Mostrar mensagens com a etiqueta direitos humanos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta direitos humanos. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O Justin Trudeau sai ao seu pai Fidel, o que faz dele literalmente um filho-de-puta (1)

 

Há quem diga que o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, é filho de Fidel Castro, não só porque a mãe do Justin era muitíssimo promíscua do ponto de vista sexual, mas também porque ela visitou várias vezes (sozinha) o Fidel em Cuba — e já não falando nas evidentes parecenças físicas entre pai e filho. Os filhos da puta têm normalmente o azar de “sair muito ao lado do pai”.

Na primeira foto em baixo vemos o Fidel Castro na companhia da puta mãe de Justin Trudeau e com o seu filho ao colo. Na segunda foto vemos uma comparação entre o pai e o filho já adultos; e na terceira composição fotográfica vemos três comparações separadas pelo tempo. Quem disser que o Justin Trudeau não é filho de uma puta, é cegueta de todo.

No segundo verbete desta pequena série sobre o filho de uma grande puta promíscua que era a mãe do Justin Trudeau, iremos falar sobre a lei orwelliana C-16 que entrou em vigor no Canadá, que, em nome da liberdade, retira a liberdade ao povo canadiano.

jt-fidel-castro-web

Trudeau-Castro-crop-web

Trudeau-Castro-2-web

quarta-feira, 21 de junho de 2017

A maior ameaça aos direitos humanos na Europa vem do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos"

 

Quando se trata de de defender os privilégios dos paneleiros, os artigos do Observador não são assinados. Ninguém sabe quem os escreve: escondem-se no anonimato.

gay-indoctrination-webO caso “Bayev contra a Rússia” do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" escuda-se por detrás da liberdade de expressão. Mas a liberdade de expressão tem limites, por exemplo, no que diz respeito à educação das crianças.

Por exemplo, fazer propaganda pornográfica nas escolas não faz parte do direito à “liberdade de expressão”.

¿O que é que o Observador nos pretende propositadamente esconder?

A resposta é dada pelo próprio acórdão do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" :

1/ em 3 de Abril de 2006, o parlamento [russo] adoptou a Lei de Protecção da Moralidade Infantil que proibia actividades públicas que tenham em vista, nomeadamente, a promoção cultural da homossexualidade junto das crianças.

2/ no dia 30 de Março de 2009, o senhor Bayev promoveu uma demonstração pública em frente a uma escola, exibindo duas faixas, uma delas tinha escrito “A homossexualidade é normal”, e outra faixa que tinha escrito “Tenho orgulho em ser homossexual”.


Ou seja, a lei a que me refiro no ponto 1 não proíbe a livre expressão dos paneleiros e da ideologia panasca em geral; a tal lei apenas proíbe a promoção cultural do apanascamento nas crianças.

Ainda assim, o paneleiro em questão fez questão de exercer “o seu direito à liberdade de expressão” através da promoção cultural do apanascamento em frente a uma escola — o que significa que, para ele, não estava de facto em causa a liberdade de expressão entendida em si mesma, mas antes o que estava em causa era a tentativa dele de tentar influenciar as crianças em relação à ideologia panasca.


school_bus

O artigo 78 do acórdão do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" diz o seguinte:

“(…) The [Russian] Government were unable to provide any explanation of the mechanism by which a minor could be enticed into “[a] homosexual lifestyle”, let alone science-based evidence that one’s sexual orientation or identity is susceptible to change under external influence. The Court therefore dismisses these allegations as lacking any evidentiary basis.”

Ou seja, o Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" diz que a propaganda paneleira junto das crianças não altera a “orientação sexual ou identidade sexual”. Mas, se isso é verdade, ficamos sem saber por que razão os invertidos fazem propaganda da ideologia apanascada nas escolas.

E mais: a ideia apanascada segundo a qual “o apanascamento é de origem genética” não tem qualquer base científica; mas o que o Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos", no fundo, vem dizer é que a ciência é uma merda.

