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quarta-feira, 25 de maio de 2016

São estas as ideias que nos governam. Precisamos urgentemente de uma libertação

 

“Está ínsito na ideia de criarmos núcleos familiares que querem crianças, que vão amar as crianças, que vão protege-las e que não vão, como muitos casais heterossexuais violá-los, matá-los, mutilá-los, ofendê-los e impedi-los de ter uma saúde mental e física que lhes permita terem uma integração social útil”, afirma Eurico Reis, presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida.

Conselho de Ética fez um parecer unanimemente negativo, mas a esquerda aprovou a lei da "barriga de aluguer". Rita Lobo Xavier duvida da legalidade da medida, que considera inaceitável.

Naquela frase de Eurico Reis podemos ver a essência da argumentação do politicamente correcto em relação à procriação medicamente assistida para toda a gente, e em relação às "barriga de aluguer":

1/ as excepções à regra são propositadamente hiperbolizadas (falácia da mediocridade). O raciocínio induzido é o seguinte: “Há 'casais heterossexuais' que maltratam as suas crianças? Há! Por isso, qualquer forma de família alternativa à família natural é tão boa ou mesmo melhor para as crianças”.

2/ a afirmação da utilidade (utilitarismo) do Comportamentalismo (behaviourismo) na avaliação intrínseca da criança.

O materialismo behaviourista (behaviourismo) contesta a existência do espírito — e por esta via, recusa a liberdade humana e a subjectividade humana —, uma vez que tudo o que poderíamos observar seria o comportamento exterior que corresponde literalmente ao comportamento animal que, no caso do ser humano, inclui o comportamento linguístico. A sociobiologia é a expressão contemporânea do behaviourismo em todo o seu esplendor.

A teoria ética do behaviourismo é tenebrosa, porque parte da teoria do condicionamento do reflexo condicionado (Pavlov), que alegadamente explica todo o comportamento humano através do adestramento positivo e negativo (neste caso, das crianças).

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Os filhos-de-puta voltaram a estar na moda

 

Em 1978 saiu uma lei da Esquerda (apoiada pelo Partido Comunista e pelo Partido Socialista) que proibia os filhos de pai incógnito: todas as crianças teriam que ter pai conhecido. Entretanto, a Esquerda evoluiu: passou a defender a existência de filhos-de-puta.

Do ponto visto ético, a lei de 1978 não se pode aplicar, na medida em que o espírito da legislação é contraditório. O Estado não tem legitimidade para exigir que um homem assuma a paternidade de uma criança quando simultaneamente aprova a procriação medicamente assistida e as "barriga de aluguer" para toda a gente. Ou os filhos-de-puta são legítimos, ou não.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

A família moderna socialista


Atenção! Isto não é para rir!

Revealed: The bizarre family tree at the heart of an extraordinary court battle over one little girl - involving two lesbian mothers, a gay sperm donor and a transsexual lover now living with a man


Duas lésbicas (Rachel e Helen), vivendo juntas, recorrem ao esperma de um gay — que também vivia com outro gay — para que uma delas (Rachel) engravidasse.

Entretanto, nasceu a criança, Alice, filha biológica de Rachel e do tal gay que vivia com outro gay. Mas o par de lésbicas (Rachel e Helen) separou-se quando Alice tinha três anos de idade, e à mãe da menina (Rachel) foi diagnosticada uma esquizofrenia. A criança ficou entregue a Helen, a ex-companheira de Rachel.

Entretanto, Helen entrou em uma relação sexual de coabitação com Mathew, que era uma mulher que fez tratamentos para ser “homem” (transgénero ou transsexual). A relação de Mathew e Helen depressa se extinguiu, e Mathew juntou-se a James, que é um homem gay que gosta de mulheres transgéneros.

Entretanto, Mathew (que é uma mulher que diz que é homem) meteu um requerimento no tribunal para ter o direito a ver Alice, a filha biológica de Rachel que vive com Helen que, por sua vez tinha sido amante de Mathew. O tribunal recusou alegando que a vida de Mathew era muito complicada.

familia-moderna

Esta decisão do tribunal vai ao arrepio do conceito de família defendido pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Socialista de António Costa. Se a Isabel Moreira sabe disto irá escrever uma nota de protesto no FaceBook.

