esses que são na sua grande maioria corruptos e tal como se vendem ao grande capital, também se vendem à máfia tauromáquica, máfia esta que tem muito poder porque grande parte de ministros e de deputados têm ligações ou pertencem a famílias tauromáquicas. Os tentáculos são mais que muitos e a única solução passa ou por mudar quem nos governa através de eleições ou por uma revolução”.
Aquele texto delirante traduz o “pensamento” — ¿será que ele pensa? — do Ricardo Araújo Pereira. Tudo se resume a uma frase de Hitler que essa gentalha adoptou: “Alles muss Anders sein!”.
Os novos puritanos, como o Ricardo Araújo Pereira, não condenam a tourada por causa do touro, mas antes porque dá prazer aos espectadores, e assume que esse prazer pelo espectáculo está ligado a um determinado tipo de cultura antropológica que é preciso banir em nome da construção do “Homem Novo”.
Naturalmente que neste contexto, “a tourada está ligada ao grande capital”. Quando a tourada à moda portuguesa surgiu em finais do século XVII, alegadamente “já existia o grande capital”. É assim que estas mentes anquilosadas “pensam”.
O Ricardo Araújo Pereira não tem culpa: quem é culpado é quem lhe dá a atenção que ele não merece.
A revolução do Ricardo Araújo Pereira e de quejandos passa pela mudança de tabus: por exemplo, a tourada terá que ser considerada tabu, mas levar no cu ou abortar à fartazana deixam de ser tabus e passam a ser vitórias da humanidade: é o Homem Novo que desponta triunfante no Fim da História!
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Os animais divertem-se
Parece que estes animais não têm mais nada que fazer. Enquanto o povo trabalha, esta gente anda a fazer cera pelas esquinas dos me®dia. É este tipo de animal que dita as leis morais neste país.
domingo, 29 de março de 2015
¿Qual a diferença entre o Herman José e o Ricardo Araújo Pereira?
É a de que não consta que seja pederasta.1
Nota
1. Anfibologia. A partir de agora vai ser descascar até a mãe dele chorar. É incompreensível como um país se rende a uma personalidade histriónica que se tem aproveitado do nacional-porreirismo para orientar a sua vidinha.