A maior ameaça aos direitos humanos na Europa vem do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos".


segunda-feira, 4 de abril de 2016

A feminização da política conduz ao reforço do poder do Estado

 

O Pedro Arroja escreve aqui um texto sobre a “ascensão das mulheres na política”; e conclui este fenómeno político “é um sinal da degenerescência dos partidos políticos”.

Eu penso que é um sinal de degenerescência dos partidos políticos, mas não exactamente pelas mesmas razões que o Pedro Arroja invocou. E penso que a degenerescência da política também inclui a Angela Merkel, que Pedro Arroja considerou excepção à regra. Talvez a única excepção seja a de Margaret Thatcher. Na área da economia e das finanças (e ao contrário do que aconteceu com Margaret Thatcher), Angela Merkel seguiu estritamente determinadas ordens da elite alemã; não agiu por convicção própria.

juncker-kisssing1

Uma das consequências da feminização da política é a supremacia da emoção sobre a razão. A política sempre foi guiada por uma certa dose de emoção (por exemplo, na retórica), mas sempre dentro dos limites estipulados pela razão.

Tucídides escreveu: “Nós amamos a beleza dentro dos limites do discernimento político, e filosofamos sem o vício bárbaro da efeminação.”

Não é por acaso que a escritora britânica Fay Weldon afirma que as mulheres ganharam a batalha dos sexos — porque, ao contrário do que defendiam os gregos, hoje a filosofia política é feita com “o vicio bárbaro da efeminação”, o que significa uma supremacia descabida da emoção sobre a razão.

juncker-kissing2

A supremacia da emoção na política é o fundamento da utopia e do irrealismo. A Europa está na actual situação de estagnação a vários níveis porque os homens perderam preponderância na política. As mulheres são tão sectárias quanto os homens; porém, a diferença é a de que as mulheres são sectárias entre si apenas em detalhes, e não na essência das questões. A mulher dá mais atenção aos detalhes do que ao fundamento das questões: por isso, seria perfeitamente normal que a discordância entre Catarina Martins e Assunção Cristas, por exemplo, em um qualquer assunto, se resumisse a uma questão de pormenores e não fosse uma discordância fundamental.

A feminização da política conduz ao absurdo.

Um exemplo da actual tendência para a feminização da política na Europa é um programa emitido pelo canal de televisão alemã ZDF (canal que é pago com os impostos de todos os alemães), em que o apresentador radical de esquerda e efeminado Jan Böhmermann afirma textualmente que “os alemães não pertencem à Alemanha”; os alemães são classificados como “estúpidos nacionalistas autoritaristas”; Böhmermann afirma que “vocês, os alemães, não são o povo: vocês são o passado”, e que “os verdadeiros alemães vão chegando do estrangeiro: já vislumbramos a presença de 10 milhões de novos alemães andando de bicicleta: os verdadeiros alemães andam de bicicleta, e comem Kebab e Muesli”. Segundo Böhmermann, os verdadeiros alemães não comem carne de porco e são vegetarianos.

Mulheres inteligentes, como por exemplo Marion Sigaut, defendem a tese segundo a qual “a libertação da mulher é uma forma de alienação”.

Ademais, a feminização da política exige o reforço do poder do Estado, reforço esse que pode raiar a construção de um Estado totalitário.

A estratégia do radicalismo de Esquerda efeminado é o de, em uma primeira fase, fazer dos direitos humanos uma política em si mesma, atomizando a sociedade, por um lado, e reforçando o poder do Estado, por outro lado; e, em uma segunda fase, quando o Estado for já plenipotenciário, ir retirando os “direitos humanos” concedidos anteriormente e de uma forma arbitrária, tendo como objectivo a consolidação de um Estado totalitário a nível europeu (União Europeia).

quinta-feira, 31 de março de 2016

Os Direitos do Homem não são uma Política

 

“Os Direitos do Homem não são uma Política” [Marcel Gauchet, “Le Débat”, 1980].



A bandeira dos “direitos humanos” parece ser um sintoma da “incapacidade de conceber um futuro diferente para a nossa sociedade” [idem]. Começam a criar-se “direitos humanos” que nunca existiram; inventam-se novos “direitos humanos”, todos os dias. Todos os desejos subjectivos assumem, agora, a forma de “direitos humanos”. Entramos na fase final e decadente do liberalismo, em que o individualismo utilitarista levado ao extremo transforma o simples desejo em “direito humano”.