Quando o Partido Socialista de António Costa ( a reboque do Bloco de Esquerda) pretende estabelecer a procriação medicamente  assistida para todas as mulheres, está já a pensar na “família moderna” de que é exemplo o caso supracitado. Com um pouco de esperteza e com vários casamentos, uma pessoa será capaz de se tornar o seu próprio pai, avô, sogro, filho, neto, e sobrinho — tudo ao mesmo tempo.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

¿Procriação medicamente assistida para toda gente?

 

Vinte e três mulheres — 23 — de Hollywood ficaram grávidas, por procriação medicamente assistida, de um único doador de esperma. E as crianças filhas do mesmo pai e de 23 mães passam as férias juntas em uma mansão comprada com muito dinheiro.

Isto nada tem a ver com o povo; tem a ver com uma elite com muito, muito dinheiro — e é essa elite que o Partido Socialista de António Costa serve de forma canina quando pretende permitir a procriação medicamente assistida sem quaisquer restrições.

O Partido Socialista quer destruir Portugal

 

O Partido Socialista considera que a situação de um homem que viva com outro homem, ou a situação de uma mulher que viva com outra mulher, é igual à de uma mulher que viva com um homem. E é baseado neste conceito de “igualdade” que o Partido Socialista defende a adopção plena de crianças por pares de homossexuais e, surpreendentemente, “no superior interesse das crianças”.

Se uma relação entre dois ou duas homossexuais é igual a uma relação entre uma mulher e um homem, então segue-se que o Partido Socialista tem razão. ¿Mas será que é igual?

foi cesarianaMas se essas relações não são iguais, na realidade, então o que o Partido Socialista tem que fazer é convencer o povo português de que aquilo que não é, de facto e na realidade, igual, passa a ser igual mediante decreto-lei. E é isso que o Partido Socialista está a fazer.

Em termos sociais e culturais (já nem falo na economia e nas finanças!), a política do Partido Socialista é suicida do ponto de vista dos interesses do país e da nação. Portugal, um país economicamente débil, não vai resistir durante muito tempo a um ataque cultural desta dimensão à coesão social que tem o seu fundamento na família nuclear.

O Partido Socialista está a atacar a família natural que é o fundamento de qualquer sociedade.

Num país economicamente pobre como é o nosso, a extensão da procriação medicamente  assistida a toda a gente e sem restrições, por uma questão de mimetismo cultural vai criar um aumento exponencial de mães solteiras que terão que contar com o apoio do Estado para poderem fazer face às despesas com a educação dos seus filhos. Ou seja, o que o Partido Socialista está a fazer é criar as condições para uma ainda maior intervenção do Estado na sociedade.

fascista familiarA adopção plena — sublinho: plena — de crianças por pares de homossexuais abre a porta ao comércio de crianças através das "barriga de aluguer": é a nova escravatura, que será o próximo passo a propôr pelo Partido Socialista.

Os portugueses devem ter em mente que o Partido Socialista começou pelo "casamento" gay em 2010, passou depois à  defesa da “co-adopção gay” em 2012, e agora, passados apenas alguns meses, já defende a adopção plena de crianças por pares de homossexuais e a procriação medicamente  assistida para todo o bicho careta. Por isso não há nenhuma razão para pensarmos que o Partido Socialista não irá brevemente defender o tráfico de crianças mediante as "barriga de aluguer".

Do ponto de vista ético, toda a gente sabe que uma relação entre dois homossexuais não é igual a uma relação entre um homem e uma mulher:“está na cara”!; é uma evidência, não é preciso fazer prova. Portanto, não podemos tratar de forma igual situações que não são iguais. E se as situações não são iguais, não podemos afirmar que as consequências para a educação das crianças (mediante a adopção) são iguais — ou semelhantes — nos dois casos.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Um livro que deveria ser editado em português: “As Minhas Origens: Um Assunto de Estado”

 

“Mettre un visage sur son géniteur. Audrey Kermalvezen devait déjà le désirer très fort lorsqu'elle s'est, "par hasard", orientée vers le droit de la bioéthique. À cette époque, la jeune femme ignorait encore qu'elle avait été conçue par insémination avec donneur de sperme anonyme. Depuis qu'elle a appris la "vérité" sur son mode de conception, il y a un peu plus de quatre ans, Audrey bouillonne, décortique les textes, multiplie les recours judiciaires et les actions militantes en faveur d'une réforme législative. Connaître son origine est devenu pour elle une "affaire d'État", titre de son livre publié le 7 mai*.”

Accès aux origines : "Ce n'est pas un chromosome qui fait le père"

Audrey Kermalvezen