Invocando sistematicamente direitos, antigos e novos, para assim se romper com o “poder das tradições”, o que os “progressistas” estão a criar é um aumento progressivo da tutela da organização burocrática (como acontece hoje na União Europeia) em que, por um lado, se afirma a singularidade do indivíduo, mas por outro lado, esse indivíduo é concebido de forma abstracta e em um anonimato generalizado (atomização da sociedade).

O reconhecimento social de toda a espécie de direitos (por exemplo, “casamento” gay, adopção de crianças por gays, barrigas de aluguer, crianças a votar por intermédio dos pais, voto para adolescentes de 14 ou 15 anos, pederastia legalizada, etc., e o que mais por aí virá) e liberdades tem como contraponto o retraimento narcísico dos indivíduos e o seu desinteresse pela coisa pública, em que, finalmente, a omnipresente encenação da liberalização dos costumes encobre uma propensão para o mimetismo, um seguidismo, e um conformismo sem precedentes.

Os direitos entendidos como política envolvem a sujeição e a alienação, e conduzindo à atomização da sociedade, conduzem também à negação da própria democracia.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O politicamente correcto dissolve as categorias da realidade humana

 

Temos aqui um artigo que vale a pena ler (em inglês).

Não sei até que ponto sou compreendido quando tenho dito aqui várias vezes que “o politicamente correcto dissolve as categorias”, através de um nominalismo radical que rejeita o universal.

categoriaPor exemplo, “ser humano” é um conceito universal que contém em si mesmo sub-categorias que, para além de cada indivíduo, se compõem também pelos dois sexos (homem e mulher). Mas o nominalismo radical (politicamente correcto) rejeita o conceito universal de “ser humano”, e transforma cada sub-categoria de “ser humano” em um conceito universal separado das outras sub-categorias de “ser humano”.

Esta destruição do conceito universal de “ser humano” é feita pelo politicamente correcto através do Direito Positivo já totalmente separado do Direito Natural (jusnaturalismo). E na medida em que dissolve as categorias da realidade conhecida, o politicamente correcto é anticientífico.

Não é possível separar a ciência, por um lado, da Natureza, por outro lado. Podemos criar teorias, mas temos sempre que voltar à Natureza para as legitimar; é esta a diferença entre “racionalismo” e “racionalidade”. O racionalismo (no sentido do ponto 2) não necessita da Natureza; a razão não pode viver sem ela.

O nominalismo radical tem a característica de ver no indivíduo (enquanto unidade e identidade) uma categoria universal, separado dos outros indivíduos; neste sentido, para o politicamente correcto, deixou em termos práticos de existir a categoria universal de “ser humano” que engloba todos os seres humanos, e passou a existir a categoria universal de “indivíduo” da qual se extrapola a “humanidade”.

E por isso já não faz sentido falar hoje em “direitos humanos”, mas antes faz sentido falar em “direitos do indivíduo” enquanto tal.

A erradicação (através do Direito Positivo) da categoria universal e natural de “ser humano” faz com que o indivíduo isolado encarne em si mesmo toda a humanidade — o que é uma inversão da noção de “categoria”, porque é o todo que dá significação às partes isoladas, e não são as partes isoladas que dão sinificação ao todo.

Os totalitarismos do século XX foram a demonstração inequívoca do que acontece quando o Direito Positivo se desliga do Direito Natural. Mas persistimos no mesmo erro de Hitler e de Estaline. Não aprendemos com a experiência.

Quando o Direito Positivo desliga o ser humano, por um lado, da Natureza, por outro lado, abre caminho às arbitrariedades das elites políticas (que manipulam o conceito de "Vontade Geral") e ao totalitarismo. Um Direito Positivo que adequa sistematicamente a norma ao facto é um Direito que nega as categorias da realidade humana. Um Direito Positivo desprovido de fundamentos metajurídicos (escorados no Direito Natural) é campo aberto para a tirania. Estamos a caminho de uma nova tirania; isto não pode acabar bem.